MP denuncia cinco por esquema de venda de sangue de gatos em clínica veterinária em SP

A nova denúncia do MPSP inclui a proprietária da clínica e amplia as acusações para associação criminosa.

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Ministério Público de São Paulo | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Ministério Público de São Paulo | Foto: Reprodução/CNN Brasil

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apresentou uma nova denúncia criminal contra cinco pessoas envolvidas em um esquema clandestino de coleta e venda de sangue de gatos em Monte Alto, interior paulista. A ação foi protocolada no último dia 2 de setembro e aceita pela Justiça no dia 10 do mesmo mês.

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Entre os denunciados está Thaís Daniele Antonussi, apontada como médica veterinária e proprietária da clínica onde as práticas ilegais ocorriam. Também figuram na lista Renato Franco, Celso Truguilo Alves, Everton Leite Silva e José Luiz de Lima.

Thaís, Renato e Celso enfrentam seis acusações de maus-tratos a animais e associação criminosa. Já Everton e José Luiz são acusados de associação criminosa — ambos já respondiam por maus-tratos na primeira ação penal relacionada ao caso.

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Investigação revela esquema de exploração animal

O novo inquérito foi concluído em 11 de agosto deste ano e, a partir do relatório final, o MPSP ampliou o leque de responsabilizações. Além de incluir Thaís, Renato e Celso como integrantes do esquema, a denúncia também alcançou Everton e José Luiz, que já estavam na primeira ação penal, movida em 17 de outubro de 2025.

Naquela ocasião, a denúncia inicial do Ministério Público mirou Cleiton, Sandra Regina de Oliveira, Ângela, José Luiz e Everton. Todos foram acusados de maus-tratos contra animais e, em parte dos casos, de associação criminosa. Agora, com a nova ação, a Justiça de Monte Alto recebeu o caso na 2ª Vara da cidade.

Repercussão e próximos passos na Justiça

A prática, considerada criminosa, envolvia a extração do sangue sem os devidos cuidados veterinários e a venda do material.

A CNN Brasil tenta localizar a defesa dos citados para comentar as acusações. O espaço segue aberto para manifestações. O caso, que já gerou duas ações penais distintas, segue em andamento na comarca de Monte Alto.

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Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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