Brasil tem 4 títulos no traje típico e não vence desde 1989 no Miss Universo

Marcella Kozinki, detentora do título de 2026, prepara em segredo o traje típico que levará ao Miss Universo, em novembro, em Porto Rico. O Brasil tem quatro troféus na categoria, mas não vence há 37 anos.
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A exibição dos trajes típicos está marcada para 21 de novembro. O desfile preliminar será no dia 22, e a coroação da vencedora ocorrerá na noite de 24 de novembro de 2026, na arena Coliseo de Puerto Rico José Miguel Agrelot, em San Juan.
Brasil conquistou quatro troféus na categoria
A primeira brasileira a subir ao pódio foi Carmem Silva de Barros Ramasco, em 1967. Representando São Paulo, ela vestiu o “Bandeirante Estilizado”, releitura artística do personagem histórico ligado às origens paulistas.
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A caracterização levou elementos regionais aos jurados estrangeiros e abriu o histórico de vitórias do país. Em 1981, Adriana Alves de Oliveira, do Rio de Janeiro, venceu com uma versão estilizada das tradicionais baianas, inspirada no legado de Carmen Miranda.
Em 1987, Jacqueline Meirelles, representante do Distrito Federal, conquistou o tricampeonato com uma composição verde e amarela. O acervo Misses em Manchete compara o luxo do traje ao das indumentárias do famoso baile do Teatro Municipal.
A quarta e última vitória brasileira ocorreu em Cancún, no México, em 1989. A cearense Flávia Cavalcanti apresentou uma roupa inspirada nas tradições indígenas e dedicada à Amazônia, com plumas, brilhos e tons de rosa, verde e branco que simbolizavam a fauna, a flora e os ecossistemas nacionais, segundo registros acadêmicos da Universidade Federal de Juiz de Fora.
Marcella quer unir sustentabilidade, criatividade e propósito
Em 2007, a vice-Miss Universo Natália Guimarães, atual gestora estratégica da franquia Miss Universe Brasil, também apostou na biodiversidade. Ela desfilou com grandes asas de borboleta e considera a categoria uma oportunidade de apresentar a cultura do país.
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“O desfile de traje típico é uma oportunidade de contar uma história sobre o Brasil e mostrar ao mundo a riqueza da nossa cultura. Cada escolha precisa ter significado e criar uma conexão com o público”, diz Natália.
“Nos últimos anos, nossas representantes vêm ganhando mais visibilidade, e essa etapa ajuda a despertar o interesse pelo país e pela candidata. Queremos que a Marcella leve à passarela uma mensagem que emocione e seja lembrada”, afirma.
Marcella não revelou detalhes do figurino, mas adiantou os conceitos que pretende levar ao palco. “O Brasil tem uma energia única, e vou levar essa força comigo para o palco do Miss Universe. Desta vez, quero surpreender não apenas pela grandiosidade do traje, mas também pela mensagem que ele representa. Posso adiantar que sustentabilidade, criatividade e propósito estarão presentes em cada detalhe”, declarou.
A 75ª edição do Miss Universo será realizada em Porto Rico. A coroação está prevista para a noite de 24 de novembro de 2026, na arena Coliseo de Puerto Rico José Miguel Agrelot, em San Juan.
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Redação Clique Fatos
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