João Gabriel Fernandes aponta 3 causas de alopecia que mudam o tratamento

Diagnóstico médico diferencia causas hormonais, autoimunes e inflamatórias da alopecia e evita tratamentos genéricos, que podem não trazer resultado.

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Alopecia areata é uma condição autoimune crônica e inflamatória que vai além da questão estética.
Alopecia areata é uma condição autoimune crônica e inflamatória ...
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A alopecia pode ter causas diferentes e, por isso, exige diagnóstico antes da escolha de um tratamento, afirmou o tricologista João Gabriel Fernandes em entrevista à CNN Brasil no domingo (18). O especialista alertou que recorrer a soluções rápidas vistas na internet pode levar a tentativas sem resultado.

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O tratamento depende da origem da queda e do tipo de alopecia. Em alguns casos, o cabelo pode voltar a crescer em poucos meses; em outros, é necessário acompanhamento contínuo e de longo prazo.

Tipos diferentes de alopecia exigem abordagens próprias

O termo alopecia abrange condições distintas. A androgenética, conhecida como calvície, está ligada a fatores genéticos e hormonais. Já a alopecia areata é autoimune, provoca falhas e tem comportamento imprevisível.

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Também existem as formas cicatriciais, mais raras, em que o dano aos folículos é permanente. Fernandes explicou que quadros com aparência semelhante podem ter causas diferentes.

“A alopecia não é uma única doença, e esse é o principal erro de quem tenta tratar a queda de cabelo sem diagnóstico. Cada tipo tem uma causa diferente, hormonal, autoimune ou inflamatória, e isso muda completamente a estratégia. Quando tratamos de forma genérica, o risco de não ter resultado é muito alto”, disse.

Avaliação médica ajuda a identificar a causa

A queda também pode estar relacionada a deficiência nutricional, processos inflamatórios silenciosos, alterações hormonais, estresse crônico ou sensibilização química do couro cabeludo. Sem identificar a origem, afirmou o especialista, o tratamento pode se transformar em tentativa e erro.

Como a resposta varia conforme o tipo de alopecia, Fernandes defendeu um plano individualizado, elaborado a partir de avaliação médica. “Hoje falamos muito mais sobre equilíbrio do organismo, controle inflamatório e fortalecimento do couro cabeludo do que apenas estimular crescimento.

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O cabelo saudável é consequência de um ambiente biológico saudável. Quando o corpo funciona melhor, o fio responde”, concluiu.

A Redação Saúde e Educação reúne a cobertura do Clique Fatos sobre saúde, bem-estar e educação. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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