Mesmo com ajuda de moradores e do DOC, 43 baleias-piloto morrem após encalhe na Nova Zelândia

Mar agitado, praias de cascalho solto, rochas afiadas e isolamento dificultaram o resgate em Ngawi, e o DOC agora organiza o enterro dos animais.

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Um grupo escolar ajuda a equipe do Projeto Jonah a cuidar de uma baleia-piloto encalhada após um grande grupo de baleias ter ficado preso durante a noite em Cape Palliser, Nova Zelândia, na quinta-feira, 5 de novembro de 2026 | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Um grupo escolar ajuda a equipe do Projeto Jonah a cuidar de uma...
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Um encalhe em massa deixou mais de 40 baleias-piloto mortas em uma praia da Nova Zelândia. Os socorristas classificaram a operação como “difícil e angustiante”.

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O grupo foi localizado na costa de Ngawi, perto da vila de Cape Palliser, na ponta sul da Ilha Norte, pouco depois das 8h da manhã (15h, no horário de Brasília), na quinta-feira (5). O DOC, departamento de conservação do país, divulgou o caso em comunicado no Facebook naquela mesma manhã.

Quatro baleias ainda estavam vivas no início do resgate

Naquele momento, pelo menos 20 baleias estavam encalhadas, e quatro ainda estavam vivas, de acordo com publicação da organização ambiental Project Jonah New Zealand no Facebook.

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A entidade disse que trabalhava com o DOC e com o iwi local, grupo de tribos māori, para fazer avaliações de saúde nos animais. A ideia era preparar o retorno das baleias vivas ao mar durante a maré alta.

Total chega a 43 baleias e nenhuma sobreviveu

Na tarde de sexta-feira (6), o DOC publicou uma atualização com um balanço muito mais grave. Foram encontradas um total de 43 baleias na costa entre Ngawi e Mangatoetoe, e, “infelizmente, acredita-se que nenhuma delas tenha sobrevivido”.

Muitos animais, espalhados por “vários quilômetros de litoral”, já estavam mortos quando foram descobertos. Os que ainda respiravam “sucumbiram ao longo do dia”, informou o Projeto Jonah em sua própria atualização.

Mar agitado e praias de cascalho tornaram o resgate mais difícil

A costa sul da Ilha Norte fica “exposta às fortes ondas do Estreito de Cook”, afirmou a organização. Somados às praias de cascalho solto e às rochas “afiadas”, esses fatores tornaram o ambiente “particularmente desafiador”.

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O isolamento do local também atrapalhou o trabalho das equipes de resgate, que precisaram lidar com a distância e com as condições do terreno ao mesmo tempo.

Moradores prestaram os primeiros socorros e DOC organiza enterro

O Projeto Jonah fez questão de agradecer aos moradores, que foram os primeiros a chegar à praia. “Eles prestaram auxílio às baleias encontradas com vida, mantendo-as resfriadas e o mais confortáveis possível”, disse a organização beneficente.

Agora, o DOC afirmou que está “trabalhando com os iwi para gerenciar o enterro do taonga”, termo que se refere a um patrimônio altamente valorizado. A organização não informou prazo para a conclusão dessa etapa.

A Redação Brasil reúne a cobertura do Clique Fatos sobre o noticiário das cidades e dos estados brasileiros. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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