Loovi explica como funcionam os planos flexíveis de seguro auto

Loovi detalha o modelo modular que permite ao motorista escolher coberturas específicas e pagar apenas por elas.

24/09/2026 16:40

2 min

Escolha o seguro auto que você confia para pegar a estrada
Escolha o seguro auto que você confia para pegar a estrada

O mercado de seguros passou por uma transformação nos últimos anos, e as chamadas Insurtechs têm sido as grandes responsáveis por isso. Essas startups de tecnologia aplicada ao setor prometem acabar com a rigidez dos contratos tradicionais, oferecendo um modelo mais adaptável ao dia a dia do consumidor.

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A principal novidade? A possibilidade de montar um plano de proteção sob medida, escolhendo cada cobertura.

Diferente das apólices fechadas de antigamente, o seguro flexível permite que o próprio cliente decida o que incluir no pacote, ajustando a proteção conforme a necessidade e o orçamento. A ideia é que o usuário não pague por serviços que jamais usaria, algo comum nos contratos engessados do modelo convencional.

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Como funciona a mecânica dos planos flexíveis

As Insurtechs operam de forma totalmente digital, usando plataformas online e aplicativos para desburocratizar processos. Tudo pode ser feito pelo celular: desde a cotação inicial até a gestão dos serviços e o envio de documentos. A grande inovação, no entanto, está na autonomia dada ao cliente.

O funcionamento desse tipo de seguro se baseia em quatro pilares. O primeiro é a contratação modular e personalizável. Em vez de um pacote fechado, o segurado encontra uma vitrine de opções — como proteção contra roubo, furto, danos a terceiros ou assistências 24 horas — e escolhe exatamente o que faz sentido para o seu perfil, descartando o restante.

O segundo pilar é a autonomia na contratação. O processo pode ser conduzido pelo próprio usuário, que decide a combinação ideal de coberturas e faz ajustes diretamente no aplicativo, sem burocracia. Caso prefira, o cliente ainda pode contar com o auxílio de um corretor.

Economia e atendimento no modelo digital

Com processos otimizados e uma estrutura operacional mais enxuta, as Insurtechs conseguem repassar parte da economia para o preço final. O consumidor paga um valor justo, atrelado estritamente ao nível de proteção que selecionou. Isso elimina o desperdício de cobranças por coberturas que não se encaixam na rotina de cada um.

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Apesar da interface totalmente digital, o suporte ao cliente não perde o toque pessoal. O acompanhamento de solicitações e o atendimento em emergências combinam a agilidade dos canais digitais com equipes prontas para prestar um serviço humanizado e transparente.

Na prática, a tecnologia atua como uma aliada para colocar o cliente no centro do serviço, unindo liberdade de escolha, menos burocracia e facilidade de gestão diretamente na palma da mão.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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