Flávio Bolsonaro defende classificar facções como terroristas e Lula propõe federalizar a segurança

No primeiro debate presidencial do segundo turno, realizado neste domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL) voltou a defender que facções criminosas sejam classificadas como organizações terroristas caso seja eleito. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, propôs federalizar a segurança pública em um possível próximo mandato.
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O debate marcou o primeiro encontro entre Flávio e Lula na campanha. No primeiro turno, os dois evitaram participar dos debates promovidos por canais de comunicação.
Flávio e Lula faltaram aos debates do primeiro turno
A equipe de Lula alegava que a participação poderia isolá-lo entre os concorrentes de direita, o que, na avaliação do grupo, não seria produtivo para o petista. Flávio, por sua vez, condicionava sua presença à participação do presidente.
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Com as ausências, os debates previstos foram cancelados, com exceção do primeiro, realizado pela Band. O encontro reuniu Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), que criticaram a ausência de Flávio e Lula.
Flávio teve 47,03% dos votos no primeiro turno
Depois da definição do segundo turno, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos, enquanto Lula teve 45,16%. Os dois candidatos demonstraram interesse em participar dos debates da etapa final do pleito.
Durante o debate deste domingo (18), Flávio citou o CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital) ao defender a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. Lula apresentou a proposta de federalizar a segurança pública se assumir um novo mandato.
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Redação Política
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