Galvão Bueno diz que a Copa de 2026 será a sua última

Narrador, que trabalha para o SBT, descarta o Mundial de 2030 e diz que pode seguir com um programa ou comentários.

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Galvão tratou uma pneumonia viral em novembro de 2025 | Foto: Reprodução/Instagram @galvaobueno
Galvão tratou uma pneumonia viral em novembro de 2025 | Foto: Re...
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Em entrevista publicada nesta segunda-feira, dia 29 de junho de 2026, Galvão Bueno afirmou que a edição atual da Copa do Mundo será sua última experiência como locutor esportivo em grandes torneios.

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O narrador trabalha para o SBT em sua 14ª Copa e descartou cobrir o Mundial de 2030 por causa da idade.

Fim dos jogos: “A idade já não vai permitir”

“Na próxima [Copa], a idade já não vai dar. Não dá”, declarou Galvão em conversa por telefone, segundo a Folha de S.Paulo.

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Embora sua carreira tenha se desenvolvido majoritariamente enquanto locutor para Globo na maior parte do tempo em que esteve ativo no mercado televisivo brasileiro, ele chegou nesta Copa como sócio da NSports— empresa responsável pelos direitos de transmissão parceira com o SBT.

O comunicador esclareceu ainda suas futuras atividades profissionais: “Se eu trabalhar depois disso será apresentando um programa ou gravando algum comentário diário; alguma coisa assim”.

Recorde histórico nas transmissões mundiais

A partida entre Brasil e Japão neste dia 29/jun foi marcada por uma grande conquista pessoal. Segundo os registros oficiais mantidos pelo Guinness World Records, aquele jogo representa a narração número 149 na história das Copas do Mundo para Galvão Bueno.

Essa marca histórica de recordista só veio à tona durante cerimônia realizada em Casa Ronaldo pela Betnacional, patrocinadora dele no momento da entrevista.

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“Eu realmente não sabia desse número”, relatou o narrador; “Fiquei impressionado porque já fiz mais de cinquenta jogos com nossa seleção nas copas internacionais”.

Críticas sobre infraestrutura e preparação física

Além dos anúncios pessoais, galvão aproveitou a oportunidade para criticar as condições oferecidas aos profissionais de mídia nos estádios norte-americanos. Ele apontou que os padrões atuais são inferiores ao nível visto quando os EUA sediaram um torneio em 1994.

O locutor destacou problemas como espaços muito reduzidos no local da transmissão ou distância excessiva do campo principal durante o jogo. Para ele, essa situação é uma “desconsideração com a imprensa televisiva mundial”.

“É muita falta de respeito”, afirmou ainda Galvão Bueno sobre toda aquela organização; e lembrou quem paga por tudo isso: todas as grandes emissoras globais pagando direitos caríssimos pela cobertura.

Rotina pré-Copa após mudança na carreira

Sobre a preparação para esta Copa, o narrador detalhou a rotina. Ele passou por sessões específicas, incluindo exercícios vocais avançados, fonoaudiologia profissional além de um tratamento com injeções visando a limpeza completa no sistema respiratório.

Inicialmente havia sido anunciado que seria seu último torneio mundial; contudo, ao assumir como sócio da NSports e fechar parceria com SBT neste momento específico ele reconsiderou seus planos profissionais atuais.

Desta vez, segundo Galvão Bueno, “a decisão é definitiva”.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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