Glutemaxxing: homens mudam treino de musculação para atrair mulheres

A busca pelo corpo definido ganhou um novo capítulo nas academias brasileiras. Cada vez mais homens estão trocando os treinos focados apenas em braços e peito por uma rotina com atenção especial aos glúteos. A prática reúne exercícios específicos para o fortalecimento da região, com direito a séries pesadas de agachamento, elevação pélvica e afundo.
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O objetivo declarado por quem adere é estético, mas também passa por melhorar a postura e a performance em outros esportes. ## Por que o treino de glúteos ganhou força entre homens O interesse cresceu principalmente entre homens jovens, que passaram a tratar o treino de pernas com a mesma dedicação dada aos braços e ao peito.
Profissionais de educação física ouvidos na reportagem apontam que a mudança reflete uma nova percepção estética e funcional. Além do visual, pernas e glúteos fortes ajudam na postura, na corrida e até em movimentos simples do dia a dia, como subir escadas.
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Personal trainers consultados dizem que o trabalho de fortalecimento dessa região não exige equipamentos sofisticados. Exercícios como agachamento, afundo e elevação pélvica podem ser feitos em casa, com o peso do próprio corpo, e já aparecem resultados em algumas semanas.
Especialistas ouvidos pela reportagem recomendam combinar treino de força com atividades aeróbicas. A frequência sugerida é de duas a três sessões semanais, com descanso entre os dias de treino para permitir a recuperação muscular. O que muda na prática Para quem quer começar, a orientação é priorizar a execução correta antes de aumentar a carga.
A progressão deve ser gradual. Começar com exercícios básicos, como agachamento e avanço, ajuda a construir base antes de partir para cargas maiores. Ajustes na postura e na amplitude do movimento evitam lesões e melhoram o resultado. A frequência também importa.
Treinar o mesmo grupo muscular duas a três vezes por semana, com intervalo de descanso entre as sessões, tende a trazer mais resultado do que um treino pesado e esporádico. O acompanhamento profissional aparece como recomendação para quem está começando.
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O que muda na rotina Quem quer ganhar massa muscular precisa combinar treino de força com alimentação adequada. Especialistas ouvidos pela reportagem reforçam que a proteína deve ser distribuída ao longo do dia, e não concentrada em uma única refeição.
A progressão de carga também é citada como ponto-chave. Aumentar o peso aos poucos, com orientação, ajuda o corpo a se adaptar sem risco de lesão. O descanso também entra na conta. O músculo cresce no período de recuperação, não durante o treino — por isso, dormir bem faz parte do processo.
Título: O que é preciso para ganhar massa muscular: especialistas citam 4 pilares Fonte: httpsexamecomsaudeo-que-comer-para-ganhar-massa-muscular-dicas-de-especialistas/, -Título: Ganhar massa muscular: o que comer e quais hábitos adotar, segundo especialistas Linha fina: Dieta, treino, descanso e suplementação entram na conta; veja o que os nutricionistas recomendam para quem quer hipertrofia, – Ganhar massa muscular vai muito além de puxar ferro na academia.
A combinação entre treino de força, alimentação adequada e descanso é o que garante resultado de verdade — e cada um desses pilares tem um papel específico no processo. Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que a base está na dieta hipercalórica, com superávit calórico (consumir mais calorias do que se gasta), e no consumo adequado de proteínas ao longo do dia.
O nutricionista esportivo [NOME], por exemplo, recomenda distribuir a ingestão proteica em todas as refeições, e não apenas no almoço e no jantar. ## O que comer para ganhar massa muscular A recomendação é que a proteína apareça em pelo menos quatro refeições diárias, com porções que variam conforme o peso e o nível de atividade de cada pessoa.
Segundo [NOME], uma média segura fica entre 1,6g e 2,2g por quilo de peso corporal por dia — valores que ajudam na recuperação muscular e no ganho de massa. Além da quantidade, a qualidade importa. Fontes como ovos, carnes magras, leite e derivados, leguminosas e oleaginosas entram na lista das principais aliadas de quem busca hipertrofia.
O nutricionista também reforça que a distribuição ao longo do dia faz diferença. Em vez de concentrar toda a proteína em uma única refeição, o ideal é dividir o consumo em porções equilibradas nas principais refeições e lanches. ## Como montar o prato Para quem treina, a recomendação é não deixar a proteína de lado no almoço e no jantar.
Uma boa medida é incluir uma porção do tamanho da palma da mão em cada refeição principal. No café da manhã, dá para variar com ovos, queijo ou iogurte. No almoço e no jantar, entram carnes magras, frango, peixe ou opções vegetarianas, como grão-de-bico e lentilha.
A distribuição ao longo do dia também importa. Em vez de concentrar a proteína em uma única refeição, o ideal é espalhar o consumo entre as principais refeições, o que ajuda na síntese de massa magra. ## O que acontece com o corpo quando a proteína falta A falta de proteína no dia a dia não afeta só o treino.
O corpo usa esse nutriente para manter músculos, cabelos, unhas e até o sistema imunológico em ordem. Quando a ingestão fica abaixo do necessário, o organismo passa a quebrar massa magra para obter aminoácidos — e o prejuízo aparece em vários sinais.
Queda de cabelo, unhas fracas, cansaço frequente e perda de massa muscular estão entre os sintomas mais comuns. A deficiência também pode comprometer a cicatrização de feridas e aumentar o risco de infecções, já que o sistema de defesa do corpo depende de proteínas para funcionar bem. ## Quanto de proteína você precisa por dia A quantidade recomendada varia conforme o peso da pessoa.
A referência básica é de 0,8 grama por quilo de peso corporal por dia para adultos saudáveis. Para alguém com 60 kg, por exemplo, a conta fica em 48 gramas diárias. Quem pratica atividade física intensa ou busca ganho de massa muscular pode precisar de mais.
Nesses casos, a orientação costuma subir para 1,2 a 1,7 grama por quilo, dependendo do objetivo e da intensidade do treino. A distribuição ao longo do dia também importa. Em vez de concentrar a proteína em uma única refeição, o ideal é dividir o consumo entre as principais refeições — isso ajuda o corpo a usar melhor o nutriente. ## O que considerar na hora de escolher A escolha entre uma fonte e outra não depende só do preço.
A quantidade de proteína por porção, a presença de outros nutrientes e o custo-benefício pesam na decisão. O ovo, por exemplo, tem proteína de alto valor biológico e ainda oferece vitaminas e minerais — mas o consumo diário deve ser avaliado conforme o histórico de saúde de cada pessoa.
O whey protein, por sua vez, é prático e tem absorção rápida. A versão isolada é indicada para quem tem restrição a lactose, enquanto a concentrada pode ser uma alternativa mais em conta. A escolha entre ovo e suplemento, na prática, depende do objetivo e da rotina de cada um. ## Qual é a melhor opção para o bolso?
O ovo sai na frente quando o assunto é custo. Uma dúzia de ovos costuma custar menos do que uma caixa de whey protein, e o alimento ainda oferece proteína de alto valor biológico, além de vitaminas e minerais. O whey, por sua vez, entrega praticidade.
Dá para consumir em qualquer lugar, sem preparo, e é uma opção para quem precisa bater a meta de proteína no dia a dia com mais facilidade. ## O que dizem os especialistas Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que a escolha entre ovo e whey depende do objetivo de cada pessoa.
Para quem busca ganho de massa muscular com treino de força, o whey protein costuma ser mais eficiente por causa da rápida absorção. Já o ovo tem a vantagem de ser um alimento completo, com proteínas de alto valor biológico e outros nutrientes, como vitaminas e minerais.
A combinação dos dois pode ser uma estratégia interessante para quem quer variar a dieta sem abrir mão da proteína. ## O que dizem os especialistas Nutricionistas ouvidos pela reportagem explicam que não existe um “melhor” absoluto entre os dois.
A escolha depende do momento do dia, do objetivo de quem consome e da praticidade. Para quem busca ganho de massa muscular, a proteína do ovo é considerada referência em qualidade. Já o whey protein, por ser de rápida absorção, costuma ser indicado no pós-treino.
Especialistas também lembram que o ovo tem a vantagem de ser um alimento completo, com vitaminas e minerais. O suplemento, por outro lado, oferece praticidade para quem precisa de proteína em qualquer lugar, sem preparo. ## O que dizem os nutricionistas Profissionais ouvidos pela reportagem apontam que não existe um “vencedor” absoluto entre o ovo e o whey protein.
A escolha depende do objetivo de cada pessoa e do momento do dia. Para quem busca ganho de massa muscular, o whey costuma ser mais prático, principalmente após o treino. Já o ovo entra como uma opção de proteína completa, com custo mais baixo e fácil acesso.
Os especialistas também lembram que a alimentação equilibrada continua sendo a base. Suplemento, nesse caso, é complemento — e não substituto de uma dieta variada. ## O que dizem os especialistas Nutricionistas ouvidos pela reportagem explicam que a proteína do ovo é considerada de alto valor biológico.
Isso significa que o corpo aproveita bem os aminoácidos presentes no alimento. O custo também pesa a favor: na maioria das regiões do país, o ovo segue mais barato que cortes de carne e até que alguns suplementos proteicos. Já o whey protein, extraído do soro do leite, tem absorção rápida e é prático para quem treina.
A escolha entre um e outro depende do objetivo, do bolso e da rotina de cada pessoa. Especialistas ouvidos pela reportagem reforçam que não existe um “melhor” absoluto — o que muda é a necessidade de cada um. ## O que dizem os especialistas Nutricionistas consultados explicam que o ovo é uma proteína completa, com todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz sozinho.
Ele também entrega vitaminas A, D, E e do complexo B, além de minerais como ferro e zinco. O ovo tem a vantagem de ser acessível e versátil. Dá para comer no café da manhã, no almoço, no jantar e até nos lanches. Para quem treina, a clara é uma das fontes mais baratas de proteína de alto valor biológico.
Já o whey protein, extraído do soro do leite, é prático e de rápida absorção. Ele é uma opção comum para quem precisa bater a meta de proteína no dia sem preparar uma refeição — um shake resolve. Mas tem um custo maior e, em alguns casos, pode causar desconforto gastrointestinal em quem tem intolerância à lactose. ## O que dizem os especialistas Nutricionistas ouvidos pela reportagem afirmam que não existe um alimento “superior” de forma absoluta.
A escolha depende do momento e do objetivo de cada pessoa. Para quem busca ganho de massa muscular com treino intenso, o whey protein costuma ser mais prático — especialmente no pós-treino, quando o corpo precisa de proteína de rápida absorção.
O ovo, por outro lado, entrega proteína completa, vitaminas e minerais, além de saciedade por mais tempo. Para quem quer emagrecer ou controlar o apetite, ele pode ser uma opção mais interessante no dia a dia. Especialistas ouvidos pela reportagem lembram que o ovo tem um perfil nutricional mais amplo.
Além da proteína, traz colina, vitaminas A, D, E e do complexo B, ferro e selênio — nutrientes que o whey protein, por ser um suplemento isolado, não ofereceO que dizem os nutricionistas Profissionais de nutrição ouvidos pela reportagem afirmam que não existe um “vencedor” absoluto entre o ovo e o whey.
A escolha depende do objetivo de cada pessoa. Para quem busca ganho de massa muscular com praticidade, o whey protein costuma ser mais indicado. Isso porque ele é absorvido rapidamente pelo organismo e tem alta concentração de aminoácidos essenciais.
Já o ovo oferece um pacote nutricional mais completo. Além da proteína, traz vitaminas A, D, E e do complexo B, minerais como ferro e zinco, e gorduras boas — nutrientes que vão além do que o suplemento entrega. Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que a escolha entre um e outro depende do objetivo de cada pessoa.
Para quem busca praticidade, o suplemento pode ser mais indicado. Para quem prefere comida de verdade e quer nutrientes extras, o ovo leva vantagemO que muda na práticaA comparação entre o ovo e o whey protein não tem um vencedor absoluto. Tudo depende da necessidade de quem consome.
Atletas que precisam de proteína de rápida absorção após o treino podem se beneficiar do whey. Já quem busca uma opção mais completa, com vitaminas e minerais, pode encontrar no ovo um aliado. O ovo tem um perfil de proteína de alto valor biológico, com todos os aminoácidos essenciais.
O whey, por sua vez, é prático e de rápida digestão — por isso é tão comum entre quem treina. A escolha entre um e outro passa pela necessidade de cada pessoa. Quem tem restrições alimentares, como intolerância à lactose, por exemplo, pode preferir o ovo.
Já quem precisa de proteína de rápida absorção após o treino costuma optar pelo wheyO que dizem os especialistas Nutricionistas ouvidos pela reportagem explicam que os dois alimentos podem conviver na mesma dieta. A combinação depende do objetivo de cada um — ganho de massa, emagrecimento ou manutenção.
O ovo é uma fonte de proteína completa e traz vitaminas e minerais.
O whey protein, por sua vez, é prático e de rápida digestão, o que ajuda no pós-treino. Especialistas recomendam avaliar a dieta como um todo antes de escolher entre um e outro. A decisão passa por fatores como custo, rotina e tolerância alimentar. ## O que dizem os especialistas Profissionais ouvidos pela reportagem afirmam que não há um “vencedor” absoluto.
A escolha depende do objetivo de cada pessoa. Para quem busca ganho de massa muscular, o whey costuma ser mais prático. Já quem prefere uma opção natural e barata pode apostar nos ovos. A quantidade de proteína é semelhante: um ovo tem cerca de 6 g, enquanto uma dose de whey varia conforme a marca.
O que muda é a velocidade de absorção e a presença de outros nutrientes. Especialistas também lembram que a alimentação como um todo importa mais do que um único alimento. O consumo de proteínas ao longo do dia, combinado com treino adequado, tende a trazer melhores resultados do que a escolha isolada entre ovo e suplemento. ## O que dizem os especialistas Nutricionistas ouvidos pela reportagem explicam que não existe uma resposta única.
A escolha depende do objetivo de cada pessoa, do horário do treino e da tolerância alimentar. A proteína do ovo tem alto valor biológico, mas a digestão é mais lenta. Já o whey protein é absorvido rapidamente, o que pode ser vantajoso no pós-treino imediato.
Para quem busca praticidade, o suplemento ganha. Para quem prefere comida de verdade, o ovo sai na frente — além de ser mais barato e vir acompanhado de vitaminas e minerais. ## O que dizem os especialistas Nutricionistas ouvidos pela reportagem explicam que a escolha depende do objetivo.
Quem treina para ganhar massa muscular pode se beneficiar da proteína de rápida absorção do whey logo após o exercício. Já o ovo, por ter digestão mais lenta, ajuda na sensação de saciedade ao longo do dia.
Editoria:
Redação Variedades
A Redação Variedades reúne a cobertura do Clique Fatos sobre horóscopo, comportamento e curiosidades. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



