Gana intervém após negativa de entrada de Thomas Partey no Canadá; o que pode acontecer agora?

Intervenção Diplomática do Gana Após Negativa de Entrada de Thomas Partey no Canadá
Após a negativa de entrada do meio-campista ganês Thomas Partey no Canadá, onde ele deveria disputar a partida de estreia da Copa do Mundo contra o Panamá na próxima semana, diplomatas de seu país estão buscando intervir. O jogador de 32 anos aguarda julgamento na Inglaterra por diversas acusações de estupro e agressão sexual, mas se declarou inocente de todas as acusações.
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A estreia de Gana no Grupo L está marcada para quarta-feira, dia 17, em Toronto, contra o Panamá. Em um comunicado divulgado no sábado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Gana afirmou: “O Governo do Gana reafirma o princípio jurídico fundamental da presunção de inocência, pedra angular da justiça e do devido processo legal nas sociedades democráticas.”
O comunicado também destacou que, embora o Gana respeite o direito soberano do Canadá em aplicar suas leis de imigração, a utilização de acusações não comprovadas, sem uma decisão judicial, levanta questões importantes sobre justiça e proporcionalidade. “Assim, o Gana está a procurar estabelecer um diálogo diplomático ativo com as autoridades canadianas competentes sobre esta questão.”
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Os Estados Unidos já haviam permitido a entrada de Partey em seu território, quando a seleção de Gana montou seu centro de treinamento em Providence, Rhode Island. É esperado que Partey se junte à equipe para os próximos jogos da fase de grupos, contra a Inglaterra em Foxborough, Massachusetts, no dia 23 de junho, e contra a Croácia na Filadélfia, em 27 de junho.
Atualmente, Partey joga pelo Villarreal da Espanha e já marcou 16 gols em 58 partidas pela seleção de Gana, incluindo três gols durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026.
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Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.
