Morte de Teresa Regina de Ávila e Silva gera comoção e pedidos de libertação de Thiago em Israel

Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do ativista Thiago Ávila, faleceu em 5 de maio. Sua trajetória de amor e força comoveu a todos. Descubra mais sobre sua

05/05/2026 19:01

2 min

Morte de Teresa Regina de Ávila e Silva gera comoção e pedidos de libertação de Thiago em Israel
(Imagem de reprodução da internet).

Falecimento de Teresa Regina de Ávila e Silva

Teresa Regina de Ávila e Silva, mãe do ativista brasileiro Thiago Ávila, faleceu na terça-feira, dia 5. Ela também era mãe da agente de polícia Luana de Ávila, que ocupa o cargo de vice-presidente do Sinpol-DF (Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal).

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Em uma nota, o sindicato expressou seu pesar pela perda: “Teresa Regina é lembrada como uma mulher de alegria e força admiráveis, cuja trajetória foi marcada pela capacidade de enfrentar a vida com leveza, dignidade e amor”.

O texto ainda destaca que, ao longo de sua vida, Teresa construiu laços sólidos com todos ao seu redor, deixando como legado o carinho, a presença e o cuidado com a família.

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Reações nas redes sociais

Familiares e amigos têm compartilhado lembranças de momentos vividos com Teresa nas redes sociais. Luana de Ávila também fez postagens lamentando a morte da mãe e solicitando a libertação de Thiago, que se encontra detido em Israel: “Libertem o Thiago para que possa velar nossa mãezinha.

Eu não consigo sem ele!”. Até o momento, não há informações sobre a causa do falecimento, que ainda não foi divulgada.

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Detenção de ativistas em Israel

Saif Abu Keshek, cidadão espanhol, e Thiago Ávila foram detidos pelas autoridades israelenses na quarta-feira, dia 29, e levados para Israel. Mais de 100 outros ativistas pró-Palestina, que estavam a bordo de barcos da flotilha “Global Sumud”, foram direcionados para a ilha grega de Creta.

Um tribunal israelense prorrogou a prisão dos dois ativistas detidos a bordo da flotilha, que tinha como destino a Faixa de Gaza, por mais seis dias.

A prisão de Abu Keshek e Ávila havia sido inicialmente prorrogada até a terça-feira, dia 5, mas o Tribunal de Magistrados de Ashkelon estendeu novamente a detenção até 10 de maio. Os ativistas faziam parte da segunda Flotilha Global Sumud, que foi lançada com o objetivo de romper o bloqueio israelense a Gaza, entregando ajuda humanitária.

Os barcos partiram de Barcelona no dia 12 de abril.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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