Já eleitos, governadores entram na campanha de Flávio e Lula com o mesmo medo: a abstenção

Tarcísio prepara 93 atos em São Paulo até sábado (24), enquanto governadores do Sul também vão às ruas.

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Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições em 25 de outubro.

A reta final do segundo turno, marcado para domingo (25), levou governadores eleitos já no primeiro turno a entrar de vez na campanha presidencial. Eles têm reforçado o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) e a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com carreatas, atos públicos e encontros com prefeitos e lideranças locais.

O que move as duas campanhas é o mesmo receio: uma abstenção alta.

Vereadores e prefeitos viram aposta contra a abstenção

Na avaliação de estrategistas, quem tem mais força para mobilizar o eleitorado são as lideranças locais, como vereadores e prefeitos. Esse trabalho acontece tanto nas ruas quanto nas redes.

O esforço ganha peso sobretudo na véspera da votação, quando a meta é convencer o eleitor a sair de casa e votar no domingo.

Tarcísio programa 93 atos em São Paulo até sábado

No campo de Flávio, o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), montou uma agenda de 93 atos em municípios paulistas. A programação vai até sábado (24) e reúne carreatas, motociatas e adesivaços.

Os governadores do Sul também se uniram em favor do senador. Em ações conjuntas, estiveram nas ruas Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, Sergio Moro (PL), do Paraná, e Luciano Zucco (PL), do Rio Grande do Sul.

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