Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, afirma que a rendição do Irã é decisão exclusiva de Donald Trump. O que isso significa para o futuro do país?
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou nesta sexta-feira (6) que a decisão sobre a “rendição incondicional” do Irã cabe exclusivamente ao presidente dos EUA, Donald Trump. Ela enfatizou que, como comandante-em-chefe das Forças Armadas, Trump determinará quando o Irã não representará mais uma ameaça aos Estados Unidos.
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Leavitt explicou que, uma vez que os objetivos da Operação Fúria Épica forem totalmente alcançados, o Irã estará em uma posição de rendição, independentemente de sua declaração oficial. Ela destacou que os Estados Unidos e Israel eliminaram mais de 50 líderes do antigo regime terrorista, incluindo o Líder Supremo.
Mais cedo, Donald Trump afirmou que não haverá acordo com o Irã, uma semana após o início de uma ofensiva ao lado de Israel contra Teerã. A porta-voz não especificou exigências para que os líderes iranianos abandonassem suas ambições nucleares ou vínculos com grupos terroristas.
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Trump também mencionou que, após a escolha de um “grande e aceitável líder”, ele e seus aliados trabalharão para trazer o Irã de volta da beira da destruição, além de buscar impulsionar a economia iraniana. Em uma entrevista à Reuters na quinta-feira (5), ele expressou seu desejo de estar envolvido nas negociações relacionadas ao Irã.
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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.