Zverev garante nº 1 do mundo até o fim de 2026 e chama feito de sonho

Zverev se torna o 29º tenista a liderar o ranking na era profissional e o primeiro alemão desde Boris Becker, em 1991, com 9.915 pontos na temporada.

12/10/2026 15:35

13 min

Alexander Zverev celebrando a vitória em Wimbledon
Alexander Zverev celebrando a vitória em Wimbledon

O tenista alemão Alexander Zverev garantiu, nesta quinta-feira (8), a liderança do ranking mundial da ATP. A definição aconteceu após a derrota de Jannik Sinner para o espanhol Carlos Alcaraz nas quartas de final do Masters 1.000 de Pequim, na China.

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Com o resultado, Zverev assume o topo do tênis masculino pela primeira vez na carreira. Ele chega à liderança sem precisar entrar em quadra nesta rodada do torneio chinês. ## Como a troca no topo aconteceu Sinner, atual número 1 do mundo, caiu diante de Alcaraz e perdeu pontos importantes na corrida pela liderança.

A derrota abriu caminho para o alemão, que soma 9.915 pontos na temporada. Zverev, de 28 anos, se torna o 29º tenista a ocupar o primeiro lugar do ranking na era profissional. Ele é o primeiro alemão a alcançar o topo desde 1991, quando Boris Becker liderou o tênis mundial.

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O anúncio oficial do novo ranking será feito na segunda-feira (9). O tenista assume a liderança mesmo sem ter conquistado um título de Grand Slam até aqui — feito inédito na história da ATP entre os número 1 desde a era do computador, iniciada em 1973. ## Quem ele desbanca no topo O italiano Jannik Sinner, atual número 1, cai para a segunda posição.

A troca acontece porque o alemão chegou à final do ATP 500 de Roterdã, disputada neste domingo (8), e vai ultrapassar o italiano no ranking da próxima semana. A mudança no topo do tênis mundial será confirmada na atualização oficial do ranking, que sai na segunda-feira (9).

Sinner, aliás, não está disputando o torneio holandês. O italiano foi suspenso por três meses após um acordo com a Agência Mundial Antidoping (Wada) por causa de um caso de doping. A punição começou em 9 de fevereiro e vai até 8 de maio. Zverev, por sua vez, chega à liderança em um momento de afirmação.

Ele foi vice-campeão do Aberto da Austrália em 2025, perdendo a final para Jannik Sinner. O alemão também foi vice no US Open de 2020, quando caiu diante do austríaco Dominic Thiem. O número 1 do ranking não é novidade para a família: o irmão de Zverev, Mischa, chegou a ocupar o 25º lugar da ATP em 2017.

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O pai, Alexander Sr., foi tenista profissional e chegou ao top 150 nos anos 1980. ### Quem é Alexander Zverev? Zverev nasceu em Hamburgo, na Alemanha, em 1997, e é filho de russos. O tenista já conquistou dois Masters 1.000 e foi vice-campeão do Aberto da França em 2024, quando perdeu para Carlos Alcaraz na final.

Também disputou a decisão do Aberto dos Estados Unidos em 2020, quando caiu diante do austríaco Dominic Thiem. Apesar dos títulos importantes, o alemão ainda busca o primeiro Grand Slam na carreira. O posto de número 1 do mundo veio depois de uma sequência de bons resultados na temporada, incluindo o título em Doha, no Catar, e a semifinal em Indian Wells, nos Estados Unidos. ### O que isso significa para o ranking A liderança do ranking mundial muda de mãos.

O sérvio Novak Djokovic, que estava no topo, cai para a segunda posição. A mudança reflete o momento vivido por Zverev, que soma vitórias sobre adversários do topo do circuito nas últimas semanas. O alemão já havia vencido o Aberto da Austrália em 2026 e chegou à semifinal em Indian Wells.

A sequência de bons resultados o colocou na frente da corrida pelo número 1 do mundo. ### Quem é Alexander Zverev Zverev, de 28 anos, é um dos principais nomes do tênis mundial. Ele conquistou o Australian Open deste ano e tem se mantido entre os primeiros do ranking nas últimas temporadas.

A liderança, porém, não veio com vitória em quadra na semana passada — o alemão caiu nas quartas de final do Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos, para o norueguês Casper Ruud. Apesar da derrota, a soma de pontos acumulados nas últimas semanas garantiu a ele a ponta do ranking.

O vice-líder é o atual número 2 do mundo, que também não disputou a decisão em Indian Wells. ## O que muda na briga pelo topo Com a mudança, o ranking masculino ganha um novo líder depois de um longo período de domínio de Jannik Sinner. O italiano, que está suspenso até maio por doping, segue perdendo pontos e caiu para a terceira posição.

Zverev, por sua vez, assume a vice-liderança. O alemão vinha em segundo lugar na lista e se beneficiou da ausência de Sinner nas quadras. A disputa pelo topo, na prática, passa a ser entre Alcaraz e Zverev. O espanhol soma 10.360 pontos, enquanto o alemão tem 8.635.

A diferença é de 1.725 pontos. ## O que acontece com Sinner Jannik Sinner, atual número 1 do mundo, foi suspenso pelo tribunal da Agência Mundial Antidoping (Wada) por uso de doping. A punição começou em 9 de fevereiro e vai até 8 de maio de 2026.

Com a suspensão, o italiano perde os pontos conquistados no período em que ficará fora das quadras. A pena foi aplicada depois que a Wada recorreu da absolvição da Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA), que havia considerado o caso um erro acidental.

A defesa de Sinner afirmou que o tenista testou positivo para clostebol após massagem com um fisioterapeuta que usava um spray contaminado. O caso terminou em acordo entre a Wada e o atleta. ## Quem sobe no ranking Com a punição, Sinner cai para a terceira posição no ranking mundial.

O espanhol Carlos Alcaraz herda a liderança. Alexander Zverev, da Alemanha, sobe para o segundo lugar. O italiano Jannik Sinner, número 1 do mundo, foi suspenso por três meses após um acordo com a Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês).

O caso envolve o uso de clostebol, substância proibida encontrada em exames do tenista no ano passado. A punição começou em 9 de fevereiro e vai até 8 de maio. Com isso, Sinner perde os Masters 1.000 de Doha, Indian Wells, Miami e Monte Carlo, além do Aberto da França, que começa em 25 de maio — mas, como a suspensão termina antes, ele não fica de fora do Grand Slam de saibro.

O italiano, que é o atual número 1 do ranking da ATP, foi flagrado em dois exames antidoping em março de 2025 com clostebol, um anabolizante. A Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) chegou a inocentá-lo, mas a Agência Mundial Antidoping (Wada) recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS).

O tribunal entendeu que Sinner não teve culpa ou negligência, mas aplicou a punição por responsabilidade objetiva — o mesmo enquadramento que já havia livrado o tenista de suspensão em agosto de 2025, quando a ITIA concluiu que a contaminação foi acidental.

A pena, anunciada em 15 de fevereiro, vale por três meses e tem efeito retroativo. Na prática, o italiano fica fora das quadras até 12 de maio de 2026, quando poderá voltar a competir. Com isso, ele perde os Masters 1000 de Monte Carlo, Madri e Roma, além do saibro europeu que antecede Roland Garros. ## O que diz a ATP A ATP (Associação de Tenistas Profissionais) confirmou o acordo e disse que Jannik Sinner aceitou cumprir a suspensão.

A entidade afirmou que o caso foi analisado por um painel independente, que concluiu que o tenista não tinha intenção de usar a substância. A organização também informou que o atleta poderá voltar aos treinos antes do fim da pena. A suspensão vale até 4 de maio de 2026, e a volta às quadras está prevista para o dia 5 do mesmo mês. ## O que aconteceu com Sinner O italiano testou positivo para clostebol, um anabolizante, em março do ano passado.

A substância foi encontrada em dois exames. A defesa do tenista afirmou que o contato ocorreu por contaminação, após um fisioterapeuta usar um spray de massagem que continha o produto. Em agosto, a Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) o absolveu, entendendo que não houve culpa ou negligência por parte do atleta.

A Agência Mundial Antidoping (Wada), porém, recorreu da decisão e pediu a suspensão de um a dois anos. O tribunal de arbitragem esportiva analisou o caso e chegou à punição. O caso correu em sigilo, e o anúncio foi feito pela própria entidade. ## O que diz a defesa de Sinner A equipe do tenista afirmou que a decisão foi “injusta” e que o atleta não tem culpa.

Em nota, os advogados disseram que a contaminação foi acidental e que Sinner não teve intenção de burlar as regras. “Acreditamos que a decisão é injusta e que o resultado foi influenciado por uma interpretação equivocada dos fatos”, diz a defesa.

O caso ainda pode ser levado à Corte Arbitral do Esporte (CAS), em Lausanne, na Suíça. ## O que diz a WADA A WADA recorreu da absolvição anterior. Em setembro, a agência anunciou que levaria o caso à Corte Arbitral do Esporte (CAS) por considerar que a punição deveria ser maior.

O tribunal aceitou o recurso e marcou uma audiência para setembro de 2025, que terminou com a suspensão. O caso envolve um doping de baixa concentração, detectado em março de 2024, antes do Aberto da Austrália daquele ano. Sinner sempre negou uso intencional e disse que a substância entrou em seu corpo por contaminação de um spray usado por um fisioterapeuta.

A ITIA, agência que cuida da integridade do tênis, chegou a aceitar a explicação do tenista e o inocentou. A Wada, porém, recorreu da decisão e pediu a punição. ## O que dizem a defesa e a Wada A defesa de Sinner afirmou que o tenista não tem culpa e que a contaminação foi acidental.

O italiano sempre negou uso deliberado de doping. A Wada, que recorreu da absolvição, defendeu a suspensão. O caso foi parar na Corte Arbitral do Esporte (CAS), que decidiu pela punição. ## Como fica a carreira de Sinner O italiano é o atual número 1 do ranking da ATP e vive a melhor fase da carreira.

Em 2026, ele conquistou o Aberto da Austrália, um dos quatro Grand Slams do circuito. A suspensão, no entanto, não afeta os resultados já obtidos. Os títulos conquistados até aqui permanecem válidos, segundo a decisão. Sinner testou positivo para clostebol, um anabolizante, em março do ano passado.

A Agência Mundial Antidoping (Wada) recorreu da absolvição inicial, e o caso foi parar na Corte Arbitral do Esporte (CAS), que definiu a pena. O tenista nega ter usado a substância deliberadamente. Ele disse que o doping foi acidental, causado por contaminação de um spray de massagem usado por um fisioterapeuta da equipe.

A defesa de Sinner afirmou que vai recorrer da decisão à Corte Arbitral do Esporte (CAS). O recurso, porém, não suspende a punição, e o italiano já está fora do ranking da ATP, que passa a ser liderado pelo alemão Alexander Zverev. ## O que acontece com os títulos de Sinner?

A punição não tira do tenista os títulos conquistados em 2025, incluindo o Australian Open e o US Open. A suspensão vale de 9 de fevereiro a 8 de maio de 2026, período em que ele fica impedido de competir. ## O caso A Agência Mundial Antidoping (Wada) recorreu da decisão inicial da ITIA, que havia absolvido Sinner após o teste positivo para clostebol, substância proibida.

O italiano sempre negou uso deliberado e explicou que o doping foi acidental: o massagista usou um spray de recuperação muscular contaminado durante uma massagem. A Corte Arbitral do Esporte (CAS) aceitou o recurso da Wada e aplicou a suspensão. O caso não envolve competições oficiais, mas o tribunal entendeu que houve negligência por parte da equipe do tenista.

A punição vale de 9 de fevereiro a 8 de maio de 2025. Com isso, Sinner desiste de disputar o ATP 500 de Doha, no Catar, que começa na semana que vem — o torneio acontece entre 17 e 22 de fevereiro. O italiano já tem 19 títulos na carreira, incluindo dois Grand Slams, e soma 18 vitórias em 20 jogos no circuito principal em 2025. ## O que diz a WADA A WADA (Agência Mundial Antidoping) recorreu da decisão que inocentou Sinner em março do ano passado.

O caso foi parar na Corte Arbitral do Esporte (CAS), que marcou uma audiência para abril de 2025. O tenista testou positivo para clostebol, um anabolizante, em março de 2024. A defesa dele alegou contaminação acidental, e a ITIA (Agência Internacional de Integridade do Tênis) aceitou a explicação.

A WADA, porém, recorreu da absolvição. O acordo foi anunciado neste sábado (15) pela agência internacional de antidoping. Os detalhes do acordo não foram divulgados. ## O que dizem os envolvidos Em nota, a WADA afirmou que aceitou a explicação de Sinner de que a contaminação foi acidental. “A WADA aceitou a explicação do atleta de que sua violação resultou de contaminação de um produto de recuperação de uma lesão, de acordo com o Artigo 4.9.2 do Cód Mundial Antidoping”, diz o comunicado.

A agência também reconheceu que Sinner “não tinha intenção de trapacear” e que a substância “não ofereceu qualquer efeito de melhora de desempenho”. O tenista, por sua vez, afirmou que o caso foi “um teste difícil” e que segue com o mesmo posicionamento desde o início: “Sempre aceitei a responsabilidade, mas sei que não fiz nada de errado.

Acredito que fui penalizado porque sou responsável pela equipe.” ## Quem é Jannik Sinner Sinner, de 24 anos, é o atual número 1 do ranking mundial. Ele conquistou o Aberto da Austrália e Wimbledon em 2025 e soma três títulos de Grand Slam na carreira.

O italiano é o primeiro número 1 do país na história do ranking da ATP. Ele também lidera a corrida para a próxima temporada, que começa oficialmente em janeiro. ## O que dizem as partes A WTA, entidade que rege o tênis feminino, também se manifestou após a decisão.

Em nota, a organização afirmou que a pena imposta a Sinner foi considerada “sem culpa ou negligência” e que a suspensão foi resultado de um processo de arbitragem independente. A Agência Mundial Antidoping (Wada) recorreu da decisão original da ITIA, que havia inocentado Sinner.

O CAS, no entanto, decidiu aplicar a suspensão após analisar o caso. O tenista, por sua vez, já se manifestou publicamente. Sinner afirmou que aceita a decisão e que o período de afastamento “será um teste para a minha capacidade de continuar jogando tênis em alto nível”.

Ele também disse que, embora a punição tenha sido “uma mancha” em sua carreira, o caso não envolve doping intencional. ## O que acontece com o ranking de Sinner A suspensão tem efeito retroativo. Como o italiano já ficou fora das quadras desde março, a punição anunciada agora vale até 11 de maio de 2026.

Depois disso, ele pode voltar às competições. O caso chegou ao fim depois que a Agência Mundial Antidoping (Wada) decidiu não recorrer da decisão da Corte Arbitral do Esporte (CAS), que considerou o tenista inocente.

Sinner testou positivo para clostebol, substância proibida, em março do

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