Isabel Rossi, de 14 anos, cria modelo que indica onde instalar sensores de terremoto

Finalista do Thermo Fisher Junior Innovators Challenge, a estudante de Williamsburg propõe cinco novos sensores para ampliar em 16,7% a cobertura na detecção.

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Isabel Rossi, 14, apresenta seu modelo de sensores sísmicos | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Isabel Rossi, 14, apresenta seu modelo de sensores sísmicos | Fo...
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Uma estudante de 14 anos de uma escola pública em Williamsburg, Virgínia, nos Estados Unidos, criou um modelo matemático que ajuda a definir onde instalar sensores de terremoto. Isabel Rossi é finalista do concurso Thermo Fisher Scientific Junior Innovators Challenge.

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Ela concorre com outros 10 mil estudantes de ensino fundamental inscritos. O vencedor principal recebe US$ 25 mil, cerca de R$ 136 mil na cotação atual, e a soma de todas as categorias do concurso passa de US$ 100 mil.

Leitura sobre dificuldades na detecção inspirou o projeto

A ideia nasceu de um artigo publicado na revista Physics Today sobre os obstáculos para identificar terremotos. Isabel já tinha sentido um tremor de terra e se interessava pelo assunto, então resolveu se dedicar ao problema.

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Durante seis meses, ela estudou diferentes formas de usar a matemática para tomar decisões. Comparou esses métodos com dados de sismologia da região de Los Angeles, na Califórnia, e com modelos computacionais de posicionamento de sensores.

Para isso, não precisou visitar os locais. Bastou consultar um banco de dados online, que mostrava onde os aparelhos atuais estavam instalados e onde houve terremotos no passado.

Programa testa milhares de combinações de sensores

Isabel escreveu um programa que gerava distribuições aleatórias de sensores no espaço. Cada uma delas passava por dois métodos matemáticos que consideram fatores como o difícil acesso a certos pontos, a abrangência da cobertura e a escassez de recursos.

O objetivo era encontrar o arranjo que equilibrasse melhor todos esses critérios, da economia à área monitorada. Depois de vários testes, ela chegou a uma solução que apresentava o melhor desempenho.

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Segundo o projeto, a disposição proposta elevaria a cobertura da detecção de terremotos em 16,7%. O ganho inclui áreas que hoje não são monitoradas e exige apenas cinco novos sensores.

A melhoria ainda não foi aplicada na prática. Mesmo assim, o trabalho pode aprimorar as decisões que a sismologia toma daqui para frente.

Trabalho concorre no Thermo Fisher Scientific Junior Innovators Challenge

O projeto se chama “Ouvindo nos Lugares Certos: Teoria dos Jogos e Otimização para Posicionamento de Sensores de Terremoto”. Ele faz parte do concurso organizado pela Society for Science, no qual Isabel aparece entre os finalistas.

A Redação Variedades reúne a cobertura do Clique Fatos sobre horóscopo, comportamento e curiosidades. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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