Derrite reconhece derrota de Flávio, mas critica TSE e Justiça Eleitoral por “nada fizeram”

Senador eleito, Derrite admite não ter provas de fraude, diz que vai atuar no Senado em segurança pública e defende reorganização da oposição no Congresso.

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Guilherme Derrite (PP), senador eleito por São Paulo
Guilherme Derrite (PP), senador eleito por São Paulo

Na gravação, ele critica a condução da campanha, questiona a atuação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e defende a reorganização da oposição no Congresso Nacional. Derrite não comentou a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil, episódio que causou surpresa e descontentamento entre aliados do candidato derrotado.

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Derrite acusa campanha de Lula por disseminar fake news

Mesmo admitindo o resultado, ele disse, ao agradecer aos eleitores que apoiaram Flávio: “Não foi o resultado que a gente queria, não foi o resultado para o qual nós trabalhamos”.

Apesar do reconhecimento, Derrite afirmou que o grupo de Lula usou “uma máquina de disparo de fake news” e que a Justiça Eleitoral e a Justiça brasileira “parece que nada fizeram, ou o que poderia ter sido feito não foi feito”. Para ele, a campanha adversária espalhou medo ao dizer que Flávio acabaria com programas sociais e direitos previdenciários.

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No vídeo, porém, o senador eleito não apresentou provas dessas acusações.

Suspeitas de fraude ficam sem comprovação, admite senador

Derrite também falou sobre os vídeos que circulam com suspeitas de fraude nas eleições. Ele disse, porém, não ter elementos para sustentar essas alegações: “Vi muitos vídeos de pessoas que acreditam que teve fraude. É difícil a gente falar alguma coisa sem ter como provar”.

Na sequência, o senador eleito avisou que afirmar algo sem provas pode trazer problemas com a Justiça. “Qualquer coisa fora disso eu acabo me incriminando, aliás já vimos esse filme anteriormente”, declarou.

Oposição quer atuar no Senado em segurança e fiscalização

Derrite pretende concentrar sua atuação no Senado Federal, sobretudo em pautas de segurança pública e na fiscalização dos demais Poderes. “Nosso trabalho vai continuar, ainda mais lá no Senado Federal. Temos a responsabilidade de proteger nosso país e não permitir que abusos sejam cometidos por quaisquer Poderes”, afirmou.

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Ele defendeu que a oposição use sua representação no Congresso e a presença de governadores aliados ao longo do próximo mandato de Lula. “Serão quatro anos difíceis, mas vamos resistir, trabalhar”, disse. Entre as pautas que pretende acompanhar, citou a redução da maioridade penal, e cobrou que Lula cumpra posições defendidas durante a campanha.

Já no fim da gravação, o senador eleito disse ser grato a mais de 13 milhões de eleitores que, na avaliação dele, apoiaram sua candidatura ao Senado por São Paulo. Ele também prometeu seguir combatendo o crime organizado.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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