Naufrágios perto de Lesbos e Samos deixam 12 mortos e sobreviventes são resgatados

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Aim 8, paragraphs up to 280 chars. Some dense. Include details. Lead paragraph 1 concise central; second core immediate incidents? Doze migrantes morreram afogados em dois acidentes distintos perto das ilhas gregas de Lesbos e Samos, no nordeste do Mar Egeu, na segunda-feira (19).
As embarcações viraram durante perseguições da guarda costeira, informaram autoridades.
Em Samos, seis pessoas morreram; em Lesbos, outras seis, entre elas um bebê. Sobreviventes foram resgatados nos dois casos, e as autoridades prenderam suspeitos de contrabando de migrantes.
Seis pessoas morreram perto de Samos
Uma lancha que transportava migrantes da Turquia virou após fazer uma manobra repentina a cerca de quatro milhas náuticas ao norte de Samos, informou a guarda costeira grega. Cinco homens e uma mulher morreram.
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Quatorze homens sobreviveram, e uma operação de busca e resgate continuava em andamento. As autoridades prenderam um dos sobreviventes, cidadão iraniano, sob suspeita de contrabando de migrantes.
Acidente em Lesbos deixou seis mortos
Na região de Agrilia, em Lesbos, quatro homens, uma mulher e um bebê morreram após a embarcação em que estavam colidir com uma embarcação da guarda costeira grega e virar. Oito sobreviventes foram levados ao hospital.
Entre eles, as autoridades prenderam um cidadão turco de 37 anos, apontado como suposto contrabandista e operador do barco. O ministro da Navegação da Grécia, Vassilis Kikilias, afirmou que as evidências indicavam que a lancha bateu com a proa no lado esquerdo de uma embarcação da guarda costeira.
Governo promete “tolerância zero” a contrabandistas
As circunstâncias exatas do acidente em Lesbos seguem sob investigação, disse Kikilias. “Nossa posição é inegociável: tolerância zero para contrabandistas”, escreveu em uma postagem no X. O governo atribuiu aos contrabandistas a responsabilidade pelas mortes.
A Grécia é há anos uma porta de entrada para migrantes e refugiados do Oriente Médio, da África e da Ásia. Na crise migratória europeia de 2015-2016, quase 1 milhão de pessoas desembarcaram nas ilhas gregas, principalmente vindas da Turquia. Desde então, o país endureceu sua postura e foi acusado por grupos de direitos humanos de repatriar à força migrantes e requerentes de asilo nas fronteiras marítimas e terrestres; o governo nega a prática e afirma que a guarda costeira age com total respeito pela vida e pelos direitos humanos.
Editoria:
Redação Internacional
A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



