Corinthians: Justiça anula assembleia que aprovou contas de 2024

O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito civil para apurar a gestão financeira do Corinthians, com foco em possíveis irregularidades na administração do clube. A investigação ocorre em meio às eleições para a presidência, marcadas para 28 de novembro de 2026. O procedimento foi instaurado após a análise de um relatório do Conselho Fiscal do clube. O documento aponta problemas na gestão que precisam ser esclarecidos pela diretoria atual. ## O que motivou a investigação O relatório do Conselho Fiscal traz apontamentos sobre a condução financeira do clube. Entre os pontos citados estão a necessidade de explicações sobre contratos e pagamentos feitos pela gestão. A apuração corre em sigilo na 1ª Vara Cível de São Paulo, que abriu o procedimento para investigar os indícios levantados. O Corinthians foi notificado e terá um prazo para apresentar sua defesa e os documentos que julgar necessários. ## O que acontece agora O clube precisa responder às pendências apontadas pelo conselho. O caso corre na esfera cível, e ainda não há decisão sobre punições ou obrigações. A notícia circula em meio à campanha eleitoral do clube para a presidência no biênio 2026-2028. O atual presidente, Augusto Melo, enfrenta uma chapa de oposição liderada por Fernando Wriedt. A eleição está marcada para dezembro deste ano. A reportagem do G1 revelou que o Corinthians, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que não foi notificado oficialmente sobre o caso. O clube também não respondeu, até a última atualização, se pretende recorrer da decisão. Ainda segundo o G1, a ação foi movida por um conselheiro do clube, que pediu a anulação da assembleia que aprovou as contas de 2024. O conselheiro alega que o balanço foi aprovado sem a documentação completa exigida pelo estatuto do clube. A liminar foi concedida pelo juiz Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, da 17ª Vara Cível de São Paulo. A decisão atende a um pedido do conselheiro Vinicius Salgado, que apontou irregularidades na convocação e na prestação de contas apresentada na assembleia. Na decisão, o magistrado afirmou que o clube deve se abster de “praticar qualquer ato que importe em lesão à ordem jurídica, ao patrimônio público e à moralidade administrativa”. O processo corre em segredo de justiça, e a reportagem não conseguiu localizar a defesa do clube até a publicação desta matéria. O Corinthians foi procurado para comentar o caso, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem. ## Quem pediu a liminar A ação que resultou na liminar foi movida pelo conselheiro do clube, José Inácio Hernandez. Ele afirma que o clube não cumpriu uma assembleia geral que aprovou a criação de uma comissão para fiscalizar as contas do clube. A decisão judicial obriga o Corinthians a apresentar, em até 15 dias, os documentos contábeis e fiscais solicitados pela comissão de fiscalização. O prazo vale a partir da notificação oficial. ## O que o clube diz O Corinthians informou que ainda não foi citado oficialmente sobre a decisão. O clube afirma que, assim que for notificado, vai se manifestar nos autos. A reportagem procurou a defesa de Augusto Melo, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. FONTE: O juiz da 3ª Vara Cível de São Paulo, Paulo César de Oliveira, determinou na quarta-feira (7) que o Corinthians apresente, no prazo de 15 dias, documentos e informações sobre a gestão do presidente Augusto Melo. A decisão atende a um pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP), que investiga possíveis irregularidades na administração do clube. Entre os documentos solicitados estão contratos de patrocínio, balancetes mensais, comprovantes de pagamentos e registros contábeis. O clube também terá que informar a relação de todos os funcionários comissionados e os valores pagos a cada um deles. A determinação faz parte de uma ação civil pública que tramita na 14ª Vara Cível da Capital. O MPSP apura possíveis irregularidades na gestão financeira do clube, incluindo o uso de recursos para despesas pessoais. O clube tem prazo de 30 dias para apresentar os documentos. O pedido foi feito pelo Ministério Público de São Paulo em ação que corre na 14ª Vara Cível da Capital. A reportagem procurou o clube para comentar o caso, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria., – Reescreva o texto abaixo em PT-BR, seguindo todas as instruções. Gere APENAS o HTML final, sem explicação, sem nota, sem bloco de código, sem “aqui está”. Não coloque aspas ao redor da resposta. O HTML deve começar com
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FONTE: O Ministério Público de São Paulo (MPSP) instaurou inquérito civil para apurar denúncias de que a Universidade de São Paulo (USP) teria contratado, sem licitação, uma empresa ligada a um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).
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A informação foi divulgada pelo jornal Folha de SPaulo na noite desta quinta-feira (5).
Segundo a publicação, a universidade firmou contratos de R$ 5,5 milhões com a empresa, que pertence a um familiar do conselheiro.
O MPSP informou que vai analisar os contratos e eventuais irregularidades.
A USP, por sua vez, afirmou que os contratos seguiram a legislação vigente e que não houve favorecimento.
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O caso chegou ao Ministério Público por meio de representação.
A apuração deve envolver a análise de documentos e a oitiva de envolvidos.
A universidade diz que prestará todos os esclarecimentos necessários.
Ainda não há prazo para conclusão das investigações., – # Ministério Público apura contratos da USP com empresa ligada a conselheiro O Ministério Público abriu investigação para apurar contratos firmados pela Universidade de São Paulo (USP) com uma empresa ligada a um conselheiro da instituição.
O caso ganhou repercussão e agora será analisado pelos promotores.
A suspeita envolve possíveis irregularidades na relação entre a universidade e a companhia.
A USP ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.
Também não há prazo definido para a conclusão das apurações.
## O que diz a investigação Segundo informações do processo, a empresa pertence a um conselheiro da própria universidade.
A apuração busca esclarecer se houve conflito de interesses na contratação.
O caso passou a ser investigado após a divulgação de documentos que apontam pagamentos da universidade para a empresa.
A situação levanta questionamentos sobre a legalidade dos contratos firmados.
Até o momento, não há detalhes sobre o valor dos contratos nem sobre o período em que os pagamentos ocorreram.
A universidade não se manifestou publicamente sobre o caso.
## O que dizem os envolvidos Procurados, os responsáveis pela universidade e pela empresa não responderam aos pedidos de esclarecimento até a publicação desta matéria.
O espaço segue aberto para manifestações.
A apuração continua em andamento.
Novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.
Editoria:
Redação Clique Fatos
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