Embraer e Saab assinam acordo para produzir 20 caças Gripen E para a FAB

A Embraer firmou um acordo com a Saab na última terça-feira (21), que estabelece as bases para a produção de 20 caças Gripen E, incorporando tecnologia sueca para a frota da Força Aérea Brasileira (FAB). A montagem dessas aeronaves será realizada no complexo industrial da Embraer em Gavião Peixoto, São Paulo.
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Esse “acordo de princípios” é parte da estratégia da Saab para ampliar sua produção de caças e atender à demanda da América Latina. A colaboração entre as duas empresas envolve o compartilhamento de tecnologia e informações, permitindo que a Embraer complemente a linha de montagem final dos Gripen, que são originalmente fabricados na Suécia.
Detalhes da parceria
No mês de junho, a FAB anunciou planos para adquirir mais 20 caças Gripen E como parte do Projeto F – X 2. Este modelo é projetado para um único piloto e é voltado principalmente para operações de combate. O contrato inicial entre a FAB e a Saab previa a entrega de 36 aeronaves até 2032, sendo que 15 delas serão montadas em solo brasileiro, na planta da Embraer.
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O CEO da Saab, Micael Johansson, destacou que “a parceria entre a Saab e a Embraer reforça nosso compromisso de longo prazo com a América Latina”. Ele acrescentou que esta colaboração fortalece as capacidades das empresas, garantindo uma capacidade adicional para futuras oportunidades de negócios e adotando uma abordagem voltada para o futuro em apoio às necessidades em evolução dos clientes na região.
Em março deste ano, a Embraer apresentou o primeiro caça Gripen E produzido completamente no Brasil. Esse avanço é resultado de um extenso programa de treinamento que envolveu centenas de especialistas brasileiros trocando informações com seus colegas suecos.
Impacto na indústria militar brasileira
A parceria entre Embraer e Saab não apenas representa um marco significativo na indústria aeronáutica brasileira, mas também sinaliza um fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Suécia.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.
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Redação Economia
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