Conflito no Oriente Médio: 102 mortos no Líbano e tensões aumentam

Ministério da Saúde do Líbano relata 102 mortos em ataques de Israel, com crianças entre as vítimas, enquanto continuam as operações dos EUA e de Israel.

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Foto: Reprodução

Conflito no Oriente Médio: ataques e consequências

O Ministério da Saúde do Líbano reportou que 102 pessoas perderam a vida em ataques realizados por Israel. Esses dados não fazem distinção entre civis e combatentes. O Unicef, por sua vez, informou na quarta-feira (4) que sete crianças foram mortas durante os confrontos.

Até o momento, não há registros de mortes em Israel decorrentes de ataques do Hezbollah. Os bombardeios e os avisos emitidos por Israel têm forçado muitos a abandonarem suas residências nos subúrbios do sul do Líbano, que são áreas densamente povoadas, principalmente por muçulmanos xiitas.

Essa região já havia sido alvo de bombardeios durante a guerra com o Hezbollah em 2024 e em um conflito anterior com Israel em 2006.

Tensões crescentes na região

No último sábado (28), os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação militar em meio a crescentes tensões relacionadas ao programa nuclear do Irã. O regime iraniano, liderado pelos aiatolás, começou a retaliar contra países da região que abrigam bases dos EUA, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, foram relatados ataques realizados pelas forças norte-americanas e israelenses. Após a divulgação da morte de Khamenei, o governo iraniano declarou que considera a situação crítica. Em resposta, Trump emitiu uma ameaça ao Irã, alertando sobre possíveis retaliações.

As hostilidades entre as partes continuam a se intensificar, com Trump afirmando que as operações militares prosseguirão “ininterruptas durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de paz no Oriente Médio e, de fato, no mundo!”.

Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.

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