Mercados Europeus Disparam em Alta com Alívio nas Tensões Comerciais de Trump!

Mercados europeus disparam em alta após Donald Trump amenizar tensões comerciais. Descubra como isso impactou as bolsas e quais setores se destacaram!

22/01/2026 17:17

2 min

Mercados Europeus Disparam em Alta com Alívio nas Tensões Comerciais de Trump!
(Imagem de reprodução da internet).

Mercados Europeus Encerram em Alta Após Alívio nas Tensões Comerciais

As bolsas de valores da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira (22), em um clima de alívio após o presidente dos EUA, Donald Trump, recuar de suas ameaças comerciais contra aliados europeus. A diminuição das tensões relacionadas à Groenlândia ajudou a restaurar o apetite por risco, beneficiando setores mais expostos ao comércio internacional.

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Além disso, investidores ajustaram suas posições em resposta a novos dados econômicos e à proximidade da reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA. Em Londres, o FTSE 100 teve um aumento de 0,12%, alcançando 10.150,05 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,28%, atingindo 24.876,24 pontos.

O CAC 40, em Paris, avançou 0,99%, fechando a 8.148,89 pontos.

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Desempenho das Ações e Setores em Destaque

O FTSE MIB de Milão registrou um crescimento de 1,36%, chegando a 45.091,23 pontos, enquanto o Ibex 35 de Madri subiu 1,37%, alcançando 17.678,90 pontos. O PSI 20 de Lisboa teve um ganho de 1,70%, fechando a 8.604,45 pontos. Vale ressaltar que essas cotações são preliminares.

O anúncio de um “arcabouço” de acordo envolvendo a Groenlândia diminui os riscos imediatos, segundo o ING. No entanto, o mercado ainda aguarda mais detalhes e tende a voltar a se concentrar em fatores macroeconômicos, especialmente com a reunião do Fed se aproximando, no final do mês.

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Setores em Alta e Baixa

Entre as ações, as montadoras se destacaram, beneficiadas pela suspensão das tarifas, com a Volkswagen subindo mais de 6% em Frankfurt. A Deutsche Börse também teve um aumento de cerca de 4% após anunciar um acordo para adquirir a Allfunds, um movimento considerado positivo para os resultados já no primeiro ano, segundo analistas do JPMorgan.

No entanto, ações do setor de defesa, como Rheinmetall e Leonardo, apresentaram quedas de aproximadamente 3,4% e 3,1%, respectivamente, devido à percepção de menor risco geopolítico. Em Londres, as ações ligadas a metais enfrentaram pressão, com mineradoras registrando uma queda de cerca de 0,5% em um dia de ajuste do ouro.

Nos Estados Unidos, os dados econômicos divulgados ao longo do dia reforçaram um cenário considerado construtivo, indicando um crescimento resiliente da atividade e uma inflação sob controle. O monitoramento do CME Group mostra que o mercado ainda espera um primeiro corte de juros apenas em junho.

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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