JPMorgan diz que IA tem espaço na Bolsa: onde estão as 225 “novas oportunidades” do banco

Estudo global do banco analisou 2.636 empresas e aponta que 672 são de pequeno e médio porte, longe das gigantes de tecnologia que lideraram o rali da IA.

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As letras “AI” (inteligência artificial, na sigla em inglês) são posicionadas sobre uma placa-mãe de computador nesta ilustração feita em 23 de junho de 2023. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
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O JPMorgan avalia que ainda há espaço para ganhos com ações de inteligência artificial, mas as melhores oportunidades podem estar fora dos nomes mais conhecidos da Bolsa. Em um estudo global, o banco identificou 2.636 empresas expostas à cadeia de IA.

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Depois de quase dois anos de euforia com o tema, muitos investidores se perguntam se ainda vale a pena apostar no setor. A resposta do banco é positiva, com a ressalva de que o potencial está mais espalhado do que parece.

Lista do JPMorgan reúne 937 ações

Do total de 2.636 companhias, 73% não integram ETFs de IA nem as cestas temáticas que costumam ser acompanhadas pelos investidores. Depois de filtros de exposição de receita e da avaliação de analistas setoriais, o banco reduziu a lista para 937 ações.

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Dessas, 672 são de pequena e média capitalização (SMid Caps) e 265 são large caps. Outras 225 são classificadas como “novas oportunidades”, ou seja, ainda pouco exploradas pelo mercado.

Empresas menores podem oferecer mais retorno

A principal conclusão do relatório aponta para a expansão do tema para além das gigantes de tecnologia, que puxaram a alta nos últimos anos. Os estrategistas afirmam que, na contramão do consenso, são as companhias de menor e média capitalização que apresentam as oportunidades mais atraentes neste momento.

O banco também chama atenção para segmentos menos óbvios, como a construção de infraestrutura energética, os equipamentos industriais, os serviços de TI e até imobiliárias especializadas em data centers.

Rali perde força, mas tendência segue de pé

Mesmo com a desaceleração recente das ações de tecnologia, o JPMorgan mantém uma visão construtiva sobre o tema. Os estrategistas reconhecem que o rali da IA perdeu fôlego desde maio.

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Na avaliação deles, o mercado passou a olhar demais para um grupo restrito de vencedores e deixou de lado boa parte da cadeia produtiva que deve se beneficiar com a expansão dos investimentos. Para o banco, o próximo capítulo da IA deve ser distribuído entre centenas de empresas ainda fora do radar da maioria dos investidores.

A Redação Economia reúne a cobertura do Clique Fatos sobre economia, negócios, mercado financeiro, agronegócio e finanças pessoais. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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