Ativista Brasileira Relata Tortura e Estupros em Gaza: Horrorosa Experiência Humanitária

Ativista brasileira relata horror: tortura e humilhações após sequestro em Gaza! Beatriz Moreira expõe sofrimento e violência vividos em cativeiro. Saiba mais.

09/06/2026 16:07

2 min

Ativista Brasileira Relata Tortura e Estupros em Gaza: Horrorosa Experiência Humanitária
(Imagem de reprodução da internet).

Brasileira Relata Tortura e Humilhações Após Sequestro em Gaza

Beatriz Moreira, ativista do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e da Global Sumud Flotilha, compartilhou sua experiência angustiante após ser sequestrada durante uma missão humanitária a Gaza. Juntamente com outros três brasileiros – duas mulheres e um homem – ela passou por dias de sofrimento, conforme relatado em entrevista exclusiva à Rádio Brasil de Fato.

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O grupo foi libertado após quatro dias de cativeiro, incluindo mais de dois dias em embarcações que se tornaram prisões.

Moreira descreveu as condições precárias enfrentadas durante o cativeiro, destacando a falta de acesso a água e higiene básica, o que levou a um motim para garantir o mínimo necessário. Ela enfatizou que, embora a experiência tenha sido terrível, testemunhou a humanidade em todos os envolvidos, ressaltando a importância de apoiar a luta do povo palestino.

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A ativista expressou a crença de que o objetivo por trás do sequestro era enviar uma mensagem de desestímulo à solidariedade internacional.

As piores violações, segundo Moreira, ocorreram após o atracar dos navios em Ashdod. Ela mencionou casos documentados de violência, incluindo estupro e lesões físicas graves, sugerindo que a ação foi motivada pela intenção de intimidar e desmoralizar a ajuda humanitária.

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A ativista ressaltou a importância do engajamento de movimentos populares de diversos setores na causa palestina, que transcende qualquer visão de mundo ou política e trata de uma luta por humanidade e em defesa de um povo que tem o direito de viver.

Moreira detalhou o início da missão, que partiu de Barcelona em 14 de abril, com cerca de 30 embarcações formando a flotilha. O grupo cresceu até atingir 50 navios, com a chegada de ativistas de diversas nacionalidades, que se uniram para oferecer ajuda humanitária.

Ela observou o deslocamento das forças de ocupação israelenses, buscando impedir a chegada da flotilha, e descreveu o processo de reagrupamento e reorganização do grupo, com o apoio de organizações palestinas. A ativista enfatizou que a missão humanitária tinha um caráter político, buscando romper o cerco histórico imposto ao povo palestino.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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