Gracinha Caiado, esposa de Ronaldo Caiado, é candidata ao Senado por Goiás em 2026
Gracinha Caiado, esposa do presidenciável Ronaldo Caiado, disputa vaga no Senado com propostas de endurecimento de leis contra violência à mulher.
Maria das Graças Landim de Carvalho Caiado, mais conhecida como Gracinha Caiado, é candidata ao Senado Federal nas eleições de 2026. Aos 67 anos, ela disputa uma vaga pelo estado de Goiás, com chapa encabeçada por ela e composta pelos suplentes Alexandre Baldy (Progressistas) e Fião (correligionário partidário.
O sobrenome não é coincidência: Gracinha é esposa de Ronaldo Caiado (PSD), candidato à Presidência da República.
Filiada ao União Brasil desde 2023, a candidata acumula uma trajetória que mistura advocacia, pecuária e política. Ela foi primeira – dama do estado durante o governo de Caiado e começou a militância no meio agropecuário. A atuação ao lado do marido incluiu projetos no Congresso Nacional, no gabinete de representação em Goiânia e na presidência de honra da OVG (Organização das Voluntárias de Goiás.
Gracinha também coordenou o Gabinete de Políticas Sociais e presidiu o Grupo Técnico Social do estado. À Justiça Eleitoral, ela declarou um patrimônio de R 3,9 milhões.
Propostas e atuação social
Em 2021, Gracinha liderou a criação do Goiás Social, programa que reúne 90 iniciativas voltadas ao combate da vulnerabilidade e à inclusão social nos 246 municípios goianos. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a OVG e sob a liderança do Gabinete de Políticas Sociais.
A candidata também defende serviços como o Goiás Social Mulher, que oferece atendimentos gratuitos de saúde, qualificação profissional e capacitação para empregos, além de benefícios sociais.
Nas propostas para o Senado, Gracinha defende o endurecimento das leis em defesa das mulheres. Ela propõe o confisco de bens de condenados por violência contra a mulher. A candidata lidera, pelo União Brasil, as articulações para a disputa ao Senado.
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Disputa e funcionamento do cargo
Nas eleições de 2026, cada estado do país, assim como o Distrito Federal, escolherá dois candidatos ao Senado. Na urna eletrônica, aparecerão três fotos para cada cargo: uma do titular e duas dos suplentes. Os suplentes assumem a vaga quando o titular se afasta para cargos administrativos, tira licença por mais de 120 dias ou em caso de morte, renúncia ou perda de mandato decidida pela Justiça Eleitoral.
Gracinha concorre com outros 10 candidatos: os nomes incluem representantes do PSOL, MDB, PSDB, UP, PL, PRD, PSB, Cidadania, PL e PSD. Uma pesquisa recente aponta mudança em um terço do Senado, conforme os bastidores da CNN.