Mesmo confiante, Bortoleto admite que Audi não vai brigar lá na frente em 2027

Piloto de 22 anos diz que 2027 será de consolidação no meio do grid, com meta pública de competitividade plena em 2030 e foco em pontuar em Interlagos.

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Bortoleto nos boxes da Audi, em Interlagos: projeto sólido | Foto: AFP
Bortoleto nos boxes da Audi, em Interlagos: projeto sólido | Fot...
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O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto pediu paciência com o projeto da Audi na Fórmula 1. Na quinta-feira (5), ele disse que a equipe ainda precisa de tempo para se firmar antes de disputar as primeiras posições, mas se mostrou confiante de que o time vai se tornar competitivo.

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Bortoleto, que disputa sua segunda temporada na F1 aos 22 anos, vê 2027 como um ano de consolidação. Para isso, a escuderia terá de reduzir as falhas mecânicas e corrigir problemas nas largadas.

Audi aposta em consolidação antes de brigar por pódios

“Estamos aqui para construir um projeto sólido”, disse o piloto à imprensa no circuito de Interlagos, onde vai correr, neste fim de semana, seu segundo Grande Prêmio do Brasil na F1. Na avaliação dele, a equipe ainda vai ficar no meio do grid no próximo ano. “Acredito que o ano que vem ainda será um ano de consolidação no meio do grid. Não creio que estaremos brigando lá na frente.”

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Publicamente, a meta do projeto é alcançar competitividade plena em 2030. Bortoleto, porém, garantiu que os bastidores trabalham para chegar a esse patamar antes disso.

Meta para o fim de semana em Interlagos é pontuar

Para a corrida em casa, o objetivo da Audi é “pontuar”, segundo o brasileiro. Ele acredita que o tempo instável em Interlagos pode criar chances de um resultado melhor.

Bortoleto sofreu um acidente na edição do ano passado e reconheceu que precisa controlar melhor as emoções quando corre diante da torcida. “Acho que, no ano passado, minhas emoções acabaram tomando um pouco demais o controle”, explicou.

Ele lembrou de decisões impulsivas, entre elas uma ultrapassagem na corrida sprint que, na visão dele, possivelmente foi desnecessária e acabou provocando o acidente. Mesmo assim, descreveu o peso de competir em casa: “Você só entende realmente o que significa correr em casa quando está prestes a entrar no carro, coloca o capacete e ouve toda a arquibancada gritando e torcendo por você”.

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Piloto cobra acesso mais barato ao automobilismo no país

Natural de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, Bortoleto defendeu que o automobilismo se torne mais acessível no Brasil. Ele citou o aumento dos custos no kart e em categorias como a Fórmula 3 e a Fórmula 2, que dificultam a chegada à elite.

“É muito importante mostrar à nova geração que, mesmo com todas as dificuldades dos nossos países, podemos chegar ao nível mais alto do esporte”, ressaltou. Ele espera que a presença de dois brasileiros no grid leve mais empresas a apoiar jovens pilotos.

A Redação Esportes reúne a cobertura do Clique Fatos sobre futebol brasileiro e internacional, competições e bastidores do esporte. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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