Lotofácil da Independência: quanto rendem R$ 300 milhões na poupança e no CDB

O prêmio de R$ 300 milhões renderia até R$ 37 milhões em um ano no CDB, superando a poupança em R$ 13 milhões.

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Lotofácil | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Lotofácil | Foto: Reprodução/CNN Brasil

A Lotofácil da Independência de 2026 pode transformar a vida de um sortudo com um prêmio estimado em R$ 300 milhões. Mas, além de gastar o valor principal, o vencedor tem a chance de viver de renda sem nunca tocar nesse montante. Um levantamento feito a pedido da CNN Money mostra quanto esse dinheiro renderia em diferentes aplicações financeiras, considerando a taxa básica de juros atual, de 14%.

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Quem leva o prêmio para casa pode escolher onde aplicar. E a diferença entre as opções é grande. O estudo foi realizado por Michael Viriato, estrategista da Casa do Investidor, que calculou os ganhos possíveis no curto e no longo prazo.

Poupança ou CDB: o que rende mais?

A poupança, tradicional entre os brasileiros, aparece como a opção de menor retorno. Em um mês, os R300 milhões renderiam pouco mais de R$ 1,9 milhão. Já em um ano, o ganho chegaria a R$ 24 milhões. É um valor expressivo, mas fica longe do potencial de outras aplicações.

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Por outro lado, os CDBs de bancos médios se destacam como a melhor alternativa. Considerando uma remuneração de 110% do CDI, os mesmos R$ 300 milhões renderiam R$ 2,8 milhões em apenas um mês. Em 12 meses, o ganho subiria para R$ 37 milhões. A diferença para a poupança é de R$ 13 milhões em um ano.

O levantamento também incluiu o Tesouro Direto, mais especificamente o título pós-fixado Tesouro Selic, e os fundos DI, que acompanham o CDI e a taxa Selic.

Como os investimentos se comparam

Michael Viriato detalhou os ganhos em percentuais e em reais para cada tipo de aplicação. A poupança, mesmo com a Selic em 14%, continua sendo a menos atrativa para quem busca maximizar o retorno. No curto prazo, a diferença já aparece: enquanto a poupança rende cerca de R$ 1,9 milhão em um mês, o CDB de banco médio renderia R$ 2,8 milhões, cerca de R$ 900 mil a mais.

No longo prazo, o abismo aumenta. Em um ano, a diferença entre a pior e a melhor opção chega a R$ 13 milhões. Para o ganhador, a escolha da aplicação pode significar uma renda mensal extra de mais de R$ 2 milhões sem precisar gastar o prêmio principal.

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Com a Selic em 14%, qualquer aplicação que pague um percentual maior que o CDI tende a render mais. A poupança, que tem regras próprias de rentabilidade, acaba perdendo espaço.

O que fazer com o prêmio?

Para quem ganhar os R$ 300 milhões, a primeira decisão após receber o dinheiro é onde aplicar.

O Tesouro Selic e os fundos DI também são opções seguras, com rendimentos próximos ao CDI.

Independentemente da escolha, o vencedor da Lotofácil da Independência pode garantir uma vida financeira confortável sem nunca gastar o prêmio principal.

Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

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