Justiça do Rio condena Orlando Curicica a mais de 35 anos de prisão por homicídio

O ex-PM, apontado como chefe de milícia, mandou atacar duas pessoas em 2015 por causa do aluguel de um terreno.

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Foto: Reprodução
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Justiça do Rio condena o ex-policial Orlando Curicica a mais de 35 anos de prisão

A Justiça do Rio de Janeiro sentenciou o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo, conhecido como Orlando Curicica, a mais de 35 anos de reclusão. Ele foi condenado pelo assassinato de Wagner Raphael de Souza e pela tentativa de homicídio de uma mulher.

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A decisão foi proferida após um julgamento realizado na quarta-feira (20) e é resultado de uma denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, referente aos crimes ocorridos em junho de 2015, na localidade de Curicica, na Zona Oeste do Rio.

Na ocasião, as vítimas foram atacadas dentro de um veículo por indivíduos que estavam em outro carro, sob ordens de Orlando. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu todas as teses apresentadas pela 1ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital, reconhecendo a existência de qualificadoras, como motivo torpe e o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

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As investigações indicam que o crime foi motivado por uma desavença relacionada ao aluguel de um terreno, supostamente alugado sem a autorização de Orlando, que é descrito nos autos como uma liderança criminosa na área. Segundo o MPRJ, o ataque foi premeditado e realizado de forma surpresa, sem que as vítimas tivessem chance de reagir.

A sentença enfatizou o planejamento da ação criminosa, a violência utilizada e a posição de mandante exercida pelo réu, além de levar em conta seus antecedentes criminais desfavoráveis. Orlando Curicica também é identificado como chefe de uma milícia no Rio.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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