Marina Silva confirma pré-candidatura ao Senado por São Paulo; o que isso significa para Lula?

A pré-candidatura de Marina Silva ao Senado por São Paulo pode impactar a estratégia eleitoral de Lula. Quais são as implicações para a chapa de Haddad?

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Foto: Reprodução/CNN Brasil
Foto: Reprodução/CNN Brasil

Marina Silva Confirma Pré-Candidatura ao Senado por São Paulo

A deputada federal Marina Silva (Rede-SP) reafirmou, em entrevista à CNN Brasil nesta quinta-feira (11), sua pré-candidatura ao Senado Federal representando São Paulo. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, que também é pré-candidato ao governo do estado, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não definiram a composição do palanque eleitoral.

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Além de Marina, outros nomes como a ex-ministra do planejamento Simone Tebet e o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França, ambos do PSB, estão sendo considerados para as duas cadeiras em disputa neste ano.

Marina destacou a importância de formar uma chapa forte para apoiar Haddad e Lula, afirmando: “É estratégico para a campanha de Lula uma chapa forte aqui em SP. Haveremos de finalizar o mais rápido possível a chapa de duas vagas para o Senado e vice de Fernando Haddad.” Apesar da indefinição, a avaliação é de que Marina pode contribuir significativamente para a eleição de Lula na capital paulista e na região metropolitana, enquanto Tebet apresenta um desempenho mais favorável no interior do estado.

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“Estamos com o nosso time da federação Rede-PSOL já colocados. O PSOL é um partido que possui seis deputados federais e já foi ao segundo turno duas vezes aqui no estado. É justo que estejamos representados na chapa majoritária”, afirmou Marina.

Sua declaração ocorre em um contexto que abre espaço para sua candidatura ao Senado. Fontes consultadas pela CNN Brasil indicam que há uma negativa de um outro candidato, que busca assegurar um mandato a partir de 2027, após ter sido derrotado na disputa de 2022.

O pessebista conversou com Lula no final de maio e deve considerar a possibilidade de desistir da candidatura, dependendo de uma oferta futura caso o petista seja reeleito e Haddad não consiga a governadoria.

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