Mascar chiclete pode aumentar o alerta nos estudos, mas não há prova de que melhore a memória

Estudantes podem recorrer à prática de recuperação, com exercícios e perguntas, para reforçar conexões da memória sem depender do chiclete.

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Mascar chiclete pode aumentar o estado de alerta e a atenção, mas não há evidências suficientes de que melhore a memória. Um estudo da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, não encontrou benefícios significativos na memorização de histórias e listas de palavras.

Os resultados foram publicados na revista científica “Nutritional Neuroscience”. Segundo Marcelo Gobbo, médico de família, a mastigação pode estimular mecanismos ligados à atividade cerebral, mas isso não comprova melhora do desempenho intelectual ou da retenção de informações.

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Recuperação ativa ajuda a reforçar a aprendizagem

Uma técnica de estudo com respaldo científico é a prática de recuperação: tentar lembrar o conteúdo antes de consultar anotações ou material didático. Exercícios, perguntas, cartões de revisão e explicações feitas pelo próprio estudante podem ser usados para isso.

Ao buscar as informações na memória, em vez de apenas reler o conteúdo, o estudante fortalece as conexões relacionadas ao aprendizado. Gobbo afirma que esse processo favorece a retenção das informações a longo prazo.

Distribuir as revisões ao longo dos dias pode ser mais eficiente do que concentrar o estudo em uma única sessão. Também é possível alternar entre disciplinas, especialmente quando é preciso diferenciar conceitos semelhantes.

Sono e ansiedade também afetam a memória

O sono tem papel importante na consolidação do que foi aprendido. Estudos sobre privação de sono apontam prejuízos à memória quando o descanso é insuficiente antes ou depois do contato com novos conteúdos.

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A ansiedade pode atrapalhar a concentração e a rotina de aprendizagem. Para lidar com o estresse, Gobbo recomenda manter hábitos regulares de sono, fazer exercícios de respiração e incluir pequenas pausas nos períodos de estudo.

O chiclete pode favorecer o estado de alerta em algumas situações, mas não substitui métodos de revisão nem garante melhor memorização. A recuperação ativa, as revisões distribuídas e o descanso adequado são alternativas para apoiar o aprendizado.

A Redação Clique Fatos assina a cobertura geral do portal. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de fontes identificadas (órgãos oficiais, agências e veículos de imprensa) e passam por revisão editorial, sob responsabilidade do editor Aron Medeiros. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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