Flávio Bolsonaro aposta na Copa do Mundo para reverter crise; qual a estratégia da pré-campanha?

Flávio Bolsonaro vê na Copa do Mundo uma oportunidade para reverter sua crise política. Quais são as táticas de sua pré-campanha para conquistar o eleitorado?

13/06/2026 07:31

2 min

Flávio Bolsonaro aposta na Copa do Mundo para reverter crise; qual a estratégia da pré-campanha?
(Imagem de reprodução da internet).

A Copa do Mundo e Flávio Bolsonaro

A Copa do Mundo surge em um momento considerado propício para Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República. Membros da sua pré-campanha acreditam que o torneio pode ajudar a minimizar os efeitos negativos gerados pelo vazamento das conversas entre Flávio e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

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A analista política Débora Bergamasco destaca que a expectativa da equipe é que, na ausência de novos desdobramentos sobre o caso Master, a situação tende a se acalmar.

“Como não há novidades sobre o caso Master, e Flávio assegura à equipe que não surgirá nada novo da parte dele, a avaliação é que a Copa ajuda a assentar essa poeira”, afirmou Bergamasco durante o programa CNN 360º na quinta-feira (11). Segundo a analista, a meta da pré-campanha durante o período da Copa é tripla: mitigar o impacto do caso Master, consolidar a nova equipe de comunicação e aumentar a presença de Flávio Bolsonaro em diversas regiões do Brasil.

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Reformulação da pré-campanha

Simultaneamente à crise, a pré-campanha de Flávio passou por uma reformulação abrangente. A equipe de marketing foi completamente trocada, com a contratação de uma nova consultoria e assessoria de imprensa. O período entre junho e julho será utilizado, conforme aliados, para solidificar esse novo time e ajustar a estratégia de comunicação.

A ideia central é aproximar Flávio da população por meio de agendas em todo o país.

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“Até me disseram que a ideia agora é fazer ‘menos Brasília e mais Brasil’ com Flávio Bolsonaro”, ressaltou a analista. Em viagens recentes ao Paraná e à Bahia, o pré-candidato conseguiu reunir um número significativo de pessoas ao seu redor, embora em menor escala do que as mobilizações ligadas a Jair Bolsonaro.

Essa mudança de postura também se reflete nos conteúdos divulgados nas redes sociais, que agora adotam um tom mais emocional, visando despertar sentimentos no público.

A estratégia busca explorar o contato direto com os eleitores durante as agendas presenciais, criando uma narrativa de proximidade e empatia.

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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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