Flavio Bolsonaro e Lula empatam técnico no primeiro turno em ES

A disputa presidencial de 2026 no Espírito Santo mostra um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro, do PL, e Luiz Inácio Lula da Silva, PT. Segundo a pesquisa realizada pela Real Time Big Data nesta quinta – feira, dia 27, os dois líderes estão com intenções de voto muito próximas em cenário estimulado para primeiro turno.
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O levantamento aponta que candidato bolsonarista registra 35% das preferências eleitorais contra 34% dos votos destinados ao petrista na primeira rodada. A margem de erro considerada pelo instituto é de apenas dois pontos percentuais (para mais ou menos.
Simulação: O empate técnico no Capixaba
Além do duelo principal, o gráfico mostra outros nomes relevantes nas eleições capixabas simuladas. Renan Santos aparece logo atrás, somando 5%. Outros candidatos como Pablo Marçal — apesar da inelegibilidade e constar em ‘concorrendo’ —, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Augusto Cury pontuam com cerca de quatro por cento cada.
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O eleitorado também distribuiu votos nulosbrancos – que totalizam 8% –, além dos indecisos ou não respondentes (que chegam a representar 5%). Os demais concorrentes citados na pesquisa formaram um grupo menor no percentual geral do primeiro turno.
Segundo Turno: Vantagem para Flávio Bolsonaro
Ao simular o segundo turno apenas entre os dois líderes da disputa —Lula contra Bolsonaro —, as intenções de voto mudam ligeiramente. Neste cenário, flerta com vantagem éFlávio registra em torno de 48%, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva fica nos 42%.
Essa diferença coloca candidato bolsonarista fora das margens e confere uma clara superioridade eleitoral dentro do Espírito Santo simulado pelo estudo.
A pesquisa também mediu a rejeição aos presidenciáveis no estado capixaba; nesse quesito, presidente Lula detém um índice alto: são 53% dos entrevistados que afirmaram não votar nele “de jeito nenhum”. Flávio Bolsonaro foi reprovado por cerca de metade (48%) dos votantes.
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Na sequência dessa lista negativa aparecem Pablo Marçal com taxa em torno de 40%, Ronaldo Caiado nos seguintes três anos pela frente…
Avaliação da gestão federal e divisões demográficas
Em relação à avaliação do governo atual na esfera federal, a maioria — ou seja, 55% – desaprova o trabalho feito pelo presidente Lula no momento; contudo, há também um grupo considerável: os eleitores que aprovam chegam aos 42%. A questão qualitativa mostra ainda mais divisão quando se fala sobre classificação geral.
Os resultados apontaram diferenças claras dependendo tanto dos critérios socioeconômicos quanto das faixas etárias. Por exemplo, em grupos de menor renda (até dois salários mínimos), Luiz Inácio Lula da Silva consegue dominar com uma preferência expressiva de 41%, contra apenas 32% do candidato PL nesse mesmo recorte demográfico.
No entanto, o cenário inverte – se drasticamente nas classes sociais mais altas; entre aqueles com rendimento superior a cinco salários mínimos, Flávio Bolsonaro alcança um desempenho notável na marca de 40%. Já para os eleitores que possuem maior poder aquisitivo e são adultos nessa faixa dos 35 aos 59 anos, é onde Bolsonarista apresenta seu melhor resultado em números (com 39%.
Liderança por idade: Lula consolida base
Por outro lado da moeda do perfil demográfico estudado está Luiz Inácio Lula da Silva. Ele lidera isoladamente o grupo etário mais velho — entre aqueles com 60 anos ou mais —, consolidando uma preferência significativa no percentual máximo desse público – alvo de votantes.
O levantamento foi realizado pela Real Time Big Data entrevistando um total de 1.600 pessoas, e ocorreu durante os dias 22 a 26 de agosto em 2026; vale lembrar que há margem de erro prevista para dois pontos percentuais (para menos). O estudo completo encontra registro junto ao TSE sob protocolo BR 03706/2026.
Autor(a):
Sofia Martins
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.



