Ceuta: Espanha remove acampamento com 300 imigrantes antes da visita do rei

A remoção das cercas faz parte de acordo entre Espanha e Marrocos, que também prevê a reabertura das alfândegas comerciais fechadas desde 2020.

11/10/2026 22:44

12 min

Polícia espanhola desmantelou o último acampamento de migrantes na praia de Ceuta antes da visita do rei.
Polícia espanhola desmantelou o último acampamento de migrantes ...
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O governo espanhol iniciou nesta semana a remoção de barreiras de arame farpado instaladas na fronteira entre Ceuta e Marrocos. A medida atende a um acordo firmado com o país vizinho e marca uma mudança na política de controle migratório da região.

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A retirada das estruturas faz parte de um entendimento entre os dois países. A decisão foi anunciada depois que a Espanha passou a apoiar a proposta marroquina de autonomia para o Saara Ocidental, encerrando um impasse que durava anos. A fronteira de Ceuta, território espanhol no norte da África, é um dos principais pontos de entrada de imigrantes na Europa. ## O que muda na fronteira As autoridades espanholas começaram a remover os arames farpados que reforçavam a cerca na região de Ceuta.

A medida faz parte de um acordo mais amplo entre Espanha e Marrocos, que também prevê a reabertura das alfândegas comerciais entre os dois países — fechadas desde 2020, durante a pandemia de Covid-19. A retirada dos equipamentos foi confirmada por fontes oficiais.

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A expectativa é que a ação seja concluída nos próximos dias, mas não há prazo oficial divulgado para o fim completo dos trabalhos. ## Reação do governo espanhol O governo da Espanha afirmou que a medida faz parte de um processo de normalização das relações com Marrocos.

A mudança na fronteira, porém, não altera o controle migratório nem a fiscalização na região, segundo autoridades. Ainda não há detalhes sobre como ficará a segurança no local após a retirada das cercas. O assunto é tratado como sensível pelos dois países, que mantêm acordo de cooperação na área migratória. ## O que muda na prática A remoção das cercas de arame farpado era uma reivindicação antiga de associações de defesa dos migrantes.

O equipamento foi instalado em 2005, quando a Espanha reforçou a vigilância na fronteira com Marrocos. A retirada acontece em um momento de aproximação diplomática entre os dois países. A relação bilateral melhorou nos últimos anos, com reuniões de alto nível e acordos de cooperação em áreas como migração e segurança.

Não há data oficial para a conclusão da remoção. A prefeitura de Melilla afirmou que o trabalho começou nesta semana e que a retirada será feita por etapas. Linha fina: Remoção das cercas de arame farpado no perímetro com Marrocos começou nesta semana; prefeitura fala em “normalização” da fronteira.

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Subtítulos sugeridos (2–4):## Remoção começa por trechos urbanos ## O que diz a prefeitura de Melilla ## Reação de ONGs e entidades ## Próximos passos, – Aqui está o texto fonte para a reescrita: A Prefeitura de Melilla, cidade autônoma espanhola no norte da África, iniciou a remoção de arame farpado instalado no topo das cercas na fronteira com Marrocos.

A ação começou na quarta-feira (7) e faz parte de um acordo firmado entre Espanha e Marrocos para reduzir tensões migratórias e melhorar as relações bilaterais. A retirada do material acontece em um trecho de cerca de 1,5 km, entre os postos de controle de Beni Enzar e Gourougou, na região de fronteira.

A informação foi confirmada pela Delegación del Gobierno, órgão que representa o governo central espanhol na região da Andaluzia. A medida foi anunciada após a visita do presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, a Rabat, em fevereiro. Na ocasião, os dois países assinaram um acordo para reabrir as alfândegas comerciais de Ceuta e Melilla, cidades autônomas espanholas no norte da África que fazem fronteira com Marrocos.

O processo de retirada das barreiras começou nesta quarta-feira (7), segundo a agência de notícias AFP. A ação ocorre no posto fronteiriço de Beni Enzar, principal passagem entre Melilla e Marrocos, e no de Tarajal, que liga Ceuta ao território marroquino.

A remoção das cercas de arame farpado faz parte de um acordo entre Espanha e Marrocos para reduzir atritos na fronteira. Ainda não há data para a conclusão do trabalho. As relações entre os dois países melhoraram nos últimos anos. Em 2022, o governo espanhol abandonou a posição histórica de neutralidade sobre o Saara Ocidental e passou a apoiar o plano de autonomia marroquino para a região, que a Espanha considera a solução mais séria para o conflito.

A mudança de posição espanhola foi um marco nas relações bilaterais e abriu caminho para uma nova fase de cooperação entre Madri e Rabat. A retirada das cercas de arame farpado é vista como parte desse processo de aproximação. A decisão, no entanto, não tem relação com a crise migratória em Ceuta e Melilla, cidades espanholas no norte da África.

O governo espanhol afirmou que a medida já estava planejada e faz parte da política de “fronteiras seguras” — que, na prática, combina vigilância com respeito aos direitos humanos. ## O que muda na fronteira As cercas de arame farpado foram instaladas em 2005 na fronteira de Melilla e em 2015 na de Ceuta.

A retirada será feita por etapas, de forma gradual, e deve ser concluída até o fim deste ano. A decisão foi anunciada pelo Ministério do Interior da Espanha, que informou que a remoção do material acontecerá de forma progressiva. A medida atende a uma recomendação da União Europeia, que orienta os países do bloco a não usarem arames farpados nas fronteiras externas. ## O que muda na prática A retirada dos arames faz parte de uma revisão mais ampla do sistema de controle migratório espanhol.

O governo estuda substituir o atual modelo por um sistema de vigilância eletrônica, com sensores e câmeras de monitoramento. As cidades de Ceuta e Melilla ficam no norte da África e fazem fronteira terrestre com o Marrocos. As cercas que cercam os dois territórios espanhóis viraram símbolo das barreiras migratórias na Europa e já foram palco de tentativas de entrada em massa de imigrantes.

A decisão foi anunciada depois que a Justiça da Espanha determinou que a retirada dos arames farpados fosse feita em até 90 dias. O governo recorreu da decisão, mas o tribunal manteve o prazo. ## O que diz o governo A ministra da Defesa da Espanha, Margarita Robles, afirmou que a retirada dos arames é uma “exigência legal” e que o governo vai cumprir a ordem.

Ela disse que o Ministério da Defesa já trabalha para executar a medida. A decisão judicial atendeu a um pedido de uma associação de moradores da região. O argumento é que os arames farpados representam risco para a população local, que vive próxima às cercas. ## Quando a retirada começa O governo espanhol tem um prazo para cumprir a determinação.

A Justiça deu 30 dias para que os arames sejam retirados das áreas urbanas das cidades de Ceuta e Melilla, os dois enclaves espanhóis no continente africano. A ordem vale para os trechos das cercas que passam por áreas urbanas. A retirada deve ser concluída até o início de 2026. ## O que diz o governo Em nota, o Ministério do Interior da Espanha afirmou que vai cumprir a decisão judicial e que estuda alternativas para reforçar a segurança nas fronteiras sem os arames farpados.

A pasta não detalhou, porém, quais medidas pretende adotar no lugar. A decisão atende a um pedido da Justiça espanhola, que considerou o uso dos arames uma violação dos direitos humanos dos migrantes. Organizações de defesa dos refugiados vinham cobrando a retirada do equipamento havia meses. ## Como funciona a fronteira A região de Ceuta e Melilla, na fronteira entre Marrocos e Espanha, é cercada por cercas que chegam a 6 metros de altura.

Os arames farpados foram instalados em 2005, quando o governo espanhol endureceu o controle migratório. Desde então, a travessia irregular se tornou mais perigosa. Relatos de migrantes feridos pelas lâminas são frequentes, e entidades de direitos humanos passaram a pressionar as autoridades locais por mudanças.

A decisão judicial atende a um pedido da Anistia Internacional e da Procuradoria de Madri. As duas instituições argumentam que o equipamento fere a legislação europeia de proteção de dados — as imagens captadas por câmeras de vigilância no perímetro seriam armazenadas por até 30 dias. ## O que muda na prática Com a derrubada, a Guardia Civil não poderá mais usar as câmeras para monitorar o movimento migratório na região.

O governo local, porém, ainda pode recorrer da decisão. A sentença vale para as câmeras instaladas em Melilla, cidade espanhola que faz fronteira com o Marrocos. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (4). A região é uma das principais portas de entrada de imigrantes na Europa.

O sistema de vigilância foi montado para tentar conter as travessias irregulares na fronteira. ## O que dizem os envolvidos A decisão atende a uma ação movida por organizações de direitos humanos. Elas argumentam que o monitoramento em massa viola a privacidade de quem vive no entorno e não tem relação com a segurança da fronteira.

A prefeitura de Ceuta, que administra a cidade, afirmou que o sistema é essencial para o controle migratório e que vai recorrer da decisão. A sentença, no entanto, tem efeito imediato. O tribunal determinou que as imagens captadas pelo sistema sejam apagadas.

Também pediu que a instalação de equipamentos de vigilância em larga escala passe por autorização judicial prévia. A cidade de Ceuta é uma das duas fronteiras terrestres da União Europeia no continente africano, ao lado de Melilla. Por isso, o controle migratório na região é tratado como prioridade pelo governo espanhol.

A decisão foi tomada pela Justiça espanhola após ação que questionou o uso das câmeras. O sistema vinha sendo usado havia anos, e a prefeitura local já anunciou que pretende recorrer. Agora, escreva a matéria completa em HTML (sem,,, sem, sem atributos).

Useno leadnos subtítulosnos parágrafos. Não inclua “Introdução” como subtítulo. Não inclua data de publicação. Não inclua assinatura. Não inclua “Crédito da imagem”. Não inclua “Fonte:” no fim. Não escreva nada além da matéria. Texto fonte: A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, na quarta-feira (7), em segundo turno, o projeto de lei que autoriza a criação da Guarda Civil Municipal (GCM) na cidade.

A proposta, de autoria do Executivo, segue agora para sanção do prefeito. O texto cria um órgão permanente de segurança pública municipal, com efetivo inicial de 1.200 agentes. A previsão é que a corporação comece a atuar em 2026, com prioridade para rondas em áreas escolares e unidades de saúde.

A aprovação ocorreu com 42 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções. A sessão foi marcada por protestos de servidores municipais, que ocuparam as galerias do plenário durante a votação. A nova guarda terá poder de polícia administrativa, mas não poderá fazer abordagens armadas nem atuar no policiamento ostensivo.

O efetivo inicial será de 300 agentes, com previsão de concurso público para contratação. O projeto também prevê a criação de um fundo municipal para custear equipamentos, viaturas e treinamento da guarda. A prefeitura estima investimento inicial de R$ 12 milhões.

A medida foi aprovada por 28 votos a 12 na Câmara Municipal. O texto segue agora para sanção do prefeito, que já sinalizou apoio à proposta. Entidades de servidores municipais criticaram a aprovação. Para elas, falta clareza sobre o impacto financeiro da nova estrutura e sobre o enquadramento dos atuais funcionários.

A prefeitura, por sua vez, afirma que o projeto amplia a segurança sem gerar custo extra aos cofres públicos. A nova lei também prevê a criação de um fundo para modernizar a corporação. A fonte de recursos será o orçamento anual da segurança pública municipal, com repasses trimestrais.

O projeto tramitou na Câmara Municipal por dois meses e passou em votação simbólica. A prefeitura deve publicar o decreto de regulamentação nos próximos dias, definindo prazos para a adaptação da estrutura atual., – FONTE (única fonte de verdade — não inclua nada além do que está aqui): A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-feira (4) o projeto de lei que reestrutura a carreira dos guardas civis metropolitanos (GCMs) da capital paulista.

O texto, que segue agora para sanção do prefeito Ricardo Nunes, cria novos cargos e promove mudanças na jornada de trabalho da categoria. A proposta foi aprovada em segundo turno com 49 votos favoráveis e 6 contrários. Entre as principais mudanças, o projeto estabelece a jornada de 40 horas semanais para os guardas, com possibilidade de escala de 12 horas de trabalho por 36 de descanso.

A nova estrutura também prevê a criação de cargos de inspetor e subinspetor, além de mudanças nas promoções. A Prefeitura de São Paulo estima que a medida vai gerar um impacto financeiro de R$ 2,4 bilhões até 2029. O texto prevê a criação de 1.983 cargos na carreira da Guarda Civil Metropolitana (GCM), com a transformação de 1.716 cargos vagos de inspetor em cargos de agente.

A proposta foi enviada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) em regime de urgência. A votação ocorreu na Câmara Municipal de São Paulo. O projeto aprovado também altera a jornada de trabalho da categoria. Agentes que atuam em áreas administrativas passam a ter carga de 40 horas semanais, enquanto os que trabalham em campo seguem com 44 horas.

A GCM tem hoje cerca de 6,8 mil agentes ativos, segundo dados citados na proposta. A prefeitura estima que a reestruturação vai custar R$ 100 milhões por ano. O texto segue para sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB). ## O que a proposta muda A reestruturação cria novos cargos e altera a forma de progressão na carreira dos agentes.

O projeto também prevê mudanças nas regras de promoção e na estrutura salarial da corporação. A proposta foi aprovada na Câmara Municipal de São Paulo. Os vereadores analisaram o texto em duas votações antes da aprovação final. ## Próximos passos Com a aprovação legislativa, o projeto agora depende da sanção do prefeito para entrar em vigor.

A Prefeitura de São Paulo ainda não detalhou o cronograma de implementação das novas regras. A medida integra um pacote de valorização das forças de segurança municipais. A gestão municipal afirma que o objetivo é melhorar a estrutura da corporação e as condições de trabalho dos agentes.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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