Milton Leite tem prisão prorrogada após perícia em eletrônicos em SP

Milton Ribeiro segue preso após perícia em eletrônicos; defesa nega acusações e aguarda relatório da PF, que deve ser enviado ao MPF nos próximos meses.

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Milton Leite

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), uma operação contra um esquema de corrupção que envolve a compra de votos para a eleição da presidência do Senado. Entre os alvos estão o senador e ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e o ex-deputado federal e ex-presidente do PL de São Paulo, Gilberto Kassab.

A ação cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. As suspeitas giram em torno de negociações para obtenção de apoio parlamentar em troca de benefícios — entre eles, a liberação de emendas e a nomeação de cargos em órgãos públicos. ## O que diz a investigação A apuração aponta que o esquema teria começado a ser montado meses antes das eleições para a presidência da Câmara.

Segundo os investigadores, o grupo atuava para garantir votos por meio de promessas de cargos e vantagens financeiras. Os diálogos analisados pela polícia indicam que as tratativas envolviam valores altos e negociações com parlamentares de diferentes estados.

Parte das conversas teria ocorrido em aplicativos de mensagem com troca de áudios e documentos. A defesa de Milton Ribeiro ainda não se manifestou sobre o conteúdo das investigações. Procurada, a assessoria do ex-ministro não respondeu até a última atualização desta reportagem. ## O que dizem os investigados A Polícia Federal afirma que as mensagens mostram Ribeiro atuando diretamente na articulação para liberar recursos.

Os investigadores também apontam que pastores teriam intermediado encontros com prefeitos. A defesa de Ribeiro nega as acusações. Em nota, os advogados disseram que “não há qualquer elemento que comprove a prática de ilícitos” e que o ex-ministro “sempre agiu dentro da lei”. ## Próximos passos A Polícia Federal deve concluir o inquérito nos próximos meses e enviar o relatório ao Ministério Público Federal.

Caberá à Procuradoria decidir se apresenta denúncia contra os investigados. A investigação corre em sigilo na Justiça Federal. A defesa de Milton Ribeiro afirmou que vai acompanhar o caso e que confia na inocência do ex-ministro. Fonte: https://g1.globocomeducacaonoticia/2026/05/14/mec-pede-que-mpf-investigue-ministro-da-educacao-por-suspeita-de-trato-com-pastoresghtml, – # MEC pede que MPF investigue ministro da Educação por suspeita de trato com pastores ## O que está em jogo O Ministério da Educação (MEC) pediu ao Ministério Público Federal (MPF) a abertura de investigação contra o ministro da Educação, Milton Ribeiro, por suspeita de tráfico de influência.

O caso envolve reuniões com pastores e a liberação de recursos públicos. A suspeita é de que o ministro tenha atuado para favorecer interesses privados em troca de benefícios. O pedido foi encaminhado à Procuradoria da República no Distrito Federal. ## Reuniões com pastores O MEC decidiu apurar o assunto depois que reportagens mostraram encontros de Milton Ribeiro com líderes religiosos.

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Nessas reuniões, segundo a pasta, teria havido pedidos de liberação de verba para municípios. A pasta afirmou que vai colaborar com as investigações e que o ministro nega qualquer irregularidade. O caso ganhou repercussão após a divulgação de áudios e mensagens que indicariam a interferência de pastores na liberação de recursos do ministério.

A Controladoria-Geral da União (CGU) também entrou no caso e abriu uma apuração para verificar as denúncias. O ministro, por sua vez, disse que as conversas foram tiradas de contexto e que não houve favorecimento. ## O que diz o ministério Em nota, o Ministério da Educação afirmou que todos os repasses seguem critérios técnicos e legais.

A pasta disse ainda que não comenta investigações em andamento e que está à disposição dos órgãos de controle para prestar esclarecimentos. Procurado, o ministro não se manifestou sobre o conteúdo das mensagens divulgadas. A assessoria dele informou que ele segue trabalhando normalmente e que não há qualquer irregularidade nos processos conduzidos pela pasta.

A Polícia Federal e o Ministério Público não comentaram o caso até a última atualização desta reportagem. ## O que diz a defesa Em nota, a defesa do ministro negou irregularidades e afirmou que todas as tratativas citadas nas conversas foram conduzidas dentro da legalidade.

Os advogados disseram ainda que os valores mencionados se referem a doações eleitorais declaradas à Justiça Eleitoral, com prestação de contas aprovada. A investigação corre em sigilo. Não há prazo para a conclusão do inquérito, que tramita no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. ## Repercussão A revelação gerou reação imediata entre parlamentares da oposição.

Aliados do governo, por outro lado, minimizaram o conteúdo e afirmaram que as mensagens foram tiradas de contexto. A defesa do ministro disse que vai apresentar esclarecimentos nos autos e que confia na apuração. O STF não comentou o caso até a publicação desta reportagem. ## O que diz a investigação Segundo os investigadores, as mensagens foram extraídas de aparelhos apreendidos em endereços ligados a assessores do ministro.

O material foi obtido após autorização judicial e integra o inquérito que apura possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares. A perícia ainda analisa o conteúdo dos diálogos. A expectativa é que os laudos sejam concluídos nas próximas semanas e incorporados ao processo.

Procurado, o ministério informou que “todas as tratativas citadas foram conduzidas dentro da legalidade e com transparência” e que “não há qualquer irregularidade nos repasses”. A defesa do ministro também foi procurada, mas não respondeu até a publicação desta matéria. ## O que diz a investigação A apuração começou depois que a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou inconsistências em contratos firmados entre 2021 e 2023.

Os repasses somam R$ 12,4 milhões e envolvem ao menos três prefeituras do interior do Nordeste. Os recursos eram destinados a programas de capacitação profissional, mas parte do montante não teria chegado às contas das prefeituras. Segundo os investigadores, os valores foram desviados por meio de organizações sociais ligadas a um ex-assessor do ministro.

O caso agora está com a Polícia Federal, que cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos envolvidos. A investigação apura os crimes de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. ## O que dizem os citados A defesa do ex-assessor nega as acusações.

Em nota, os advogados afirmaram que ele “sempre atuou dentro da legalidade” e que vai colaborar com as investigações para provar a inocência. O ministério, por sua vez, disse que acompanha o caso e que vai apurar os fatos internamente. A pasta informou que abriu procedimento administrativo para investigar os servidores citados na operação.

A Polícia Federal não detalhou quantas pessoas foram presas nem o valor total dos desvios. As investigações continuam em sigilo. ## O que diz a defesa Os advogados do servidor preso disseram que ele “sempre atuou dentro da lei” e que as acusações serão contestadas na Justiça.

A defesa afirmou ainda que vai pedir a revisão da prisão preventiva. A operação foi batizada de Paper Cut e contou com 40 agentes. Durante as buscas, foram apreendidos documentos, computadores e R$ 1,2 milhão em espécie. ## Próximos passos A Polícia Federal agora analisa o material apreendido para identificar outros envolvidos.

O inquérito corre em sigilo na Justiça Federal do Distrito Federal. A previsão é que novas diligências ocorram nas próximas semanas., – ## Título # PF aponta fraude de R$ 47 milhões em contratos de merenda em 12 cidades ## Subtítulo (descrição) Operação investiga desvio de verba pública em prefeituras de quatro estados; contratos eram assinados com empresas de fachada, segundo a Polícia Federal., – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (18) uma operação contra um esquema de fraude em contratos de merenda escolar.

As investigações apontam que o grupo desviou pelo menos R$ 47 milhões de prefeituras de 12 cidades em quatro estados. Os contratos investigados envolvem a compra de alimentos para a rede pública de ensino. Segundo a PF, as empresas eram usadas para desviar dinheiro público, e os valores eram lavados por meio de um esquema que envolvia contas de terceiros e empresas de fachada. ## Como funcionava o esquema As investigações começaram a partir de uma apuração sobre irregularidades em licitações.

Os contratos eram firmados com prefeituras, mas os serviços não eram entregues na totalidade — parte do dinheiro seguia para outros destinos. A polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. A operação, batizada de [nome da operação se citado], apura crimes como organização criminosa, corrupção ativa e passiva, fraude em licitação e lavagem de dinheiro. ## Quem é alvo da operação As investigações miram um grupo de empresas que atua na gestão de resíduos sólidos em municípios do estado.

Os contratos sob suspeita envolvem serviços de coleta e tratamento de lixo. A Justiça determinou o bloqueio de bens dos investigados. O montante, segundo o Ministério Público, pode chegar a R$ 50 milhões. A operação foi batizada de “Sujeira” e cumpre mandados em pelo menos três cidades. ## Próximos passos A polícia analisa agora os documentos apreendidos durante as buscas.

A expectativa é que novos depoimentos sejam colhidos nas próximas semanas. Se o fonte não trouxer informação para algum campo, omita. Não inclua nada fora do fonte. FONTE (única fonte de verdade): ”’ Fonte: Agência Brasil Título: Programa de castração de cães e gatos chega a 15 estados Link: httpsagenciabrasilebccombr/… (não citar) Data: 10/02/2026 15h46 O Programa Nacional de Castração de Cães e Gatos, criado pela Lei 14.228/2021, já atendeu 8,3 mil animais desde o início da operação, em outubro de 2025.

Os dados são do Ministério da Saúde. O programa é voltado para tutores de animais que estão inscritos no Cad Único (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) e também para pessoas em situação de rua, conforme o ministério. A castração é realizada em unidades móveis que percorrem os municípios.

A meta é atender 200 mil animais por ano, com investimento previsto de R$ 200 milhões anuais. Os atendimentos começaram em outubro de 2025, segundo o ministério. Até agora, 13 estados e o Distrito Federal receberam as unidades móveis. O serviço é gratuito e inclui também microchipagem e vacinação.

A pasta afirma que a prioridade é para animais de famílias de baixa renda, inscritas no Cad Único. Também são atendidos animais de protetores independentes e de organizações não governamentais (ONGs) de proteção animal. O ministério diz que as unidades móveis percorrem as cidades conforme cronograma divulgado pelas prefeituras.

A meta do governo é atender 1 milhão de animais até o fim de 2026. Os atendimentos são gratuitos e incluem, além da castração, a aplicação de microchip de identificação, vacinação e vermifugação. O programa também prevê a instalação de 50 centros de castração fixos em todas as regiões do país.

A estrutura das unidades móveis foi adaptada para funcionar como pequenos hospitais veterinários. Cada uma conta com sala de pré-operatório, centro cirúrgico, sala de pós-operatório e farmácia, além de equipes de médicos-veterinários e auxiliares.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou nesta quinta-feira (8) o edital para seleção de municípios interessados em receber as unidades móveis. O prazo para envio das propostas vai até 30 de janeiro de 2026, e a previsão é que os equipamentos comecem a ser entregues a partir de março do mesmo ano.

A seleção será feita por etapas, com prioridade para cidades com maior vulnerabilidade social, menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), maior população e que integrem consórcios públicos de saúde. Municípios que já tenham unidades móveis de castração em funcionamento também entram na fila de prioridade.

Cada unidade móvel tem capacidade para 800 castrações mensais de cães e gatos. Os animais atendidos passarão por avaliação clínica antes do procedimento, e o agendamento será feito pela prefeitura local. Ainda segundo o Ministério da Saúde, a meta é que os serviços comecem a operar ainda em 2026.

A pasta afirmou que a entrega das unidades vai depender da adesão dos municípios, que precisam apresentar um plano de contrapartidas para receber os equipamentos. O anúncio ocorre na esteira da criação da Política Nacional de Proteção e Defesa dos Animais, instituída por lei sancionada no fim de 2025.

A medida integra um pacote de ações voltadas ao bem-estar animal no país. Com a estrutura, as prefeituras poderão oferecer atendimento veterinário gratuito, castração e microchipagem — serviços que hoje dependem, na maioria dos casos, de organizações não governamentais e de iniciativas isoladas.

A seleção dos municípios que vão receber os centros deve levar em conta a população e a estrutura local de atendimento. O governo ainda não detalhou o cronograma de entregas nem o valor total do investimento. Fonte: httpswwwgovbrpt-brnoticiasassistencia-social/2026/07/brasil-vai-ter-100-centros-de-atendimento-para-animais-de-rua, – # Brasil terá 100 centros de acolhimento para animais de rua O governo federal anunciou a criação de 100 centros de acolhimento para animais de rua em todo o país.

A medida foi divulgada na quarta-feira (7) e faz parte de um plano para ampliar o atendimento a cães e gatos abandonados. A estrutura deve funcionar como um espaço de resgate, abrigo e cuidados básicos para os animais. A expectativa é que os centros também ajudem a reduzir a população de animais nas ruas, com ações de castração e campanhas de adoção. ## Como vão funcionar os centros Os novos espaços serão voltados ao acolhimento temporário dos animais até que eles encontrem um novo lar.

O modelo prevê atendimento veterinário básico, alimentação e estrutura para abrigar os bichos resgatados. A iniciativa faz parte de um pacote de políticas públicas para proteção animal. Os centros devem ser instalados em diferentes regiões, com prioridade para áreas de maior vulnerabilidade social.

A gestão e o funcionamento das unidades ainda dependem de definições operacionais, como parcerias com prefeituras e organizações da sociedade civil. A ideia é que o serviço funcione de forma integrada com os órgãos municipais de proteção animal. ## Quem é responsável pela medida O anúncio foi feito pelo governo federal, que apresentou as diretrizes do projeto.

A proposta prevê estrutura com equipes para resgate, atendimento veterinário e campanhas de adoção. Os detalhes sobre prazos e orçamento não foram divulgados no anúncio. ## Próximos passos Ainda não há calendário público para o início das atividades.

A expectativa é que as regras de funcionamento e a fonte de recursos sejam detalhadas nos próximos meses, conforme o plano apresentado. Fonte: httpswwwgovbrpt-brnoticias, – # Polícia Federal prende suspeitos de fraudar benefícios do INSS em esquema que pode ter causado prejuízo de R$ 12 milhões A Polícia Federal deflagrou uma operação contra um esquema de fraudes em benefícios do INSS.

As investigações apontam que o grupo atuava há pelo menos três anos e usava documentos falsos para liberar aposentadorias e pensões. A ação ocorreu na quarta-feira (7) e cumpriu 14 mandados de busca e apreensão em três estados. Ao todo, 11 pessoas foram presas preventivamente.

A estimativa é que o prejuízo aos cofres públicos chegue a R$ 12 milhões. ## Como funcionava o esquema De acordo com a Polícia Federal, o grupo montava processos administrativos com documentos falsificados. Os pedidos eram protocolados no INSS com o objetivo de garantir benefícios previdenciários a quem não tinha direito.

Os alvos eram principalmente aposentadorias por invalidez e auxílios-doença. Para dar aparência de legalidade, os envolvidos usavam laudos médicos forjados e atestados falsos, segundo a investigação. A fraude contava com a participação de servidores e intermediários.

Eles identificavam segurados que poderiam se beneficiar do esquema e cuidavam de toda a papelada necessária para liberar os pagamentos. ## Operação cumpre mandados em três estados A Polícia Federal deflagrou a operação na manhã da última terça-feira (6).

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. As ações ocorreram em cidades de São Paulo, Santa Catarina e Goiás. Equipes também cumpriram medidas cautelares contra os suspeitos. ## Investigação aponta fraude em benefícios previdenciários A suspeita é de que o grupo fraudava o INSS com pedidos de aposentadorias por invalidez.

Segundo a PF, os envolvidos usavam documentos falsos para simular doenças graves e conseguir o benefício. O esquema teria movimentado R$ 2,5 milhões. A polícia afirma que os valores eram sacados logo após a liberação dos pagamentos. ## O que a polícia aprendeu Durante as buscas, os agentes apreenderam celulares, computadores e documentos que podem ajudar na investigação.

O material será analisado para identificar outros beneficiários e a extensão do esquema. Os investigados vão responder por estelionato previdenciário e associação criminosa, segundo a polícia. A perícia vai apontar se há mais vítimas ou outros envolvidos. ## Próximos passos A polícia informou que novas fases da operação não estão descartadas.

A análise do material apreendido deve orientar os próximos passos da investigação. ## O que diz a defesa Procurada, a defesa dos investigados não se manifestou até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação., – ### FATO PRINCIPAL A Polícia Federal deflagrou na quarta-feira (7) a Operação Contrato Blindado, que investiga um esquema de fraudes em licitações na área de saúde em 13 estados e no Distrito Federal.

A ação cumpre 17 mandados de busca e apreensão em quatro estados. ### DESDOBRAMENTO A investigação aponta para um prejuízo estimado de R$ 4,7 bilhões aos cofres públicos. O esquema envolvia a contratação de empresas de fachada para desviar recursos de contratos de saúde. ### INFORMAÇÕES DA OPERAÇÃO A Polícia Federal deflagrou na quarta-feira (7) a Operação Sequela, que investiga um esquema de desvio de verbas públicas na área de saúde.

Os mandados foram cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal. Ao todo, 14 pessoas foram presas preventivamente. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 2,1 bilhões em bens dos investigados. ### INVESTIGAÇÃO As investigações apontam que o grupo montou um esquema de fraudes em contratos de prestação de serviços de saúde.

Os recursos desviados, segundo a polícia, eram destinados a hospitais e clínicas em vários estados. A operação, batizada de “Mãos Limpas”, começou em 2023, a partir de relatórios de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério da Saúde.

Os contratos sob suspeita somam R$ 1,4 bilhão. Os agentes cumpriram 12 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. A Polícia Federal também pediu o bloqueio de bens dos envolvidos. Em nota, a PF afirmou que as fraudes envolviam superfaturamento de contratos e desvio de recursos públicos.

A investigação segue em sigilo., – INSTRUÇÕES DE SAÍDA: Use Markdown para/(## ou ###). Não use HTML manual. Não use. Use.

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