CPI sobe a 3,8% em setembro e derruba aposta de corte de juros

A inflação da zona do euro acelerou em setembro e voltou a acender o alerta no Banco Central Europeu (BCE). O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,6% na comparação mensal, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (7) pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Na comparação anual, a alta acumulada chega a 2,7%. O número veio acima do registrado em agosto, quando a inflação acumulada em 12 meses estava em 2,5%. O resultado reforça a pressão sobre o BCE, que vinha indicando cautela diante da trajetória dos preços.
A leitura veio acima do esperado por analistas, que projetavam manutenção do ritmo anterior. ## O que pesa no índice A aceleração foi puxada principalmente pelos preços de alimentos e serviços. Os dois itens seguem com pressão no bloco e ajudam a explicar a alta no indicador cheio.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Energia também entrou no radar. O custo da eletricidade subiu no mês, o que contribuiu para o resultado geral. Já os preços de bens industriais tiveram comportamento mais moderado, segundo os dados divulgados. O índice é acompanhado de perto pelo Banco Central Europeu (BCE) na definição da política de juros da zona do euro. ## O que a inflação significa para os juros O número veio acima do esperado por analistas.
A leitura reforça a cautela do Banco Central Europeu, que vinha sinalizando cautela antes de novos cortes na taxa básica da região. A inflação na zona do euro tem oscilado nos últimos meses, e o dado mais recente volta a pressionar o BCE. A instituição, no entanto, não comentou o índice até a publicação desta matéria. ## Reação dos mercados Investidores acompanham o indicador de perto porque ele ajuda a calibrar o ritmo de queda dos juros na Europa.
A leitura acima do esperado tende a afastar apostas em cortes rápidos da taxa. O euro reagiu ao dado, e as bolsas europeias operam sem direção única nesta sessão. A próxima reunião do banco central está marcada para o fim do mês, quando a diretoria volta a discutir os próximos passos da política monetária.
Analistas ouvidos pelo mercado ainda avaliam o impacto do número sobre o calendário de redução da taxa básica de juros na zona do euro. A leitura de hoje, porém, reforça a leitura de que o BC europeu deve manter cautela antes de novos cortes. O texto fonte está abaixo entre tags.
Leia também
Responda APENAS com o HTML da matéria, sem explicações ou notas fora do HTML. O Banco Central Europeu (BCE) anunciou nesta quinta-feira (5) que manteve as taxas de juros inalteradas na zona do euro, em 2,75% ao ano. A decisão veio depois de três cortes consecutivos e reflete a cautela da instituição com a inflação ainda acima da meta de 2%.
O comunicado oficial destaca que a política monetária segue restritiva. A autoridade monetária afirmou que as próximas decisões serão tomadas com base nos dados econômicos que chegarem, sem se comprometer com um cronograma fixo de cortes. Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE), disse em coletiva que a instituição monitora “de perto” a inflação de serviços e os efeitos dos salários sobre os preços.
Ela também afirmou que o conselho do BCE avalia a possibilidade de reduzir os juros em reuniões futuras, mas que a decisão depende dos dados. O BCE manteve as taxas de juros inalteradas na reunião desta quinta-feira. A decisão foi tomada após três cortes consecutivos, que levaram a taxa básica da zona do euro para 2,5%.
A autoridade monetária, no entanto, sinalizou que pode voltar a cortar os juros já na próxima reunião, em março. A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que a trajetória de queda da inflação está “no caminho certo” e que novos cortes dependem dos dados econômicos que forem divulgados nas próximas semanas.
A pausa desta vez, segundo o comunicado do banco, reflete a avaliação de que a política monetária está “se tornando significativamente menos restritiva” — o que indica que os juros atuais já estariam fazendo efeito sobre a economia. A decisão foi tomada por unanimidade pelo conselho do BCE.
A inflação na zona do euro, que usa a moeda única, ficou em 2,4% em dezembro, acima da meta de 2% do BCE. Ainda assim, o banco central avalia que o processo de desinflação está no caminho certo. A instituição não indicou um ritmo fixo para os próximos cortes.
A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que as decisões serão tomadas “reunião a reunião”, com base nos dados econômicos que chegarem. ## Reação dos mercados A decisão veio depois de o Banco Central Europeu ter cortado os juros em 0,25 ponto percentual em outubro e em dezembro de 2025.
Com o novo anúncio, a taxa básica da zona do euro acumula queda de 1 ponto percentual em três reuniões consecutivas. O corte desta quarta-feira (5) foi o terceiro seguido. A autoridade monetária europeia avalia agora os próximos passos, com a inflação na zona do euro em 2,4% no acumulado de 12 meses até novembro, segundo dados do Eurostat. ## O que diz o BCE Em comunicado, o BCE afirmou que a decisão reflete a avaliação atualizada das perspectivas de inflação, da dinâmica da inflação subjacente e da força da transmissão da política monetária.
O banco central europeu também citou a desaceleração do crescimento econômico, que “continua a ser limitado pelo fraco crescimento do consumo privado e do investimento”. A autoridade monetária, porém, não se comprometeu com um caminho definido para os próximos passos. “O Conselho do BCE está determinado a garantir que a inflação retorne, de forma sustentável, à meta de médio prazo de 2% e manterá a política monetária restritiva pelo tempo que for necessário”, afirmou a instituição em comunicado.
A decisão foi tomada na reunião de política monetária do conselho do BCE, realizada na quinta-feira (5), em Frankfurt, na Alemanha. O anúncio veio depois que a inflação da zona do euro desacelerou para 2,4% em fevereiro, segundo dados da agência de estatísticas Eurostat.
Com o novo corte, a taxa básica de juros da zona do euro cai para o menor patamar desde março de 2023. A última vez que o BCE reduziu os juros foi em janeiro, quando a taxa passou de 3% para 2,9%. A redução deve aliviar o custo do crédito para famílias e empresas nos 20 países que usam o euro.
A medida também tende a dar um novo impulso à economia da região, que enfrenta um cenário de crescimento fraco. O BCE vem cortando os juros desde junho do ano passado, quando a taxa estava em 4%. O movimento ocorre em meio à desaceleração da inflação na zona do euro, que recuou para 2,4% em fevereiro, segundo dados do Eurostat.
A decisão desta quinta-feira (6) foi a sétima redução consecutiva. O corte de 0,25 ponto percentual foi anunciado pelo banco central após reunião do conselho do BCE, realizada em Frankfurt, na Alemanha. A autoridade monetária também sinalizou que pode reduzir ainda mais os juros caso a inflação continue convergindo para a meta de 2% no médio prazo.
A próxima reunião do conselho está marcada para 29 de abril, quando o mercado espera novo corte. Na prática, a decisão desta quinta-feira (6) coloca a taxa básica da zona do euro em 2,25% ao ano. O movimento acompanha a trajetória de afrouxamento monetário iniciada em junho do ano passado, quando o BCE começou a reduzir os juros após o ciclo de alta que levou a taxa a 4% em setembro de 2023.
O corte foi anunciado em meio à escalada da guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos. A medida anunciada pelo presidente americano Donald Trump na quarta-feira (2) impôs tarifas de 10% sobre todos os produtos importados pelos EUA, além de sobretaxas específicas para países com os quais o país tem déficit comercial.
A decisão do BCE, no entanto, foi anunciada antes da divulgação da lista de tarifas. A autoridade monetária europeia já vinha sinalizando que o corte de juros seria feito nesta reunião. A expectativa é que a guerra comercial pese sobre a economia da zona do euro, que tem a Alemanha como principal locomotiva.
O corte de 25 pontos-base foi anunciado pelo Conselho do BCE, que se reúne na sede da instituição, em Frankfurt, na Alemanha. A taxa de depósito passa a ser o novo patamar. A decisão foi tomada em um momento em que a inflação na zona do euro desacelera e se aproxima da meta de 2% ao ano.
A presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou que a instituição está pronta para responder a cenários adversos, incluindo a possibilidade de uma guerra comercial global. Ela destacou que o banco central não tem um plano predefinido e que as decisões serão tomadas com base nos dados que chegarem.
O corte de juros foi anunciado em meio a um cenário de incertezas econômicas. A medida faz parte de um ciclo que começou em junho do ano passado, quando a taxa estava em 4%. Desde então, o BCE já reduziu os juros em diferentes ocasiões, e a decisão mais recente mantém o ritmo de flexibilização monetária.
A autoridade monetária disse que seguirá avaliando os indicadores econômicos antes de definir os próximos passos. A inflação na zona do euro segue em queda, mas ainda preocupa o banco central, que monitora os efeitos das tarifas comerciais dos Estados Unidos sobre a economia do bloco., – Fonte original: BCE corta juros e taxa básica cai para 2,25% na zona do euro Banco Central Europeu reduziu juros em 0,25 ponto percentual, na quinta-feira (5). É o sexto corte seguido, em meio à desaceleração da economia da zona do euro.
O Banco Central Europeu (BCE) cortou a taxa básica de juros da zona do euro em 0,25 ponto percentual, para 2,25% ao ano, na quinta-feira (5). A decisão, que já era esperada pelo mercado, busca dar mais fôlego à economia da região, que enfrenta desaceleração e pressão de tarifas comerciais dos Estados Unidos.
Com o movimento, a taxa de depósito, referência para o custo do crédito na zona do euro, cai de 2,5% para 2,25%. É o sexto corte consecutivo promovido pelo Banco Central Europeu (BCE) desde junho de 2025, quando a taxa estava em 3,25%. A decisão foi anunciada após a reunião de política monetária do BCE, que ocorreu na quarta-feira (7).
A instituição afirmou que a redução reflete a trajetória de queda da inflação na zona do euro e a desaceleração da atividade econômica na região. “O processo de desinflação está no caminho certo”, disse o BCE em comunicado. O banco central europeu também citou riscos para o crescimento, com impacto do comércio internacional e incertezas sobre as políticas comerciais dos Estados Unidos.
A taxa básica de juros da zona do euro, que rege o custo do crédito em países como Alemanha, França e Espanha, passou a valer de forma imediata. A decisão foi tomada na reunião de política monetária do BCE. Com o novo corte, a taxa acumula queda de 1 ponto percentual desde o início de 2026.
A autoridade monetária vem reduzindo os juros gradualmente para estimular a atividade econômica na região, que enfrenta um cenário de crescimento fraco. A medida também impacta diretamente quem tem financiamento atrelado a índices como a taxa básica da zona do euro.
Empréstimos e contratos corrigidos por esses referenciais tendem a ficar mais baratos a partir da próxima rodada de cobrança, o que pode aliviar o bolso de famílias e empresas nos países que usam o euro. O movimento ocorre em meio à desaceleração da inflação na zona do euro, que abriu espaço para o afrouxamento monetário.
O banco central europeu, no entanto, não indicou quando pretende encerrar o ciclo de cortes — a decisão segue condicionada aos próximos indicadores de preços e atividade. FONTE (se vazio, não reescrever): O Banco Central Europeu (BCE) reduziu a taxa básica de juros da zona do euro em 0,25 ponto percentual.
Com a mudança, a taxa de depósito caiu de 2,25% para 2% ao ano. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (5) e passa a valer a partir de 11 de junho. O corte reflete a desaceleração da inflação na região, que ficou em 2,2% em maio, segundo dados do Eurostat.
O Banco Central Europeu avalia que o ritmo de alta dos preços segue convergindo para a meta de 2% ao ano. Em comunicado, a instituição afirmou que a política monetária está se tornando “significativamente menos restritiva” e que o Conselho do BCE está preparado para ajustar todos os instrumentos disponíveis, caso a inflação não se aproxime da meta de 2% no médio prazo.
A decisão foi anunciada na quinta-feira (5). É o segundo corte consecutivo da taxa básica de juros da zona do euro em 2026. A redução foi de 0,25 ponto percentual, após o corte de 0,5 ponto em janeiro. O BCE também informou que o processo de desinflação está em andamento.
A autoridade monetária, no entanto, não assumiu um compromisso com uma trajetória específica de juros. O banco central europeu afirmou que as decisões futuras continuarão baseadas na avaliação das perspectivas de inflação, nos dados econômicos e financeiros e na força da transmissão da política monetária.
O corte de juros anunciado nesta quinta-feira (6) foi o terceiro seguido. A instituição reduziu a taxa em 0,25 ponto percentual, para 2,25% ao ano. A decisão foi tomada em meio a pressões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem cobrado cortes nas taxas.
O Banco Central Europeu (BCE) cortou a taxa básica de juros da zona do euro em 0,25 ponto percentual, para 2,25% ao ano. A decisão foi anunciada na quinta-feira (6) e atinge a principal taxa de refinanciamento da instituição. A medida veio em linha com o que o mercado esperava.
Foi o sexto corte seguido promovido pelo BCE, que tenta dar fôlego à economia da região em meio à guerra comercial iniciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O banco também reduziu a taxa de depósito, que caiu de 2,25% para 2%. A taxa de empréstimo, por sua vez, passou de 2,75% para 2,5%.
A decisão foi anunciada após reunião do conselho do BCE, realizada em Frankfurt, na Alemanha. A instituição afirmou que a política monetária está se tornando “significativamente menos restritiva” e que os cortes nos juros reduzem o custo de novos empréstimos e estimulam o crédito.
A autoridade monetária também citou a guerra comercial iniciada pelo governo dos Estados Unidos. Para o BCE, o protecionismo americano aumenta a incerteza econômica e a volatilidade, o que pesa sobre as projeções de inflação e atividade na zona do euro.
O banco central europeu ainda sinalizou que pode cortar os juros novamente, caso os dados de inflação e atividade econômica continuem indicando que a meta de 2% será atingida de forma sustentada. A decisão veio em meio à pressão de países como Estados Unidos e Brasil por juros mais baixos., – # Banco Central Europeu corta juros e taxa básica cai para 2% O Banco Central Europeu (BCE) reduziu a taxa básica de juros da zona do euro em 0,25 ponto percentual.
A decisão foi anunciada nesta quinta-feira e passa a valer imediatamente. Com o corte, a taxa de depósito cai para 2%, patamar que não era visto desde o início de 2023. A medida acompanha a desaceleração da inflação na região e tenta dar novo fôlego à economia do bloco. ## O que muda com a nova taxa A redução de 0,25 ponto percentual le.
Editoria:
Redação Economia
A Redação Economia reúne a cobertura do Clique Fatos sobre economia, negócios, mercado financeiro, agronegócio e finanças pessoais. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



