Lula afirma não participar de negociações relativas ao Imposto sobre Operações Financeiras: “inconstitucional”

O chefe do Executivo afirma, contudo, que não há nada de incomum e que se trata de uma “disputa política interna à democracia”.

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Foto: Reprodução
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na segunda-feira (7.jul.2025), que não está envolvido em uma “mesa de conciliação” no caso do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Ele classificou a aprovação do PDL [Projeto de Decreto Legislativo] como “anticonstitucional”, argumentando que decretos fazem parte da competência do Executivo.

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“Não estou participando de nenhuma mesa de conciliação. Enviamos uma proposta para o Congresso, o Congresso decidiu fazer algo, na minha opinião, antijurídico, porque decreto é uma prioridade do Executivo”, declarou o presidente durante a cúpula do Brics, no Rio de Janeiro.

Para o presidente, não há nada de anormal na falta de acordo entre os Poderes. É apenas uma divergência política que é própria da democracia e vamos resolvendo os problemas.

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Lula afirmou não ter conhecimento da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que agendou uma audiência de conciliação entre os Poderes Executivo e Legislativo para o dia 15 de julho, às 10h, em Brasília.

Houve um PL [Projeto de Lei Ordinária] do Congresso Nacional que foi derrubado. Entramos no Ministério Público. Eu ainda não li a decisão do ministro Alexandre de Moraes porque eu estava no Brics, mas temos outras decisões de outros ministros diferentes de Alexandre de Moraes.

Lula afirmou não ter conhecimento da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que agendou uma audiência de conciliação entre os Poderes Executivo e Legislativo para o dia 15 de julho, às 10h, em Brasília.

Lula afirmou não ter conhecimento da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que agendou uma audiência de conciliação entre os Poderes Executivo e Legislativo para o dia 15 de julho, às 10h, em Brasília.

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Fonte por: Poder 360

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