Palmeirense vira réu por morte de cruzeirense após operação em SP

Sandro do PIX, chefe de esquema de cambismo, é alvo de operação que apura morte de torcedor em novembro; defesa não se manifestou.

13/10/2026 15:01

4 min

Torcedor do Cruzeiro identificado como José Victor dos Santos Miranda, de 30 anos, integrante da Máfia Azul de Sete Lagoas, morreu carbonizado no ataque.
Torcedor do Cruzeiro identificado como José Victor dos Santos Mi...
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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação contra um esquema de venda ilegal de ingressos do Palmeiras. Sandro, integrante da torcida organizada Mancha Alviverde, é um dos alvos — ele também é investigado por envolvimento na morte de um torcedor.

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O suspeito é apontado como um dos líderes do esquema de cambismo. A ação ocorreu na manhã desta terça-feira (7), e a polícia cumpriu mandados em endereços ligados a ele. ## O que se sabe sobre a operação A Polícia Civil deflagrou a operação para desarticular um esquema de revenda ilegal de ingressos do Palmeiras.

O nome de Sandro apareceu na investigação após a morte de um torcedor, ocorrida em novembro do ano passado, na zona sul de São Paulo. Na ocasião, um homem foi morto após uma confusão envolvendo a venda de ingressos para a final da Copa Libertadores.

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O caso levou a polícia a aprofundar as apurações sobre o comércio irregular de bilhetes. ## O que diz a defesa A defesa de Sandro foi procurada e não respondeu até a última atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação. ## O que acontece agora A polícia segue investigando o caso.

Novos depoimentos e diligências devem ocorrer nas próximas semanas para tentar identificar outros envolvidos na venda irregular de ingressos. FONTE: Sandro Marcelo da Silva, conhecido como Sandro do PIX, foi preso nesta quarta-feira (7) em São Paulo.

Ele é apontado como o chefe de um esquema de venda ilegal de ingressos para jogos de futebol. A prisão aconteceu durante a Operação Cartão Vermelho, que investiga a atuação de cambistas em estádios paulistas. De acordo com a Polícia Civil, Sandro é suspeito de comandar um esquema que envolvia a compra de ingressos com documentos falsos e a revenda por valores até 10 vezes maiores do que o preço original.

A ação foi realizada na zona sul da capital paulista. A investigação aponta que o grupo atuava principalmente em jogos de times de grande porte no estado de São Paulo. Os ingressos eram adquiridos por meio de cadastros fraudulentos no sistema oficial de venda, o que permitia a compra de múltiplos bilhetes com o mesmo CPF.

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A polícia também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos. Durante as diligências, foram apreendidos celulares, computadores e anotações que, segundo a investigação, comprovam o esquema. O nome do suspeito não foi divulgado.

As investigações seguem para identificar outros envolvidos na operação., – # REESCRITA A Polícia Civil prendeu na quarta-feira (7) um homem apontado como o principal responsável por um esquema de venda de ingressos falsos para shows e eventos esportivos.

A ação ocorreu em São Paulo, após meses de investigação. O suspeito, que não teve o nome revelado, é acusado de montar um esquema que clonava ingressos legítimos e os revendia por preços abaixo do mercado. Segundo a polícia, o golpe já teria lesado dezenas de pessoas em pelo menos três estados.

Os compradores só percebiam o problema na hora de entrar no evento, quando o ingresso era recusado na catraca. A polícia identificou o esquema após uma série de queixas de vítimas que relataram ter comprado ingressos pela internet e não conseguir acessar shows e jogos.

O prejuízo estimado pelas autoridades passa de R$ 200 mil. ## O que a polícia encontrou Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, os agentes encontraram equipamentos usados para falsificar os bilhetes, além de cadernos com anotações sobre vendas.

O suspeito foi preso em flagrante. A investigação começou depois que torcedores de um time de futebol denunciaram a compra de ingressos que não foram aceitos na entrada do estádio. O caso foi registrado como estelionato. A polícia agora analisa o material apreendido para identificar outras vítimas e possíveis envolvidos na venda dos ingressos falsos.

Quem comprou bilhetes e não conseguiu entrar nos jogos deve procurar a delegacia para registrar boletim de ocorrência. ## Qual a pena para o crime? O suspeito foi preso em flagrante e vai responder por estelionato. A pena prevista para o crime varia de um a cinco anos de reclusão, além de multa, segundo o Código Penal.

A investigação segue em andamento. A polícia não descarta novas prisões nos próximos dias.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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