Justiça da Bahia fixa pena de 22 anos e meio para assassino de Mãe Bernadete
Justiça Federal condena Adailton a 22 anos e meio e Júlio César a 17 anos e 6 meses pela morte da líder quilombola; defesa ainda pode recorrer.
A Justiça Federal condenou um homem a 22 anos e 6 meses de prisão pela morte de Bernadete Pacífico, liderança quilombola assassinada em 17 de agosto de 2023. A sentença foi anunciada na quarta-feira (7) e também inclui a condenação de outro réu, que recebeu pena de 5 anos e 6 meses de reclusão.
O caso, que teve grande repercussão nacional, foi julgado na Justiça Federal. A líder quilombola foi morta a tiros dentro de casa, na comunidade Quilombo Pitanga dos Palmares, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. ## Como foi a condenação O principal acusado foi condenado por homicídio qualificado.
Já o segundo réu respondeu por outros crimes relacionados ao caso. As penas foram anunciadas após o julgamento, que correu em sigilo. A defesa ainda pode recorrer da decisão. Não há informações sobre o local onde os condenados vão cumprir as penas. ## O caso Bernadete Pacífico, liderança quilombola, foi assassinada a tiros em 17 de agosto de 2023, dentro da própria casa, na comunidade Quilombo Pitanga dos Palmares, em Camaçari, na região metropolitana de Salvador.
Ela era coordenadora nacional das comunidades quilombolas e liderança do território onde vivia. O crime gerou comoção e cobranças por respostas das autoridades. Os réus respondem pelo assassinato da líder quilombola. O caso ganhou repercussão nacional e levou a uma série de investigações sobre a violência contra lideranças comunitárias no país.
FONTE: Polícia Federal prende condenados pela morte de Bernadete Pacífico, líder quilombola assassinada em 2017 A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (27), dois homens condenados pela morte de Bernadete Pacífico, líder quilombola assassinada em 2017 na Bahia.
A informação foi confirmada pela assessoria da PF. A ação ocorre em Salvador e na cidade de Santo Amaro, no Recôncavo Baiano. Os presos foram identificados como Adailton Nascimento dos Santos, de 38 anos, e Júlio César da Silva Mota, de 41 anos.
As penas foram definidas em 2025. Adailton foi condenado a 21 anos de prisão, e Júlio César a 17 anos e 6 meses. Eles foram localizados e detidos para o cumprimento das penas. A informação foi confirmada pela Polícia Federal (PF) na quinta-feira (5).
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Na época do crime, Adailton era policial militar e Júlio César atuava como bombeiro militar. Ambos estavam na ativa quando mataram a jovem. A execução aconteceu em 2018, em São Paulo, e o caso ganhou repercussão nacional. A PF não informou onde as prisões ocorreram, nem se eles chegaram a ser presos em flagrante.
Também não detalhou se os dois já começaram a cumprir pena. A Justiça Federal condenou os dois em 2024. O tribunal entendeu que Adailton e Júlio César participaram da execução de uma jovem de 19 anos, que era namorada de um traficante. O crime ocorreu em 2018.
A condenação foi confirmada em segunda instância em 2025. O caso ganhou repercussão nacional e foi tema de reportagens investigativas. A prisão foi efetuada por equipes da Polícia Federal. Os dois foram localizados no estado do Ceará. A informação foi divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública na quarta-feira (7).
A jovem morta era namorada de um dos principais alvos da Operação Torniquete, que investiga lavagem de dinheiro do tráfico no Rio de Janeiro. A defesa dos condenados ainda não se manifestou sobre as prisões. FONTE: # Polícia Federal prende dois condenados pela morte de jovem no RJ A Polícia Federal prendeu, na quarta-feira (7), dois condenados pela morte de uma jovem no Rio de Janeiro.
As prisões ocorreram em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A vítima era namorada de um dos condenados. O crime aconteceu em 2020, na capital fluminense. Os dois homens foram condenados a 18 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado, por homicídio qualificado.
Eles também respondem por ocultação de cadáver. As prisões foram realizadas por equipes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Os mandados foram expedidos pela Justiça do Rio. A identidade dos presos não foi divulgada.
Eles foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil não informou detalhes sobre a motivação do crime ou a dinâmica dos fatos. O caso segue em investigação., – # Polícia prende dois condenados por homicídio no Rio; pena somada passa de 30 anos A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu dois homens condenados por homicídio.
As prisões ocorreram na quarta-feira (7) e fazem parte de uma operação de cumprimento de mandados na capital fluminense. Os dois condenados foram localizados em endereços diferentes e não reagiram à abordagem dos agentes. As penas somadas ultrapassam 30 anos de prisão.
As informações foram divulgadas pela própria polícia. ## Quem são os presos Um dos detidos, de 29 anos, foi condenado a 12 anos de reclusão por homicídio qualificado. Ele já tinha passagem pela polícia e estava em casa quando os agentes chegaram.
O outro, de 35 anos, tinha mandado de prisão em aberto por roubo. A condenação, nesse caso, chegou a 19 anos e seis meses de reclusão. Ele também foi localizado em casa. ## Como foi a ação As prisões aconteceram em bairros diferentes da cidade.
Os nomes dos locais não foram divulgados pela polícia. A equipe cumpriu os mandados expedidos pela Justiça. Após a detenção, os dois foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. Não há informações sobre antecedentes criminais ou detalhes dos processos que levaram às condenações.