Flávio Bolsonaro diz confiar em Eduardo após revelações sobre financiamento de filme

Novo Escândalo Envolve Flávio Bolsonaro na Produção do Filme Biográfico
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, expressou total confiança em seu irmão, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), após as revelações sobre o financiamento do filme biográfico do ex-presidente.
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Em entrevista concedida na sexta-feira, 15 de maio de 2026, Flávio afirmou acreditar “100%” na capacidade do irmão de realizar “uma grande obra cinematográfica”.
Ao ser questionado sobre o impacto das denúncias em sua própria campanha presidencial, Flávio enfatizou o compromisso de Eduardo e de si mesmos em produzir um filme de grande qualidade. Ele justificou a iniciativa como uma oportunidade de criar “uma obra de arte”, ressaltando a importância da colaboração entre os irmãos nesse projeto.
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Uma nova reportagem publicada pelo jornal Poder360 revelou que Eduardo Bolsonaro desempenhou um papel ativo como produtor-executivo do longa-metragem. Documentos e mensagens obtidos pelo veículo indicam que o deputado tinha autoridade para aprovar movimentações financeiras do projeto, o que contradiz declarações anteriores sobre sua ausência na gestão dos recursos. A reportagem detalhou que Eduardo estava formalmente vinculado à estrutura financeira da produção, com responsabilidades no controle de pagamentos e transferências internacionais.
Segundo o material, pelo menos R$ 61 milhões foram enviados aos Estados Unidos através de fundos ligados ao advogado e aliados do deputado. Flávio Bolsonaro se manifestou em defesa do irmão, alegando que Eduardo estruturou financeiramente o filme por meio de uma “plataforma legal” para garantir o pagamento do roteirista, Silas.
Ele justificou a utilização dessa plataforma como um mecanismo para assegurar o financiamento do projeto cinematográfico.
Adicionalmente, o pré-candidato expressou receios sobre a dificuldade de atrair investidores para o filme, atribuindo essa situação ao “medo” gerado pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal. Flávio argumentou que investidores temiam ações da Polícia Federal, que ele descreveu como um “esquadrão do Lula”, em referência ao governo do presidente Lula (PT).
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Redação Clique Fatos
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