Lula vence com 51,79% e Alcolumbre pede humildade e união ao reeleito; Flávio tem 48,21%
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), pediu humildade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no domingo (25), depois que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proclamou a reeleição do petista. Em discurso, Alcolumbre afirmou que o Congresso Nacional vai atuar em busca da pacificação do país.
Ao falar da relação com o Palácio do Planalto, o senador disse que não pede mudança de ideologia, mas cobra do presidente a missão de unir e pacificar o Brasil. Para ele, o clima de agressividade atual não é bom e precisa ser superado.
Alcolumbre cobra pacificação e fala em solução de problemas
Alcolumbre disse que o Legislativo é o espaço onde chegam os sonhos e as angústias de um país de dimensões continentais. Ele classificou como positiva a boa relação entre Câmara e Senado, que, segundo ele, traz resultados para a sociedade brasileira.
A fala foi feita ao lado de Hugo Motta (Republicanos), presidente da Câmara. Motta, por sua vez, elogiou o sistema eleitoral brasileiro e chamou a data de “um dia de alegria para nós, democratas”.
Lula tem 51,79% dos votos válidos com urnas totalizadas
Com 100% das urnas apuradas, Lula somou 51,79% dos votos válidos, o equivalente a 64.256.232 eleitores. O senador fluminense Flávio Bolsonaro (PL) ficou com 48,21%, ou 59.826.041 votos.
Alcolumbre classificou o resultado como uma “vitória da democracia” e pediu respeito à “vontade soberana do povo”. Ele também cumprimentou Flávio Bolsonaro pela participação na disputa, gesto que Hugo Motta repetiu em seu discurso.
Flávio Bolsonaro não reconhece resultado e pede anulação
Após o fim da totalização dos votos, Flávio Bolsonaro afirmou não reconhecer o resultado e disse que vai pedir a anulação do pleito. Alcolumbre rejeitou a possibilidade de acatar o pedido e afirmou que não há o que contestar.
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Na avaliação do presidente do Senado, o eleitor votou sem pressão, o que, para ele, confirma a democracia. “Nós precisamos respeitar a vontade soberana do povo”, declarou.
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