Chassi 8.100: o que torna único o Bugatti Veyron flagrado com Fernando Alonso em Mônaco

Com carroceria de alumínio polido e estimativa de até R$ 40 milhões, o exemplar avistado com Fernando Alonso tem dono não confirmado pela Bugatti.

2 min

Fernando Alonso: o piloto espanhol completou 45 anos | Foto: AFP
Fernando Alonso: o piloto espanhol completou 45 anos | Foto: AFP

Fernando Alonso foi flagrado ao volante de um Bugatti Veyron Grand Sport Vitesse pelas ruas de Mônaco, em setembro de 2026. O carro tem carroceria de alumínio polido, com acabamento espelhado, e custa até R$ 40 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O chassi 8.100 é o único Veyron Grand Sport Vitesse produzido com essa configuração. Para moldar a carroceria, a Bugatti trabalhou com blocos de alumínio que chegavam a 20 toneladas, e a superfície foi polida e deixada à vista, sem pintura convencional.

Quanto custa o Bugatti de Fernando Alonso?

A estimativa para o veículo vai de 5 a 6,8 milhões de euros, o que corresponde a algo em torno de R$ 29 milhões a R$ 40 milhões. Essa cifra leva em conta a configuração especial do exemplar, que elevou bastante o preço em relação ao modelo convencional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No interior, o couro vermelho Carmine Red aparece ao lado de detalhes em fibra de carbono e alumínio. A combinação une acabamento artesanal e engenharia de alto desempenho.

Mecânica do Veyron segue intacta sob a carroceria

Por baixo do acabamento espelhado, o modelo mantém a mecânica que tornou o Veyron um dos hipercarros mais conhecidos do mundo. O motor W16 de 8,0 litros, com quatro turbocompressores, entrega 1.200 cv de potência e 1.500 Nm de torque.

O desempenho acompanha a aparência. O carro vai de zero a 100 km/h em 2,6 segundos e pode chegar a 410 km/h com o teto fechado. Na configuração conversível, com o teto aberto, a velocidade máxima cai para 375 km/h.

Bugatti não confirma quem é o dono do carro

A ligação com Alonso pede cautela. O bicampeão da Fórmula 1 foi visto ao volante do carro em Mônaco, mas a Bugatti não confirmou oficialmente a identidade do proprietário.

Leia também

A fabricante disse apenas que o veículo passou a integrar a coleção de um novo dono na Riviera Francesa.

Restauração em Molsheim devolveu a configuração original

Mais de uma década após a fabricação, o chassi 8.100 voltou à sede da Bugatti, em Molsheim, na França, para passar por restauração, certificação e recuperação da configuração original. O trabalho foi feito pelo La Maison Pur Sang, programa da marca voltado à preservação, autenticação e restauração de modelos históricos e exclusivos.

Na prática, a equipe removeu personalizações feitas depois da fabricação para devolver ao veículo a proposta original. A Bugatti não divulgou quanto custou a restauração nem identificou o novo proprietário.

Agora certificado pela fabricante, o exemplar está na Riviera Francesa.

A Redação Esportes reúne a cobertura do Clique Fatos sobre futebol brasileiro e internacional, competições e bastidores do esporte. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!