Bruno Sub encontra cascudo abacaxi em registro incomum no Rio Paranaíba, em Goiás

O peixe nativo, de hábitos noturnos e corpo protegido por placas rígidas, foi identificado pelo biólogo Edson Abrão no fundo de uma represa em São Simão.

2 min

Mergulhador Bruno Sub encontrou um peixe de corpo coberto por placas extremamente rígidas durante uma imersão no Rio Paranaíba, localizado no município de São Simão, no sul goiano.
Mergulhador Bruno Sub encontrou um peixe de corpo coberto por pl...
▼

O mergulhador Bruno Sub encontrou um cascudo abacaxi durante uma imersão no Rio Paranaíba, em São Simão, no sul goiano. O peixe, de corpo coberto por placas rígidas, foi observado de perto pelo mergulhador no fundo de uma represa em Goiás.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O biólogo Edson Abrão identificou o animal como uma espécie nativa de ambientes aquáticos, que costuma permanecer junto ao leito dos rios. Embora sua aparência lembre a de um animal pré-histórico, o cascudo abacaxi não é um dinossauro vivo.

Placas rígidas ajudam na camuflagem

Durante a aproximação, Bruno Sub conseguiu segurar o peixe com as próprias mãos para observar seus detalhes anatômicos. A textura da pele impressionou o mergulhador, que comparou a resistência do couro a uma armadura medieval.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O animal também voltou a se aproximar de Bruno Sub mais de uma vez durante a interação nas águas da represa. As marcas e manchas espalhadas pelo corpo fazem parte da anatomia da espécie, explicou Edson Abrão, e ajudam a camuflá-la diante de predadores.

A linhagem evolutiva do cascudo abacaxi surgiu entre 30 milhões e 50 milhões de anos atrás e passou por processos contínuos de adaptação. As placas espessas e o corpo rígido são características que dão ao peixe uma aparência incomum entre os animais de água doce mais conhecidos.

Espécie noturna tem papel no equilíbrio dos rios

O cascudo abacaxi tem hábitos noturnos e costuma ficar no fundo das águas. A espécie é encontrada principalmente na Bacia Amazônica e sai à noite para procurar alimento.

Na dieta estão organismos minúsculos, algas e matéria orgânica em decomposição, como folhas, frutos e pedaços de troncos. Ao consumir esses resíduos, o peixe contribui para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.

Leia também

Essa atividade também ajuda a controlar a turbidez da água e a manter níveis ideais de oxigenação no ambiente, de acordo com a descrição apresentada sobre a função da espécie nos rios.

Registro no Rio Paranaíba é considerado incomum

Popular no universo do aquarismo, o cascudo abacaxi foi considerado um achado incomum naquela região do Rio Paranaíba. A raridade se refere ao registro em um ponto específico de Goiás, e não a uma ameaça à sobrevivência da espécie.

Apesar de o aparecimento ter chamado atenção, o peixe não está em risco de extinção. A avaliação técnica confirmou a identificação do exemplar como um cascudo abacaxi, representante de uma linhagem antiga que continua habitando os rios brasileiros.

A Redação Variedades reúne a cobertura do Clique Fatos sobre horóscopo, comportamento e curiosidades. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!