Luiz Phillipi, aliado de Vorcaro, tem três aparelhos apreendidos e recusa senhas

A operação também apreendeu Rolex, Cartier, uma Land Rover, joias e um documento em nome de Luiz Phillipi durante a investigação do Caso Master.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”

A retirada do sigilo das investigações da PF (Polícia Federal) sobre o Caso Master revelou que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como aliado de Daniel Vorcaro, ex – dono do banco liquidado, teve bens apreendidos durante uma operação do Compliance Zero realizada em março, em Belo Horizonte.

A prisão ocorreu em um apartamento onde Luiz Phillipi estava. No imóvel, as autoridades recolheram três aparelhos que estavam em posse dele. Segundo os registros da investigação, ele se recusou a fornecer as senhas aos policiais.

Bens apreendidos no apartamento em Belo Horizonte

Entre os objetos encontrados estavam dois relógios de marcas de luxo: um Rolex e um Cartier. A lista também inclui um carro da marca Land Rover e joias com pedras preciosas.

As joias apreendidas eram compostas por colares, braceletes e anéis. Os objetos foram localizados durante a ação que levou à prisão de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, no âmbito das operações do Compliance Zero.

Os (10) indicam ainda que os bens estavam no apartamento ocupado por Luiz Phillipi no momento da operação. A apreensão reuniu itens de diferentes categorias, como aparelhos, relógios, veículo e peças de joalheria.

Os três aparelhos permaneceram sob posse das autoridades depois que Luiz Phillipi se recusou a informar as senhas. Com isso, os policiais não receberam dele os códigos de acesso aos dispositivos recolhidos durante a prisão.

Documento com nome de Luiz Phillipi

Também foi encontrado na carteira de Sicário um documento de identificação descrito como sendo da “Polícia Judiciária de Menores”. O documento estava em nome de Luiz Phillipi.

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A identificação aparece entre os elementos recolhidos pela PF durante a operação. O registro não é apresentado na investigação como um documento encontrado em outro local, mas especificamente na carteira de Sicário.

A retirada do sigilo permitiu detalhar ainda as condições do imóvel vistoriado pelos agentes. A PF informou que os cômodos não apresentavam roupas e vestimentas que demonstrassem que o apartamento fosse a residência fixa de Sicário.

Na prática, a ausência de roupas e vestimentas nos cômodos foi registrada como um dos aspectos observados pelos investigadores durante a busca. O imóvel, embora fosse o local onde Luiz Phillipi estava quando foi preso, não apresentava sinais de que fosse sua moradia permanente.

Relação com Daniel Vorcaro

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão é descrito nas investigações como aliado de Daniel Vorcaro, ex – dono do banco liquidado. Ele também é identificado pelo apelido de “Sicário”.

A apreensão dos bens ocorreu em uma das operações do Compliance Zero, em março, em Belo Horizonte. A ação faz parte das investigações da PF relacionadas ao Caso Master, cujo conteúdo foi parcialmente tornado público com a retirada do sigilo.

Os documentos citados reúnem informações sobre a prisão, os objetos encontrados e as condições do apartamento. Entre os registros estão a recusa em fornecer as senhas dos aparelhos, a localização do documento na carteira e a falta de vestimentas que caracterizassem o imóvel como residência fixa.

Até os elementos descritos na investigação, foram relacionados à apreensão três aparelhos, dois relógios — Rolex e Cartier —, um carro Land Rover, joias com pedras preciosas e o documento em nome de Luiz Phillipi. A PF também registrou que o apartamento não tinha sinais de ocupação permanente por Sicário.