Brasil registra 62 casos de mpox, com São Paulo liderando. Ministério da Saúde monitora a situação e alerta para riscos. Descubra mais!
O Brasil já contabiliza 62 casos confirmados de mpox, conforme informações do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais. Até o momento, não foram registrados quadros graves ou mortes em decorrência da doença no país.
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O estado de São Paulo lidera o número de ocorrências, com 44 casos. O Rio de Janeiro vem em seguida, com 9 registros, e Rondônia, com 4. Também foram identificados casos na Bahia (2), no Rio Grande do Sul (1), em Santa Catarina (1) e no Distrito Federal (1).
Além dos casos confirmados, o Brasil já recebeu mais de 180 notificações suspeitas, das quais 57 foram descartadas após investigação. Somente em São Paulo, mais de 70 casos estão em análise, aguardando resultados definitivos.
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O Ministério da Saúde afirmou que está monitorando a situação continuamente e ressaltou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para atender pacientes com sintomas e identificar precocemente novos episódios, visando conter a transmissão.
A mpox é uma doença causada por um vírus transmitido principalmente por contato íntimo ou próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça e lesões na pele, que se manifestam como bolhas ou erupções características.
Embora não haja registros de mortes no Brasil até o momento, a doença pode levar a complicações graves em alguns casos. Estimativas indicam que, em cenários críticos, até 10% dos casos podem evoluir para óbito, especialmente sem acompanhamento adequado.
O avanço nas estratégias de vigilância, diagnóstico e isolamento tem ajudado a reduzir os riscos associados à doença. A mpox é uma infecção zoonótica relacionada ao vírus da varíola, podendo ser transmitida também por contato com secreções ou pelo compartilhamento de objetos pessoais.
Atualmente, o tratamento é focado em medidas de suporte, visando aliviar os sintomas e prevenir complicações, já que não há um medicamento específico aprovado para a mpox. Pacientes diagnosticados devem permanecer em isolamento até a completa cicatrização das lesões, o que pode levar de duas a quatro semanas, dependendo da evolução clínica.
Autor(a):
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.