Brasil ganha aval de seis países para vender sementes, búfalos e outros produtos do agro

Argentina, Egito, Marrocos, Peru, Quênia e Singapura ampliam o acesso de produtos brasileiros.

2 min

Autorizações incluem sementes, couro equino, aves ornamentais, bubalinos vivos e insumos para alimentação animal.
Autorizações incluem sementes, couro equino, aves ornamentais, b...
▼

O Brasil recebeu aval para vender novos produtos agropecuários a Argentina, Egito, Marrocos, Peru, Quênia e Singapura. As autorizações alcançam diferentes áreas do agronegócio, de sementes e itens de origem animal a insumos usados na alimentação de animais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com as liberações, mercadorias brasileiras passam a ter acesso a seis mercados internacionais. A lista inclui produtos voltados ao cultivo, à pecuária, à indústria do couro e até a pesquisas de laboratório.

Argentina e Peru abrem espaço para sementes brasileiras

Os argentinos vão poder comprar sementes de crotalária. A espécie é usada sobretudo como planta de cobertura e adubação verde em lavouras, com potencial para proteger o solo, favorecer a ciclagem de nutrientes e ajudar no manejo das áreas agrícolas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Peru liberou a entrada de sementes de feijão-mungo e de coentro, além de couro equino. A abertura combina produtos vegetais destinados ao plantio e um item de origem animal aproveitado pela indústria do couro, o que amplia as oportunidades comerciais brasileiras em mais de uma cadeia produtiva.

Egito e Marrocos liberam aves ornamentais e búfalos

No Egito, o aval vale para aves de criação com fins ornamentais. Criadores e exportadores brasileiros que trabalham nesse nicho ganham, assim, mais uma alternativa de venda.

O Marrocos autorizou a importação de bubalinos vivos para abate. O envio dos animais terá de seguir as exigências sanitárias e os procedimentos definidos pelas autoridades competentes.

Quênia e Singapura aprovam insumos para nutrição e laboratório

O Quênia aceitou ingredientes hemoderivados e palatabilizantes sem proteínas de ruminantes, voltados à alimentação animal. Esses componentes podem entrar na fabricação de produtos de nutrição animal, de acordo com sua finalidade e as especificações aplicáveis.

Leia também

Na prática, a autorização queniana cobre apenas insumos cuja composição cumpra a exigência daquele mercado de não conter proteínas de ruminantes.

Singapura, por fim, liberou a importação de soro fetal bovino. O produto tem uso em aplicações laboratoriais e biotecnológicas, como o cultivo de células em pesquisas e em processos de desenvolvimento.

A Redação Economia reúne a cobertura do Clique Fatos sobre economia, negócios, mercado financeiro, agronegócio e finanças pessoais. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!