Gabriella Wilde concluiu formação em psicoterapia e se tornou doula da morte

A atriz e modelo inglesa Gabriella Wilde, 37, contou em entrevista ao programa britânico “This Morning” que se formou como doula da morte, profissional que oferece apoio emocional, espiritual e não clínico a pessoas no fim da vida e a seus familiares.
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Conhecida por trabalhos em projetos como “Doctor Who” e “Mulher-Maravilha 1984”, ela disse que começou a se interessar pelo tema durante a formação em psicoterapia, enquanto ainda trabalhava em “Poldark”, drama histórico da BBC.
A atriz descreveu a formação em entrevista ao “This Morning
Formação começou durante as gravações de “Poldark”
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“Comecei a treinar [à noite] enquanto ainda estava em ‘Poldark’ [drama histórico da BBC]”, contou Gabriella. Ela explicou que o interesse pelo luto levou a uma reflexão sobre a mortalidade e sobre como o assunto é pouco discutido.
“Na verdade, meu treinamento começou quando iniciei minha formação em psicoterapia e, muito rapidamente, me interessei pela nossa relação com o luto e, depois, pela nossa relação com a própria mortalidade. E [eu] logo percebi o quão pouco falamos sobre isso”, completou.
Para a atriz, atuar como doula da morte também mudou sua compreensão sobre a vida. “Tornou-se algo que realmente me transformou”, afirmou.
Gabriella diz que o apoio pode ser apenas estar presente
Wilde acredita que falar abertamente sobre a morte pode ajudar pessoas e famílias a se sentirem “menos isoladas”. Na prática, disse, o trabalho envolve oferecer apoio calmo a quem enfrenta o fim da vida e a seus familiares.
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“Acho que aprendi muito rápido que se trata apenas de estar presente e fazer a diferença”, disse. “Há um processo acontecendo sobre o qual ninguém tem controle, então trata-se apenas de oferecer um apoio calmo e gentil para a família ou para a pessoa, e pode ser tão simples quanto estar lá e segurar a mão dela para que ela não se sinta sozinha.”
Morte da irmã levou atriz a refletir sobre a perda
Em entrevista anterior ao jornal The Times, Gabriella contou que a morte da irmã mais velha, há dois anos, por causa de um tumor cerebral inoperável, a fez pensar sobre a ausência.
“Foi a primeira vez que me deparei realmente com a pergunta: ‘Onde ela está?’ Ela estava tão presente na minha vida que eu pensava: ‘Não consigo ligar para ela, e onde ela está agora?’”, disse na ocasião.
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Redação Entretenimento
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