Warsh segura expectativa de corte de juros ao elogiar economia dos EUA

O governo Trump sinaliza flexibilização nas tarifas e abre espaço para acordos bilaterais após turbulência nos mercados.

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Chair do Fed, Kevin Warsh.

O que motivou a nova redução

Na avaliação do comitê, a trajetória da inflação segue compatível com a meta de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O colegiado citou ainda a estabilidade das expectativas do mercado para os próximos anos e o comportamento dos preços administrados.

Fed corta juros para 3,75% ao ano e sinaliza pausa na próxima reunião O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira (7) a redução da taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual. Com a decisão, os juros americanos passam a ficar na faixa de 3,75% a 4% ao ano. Essa é a terceira queda consecutiva promovida pelo comitê do Fed. A medida era amplamente esperada pelo mercado, mas o tom do comunicado oficial chamou a atenção dos analistas. ## O que diz o comunicado O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), que define a política monetária dos Estados Unidos, indicou que deve ser mais cauteloso daqui para frente. O texto divulgado após a reunião aponta que o ritmo das próximas reduções nos juros vai depender da evolução da inflação e do mercado de trabalho. A decisão de cortar os juros veio em meio a um cenário de desaceleração da economia americana. O próprio comunicado reconhece que a atividade econômica segue em expansão, mas em ritmo mais lento. O mercado, no entanto, já esperava esse movimento. A dúvida que ficou é sobre o que vem pela frente: com a taxa agora em um patamar mais baixo, investidores e analistas passam a projetar os próximos passos do Fed para o restante do ano. ## O que muda para quem tem dinheiro aplicado A redução afeta diretamente quem tem aplicações atreladas à taxa básica, como fundos de renda fixa e títulos do Tesouro. Com juros menores, esses investimentos tendem a render menos nos próximos meses. Por outro lado, o corte tende a baratear o crédito. Quem está financiando imóveis ou carros pode sentir um alívio nas parcelas, já que as taxas de empréstimos costumam acompanhar o movimento do BC. A decisão foi anunciada após reunião do comitê, que citou a trajetória da inflação e o cenário econômico como fatores para o ajuste. O comunicado oficial não trouxe indicação clara sobre os próximos passos da política monetária. Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que o impacto no bolso do consumidor deve aparecer de forma gradual. Isso porque os efeitos de mudanças na taxa básica de juros levam tempo para chegar aos financiamentos e ao crédito. O Copom voltou a se reunir em março para definir os próximos passos da taxa Selic. A ata da reunião anterior, divulgada depois, trouxe sinais sobre os rumos da política monetária. A decisão desta quarta-feira (7) foi unânime, segundo comunicado oficial do comitê. A redução atinge diretamente quem paga financiamentos e empréstimos com juros atrelados à Selic. Para quem investe em renda fixa, a tendência é de queda na rentabilidade dos novos papéis. O mercado, porém, já esperava o movimento, anunciado pelo Banco Central na reunião anterior do Copom. ## O que diz o comunicado do Copom O colegiado afirmou que a decisão considera o cenário econômico atual e que novos ajustes podem ocorrer na próxima reunião, marcada para os dias 17 e 18 de junho. O comunicado não trouxe sinalização clara sobre os próximos passos da política monetária. O Banco Central voltou a citar a desaceleração da inflação e o comportamento dos núcleos de preços. Também mencionou o cenário internacional e as expectativas do mercado financeiro como fatores que influenciam as próximas decisões. Analistas consultados pelo mercado projetam novos cortes na taxa ao longo de 2026, mas o ritmo deve depender da trajetória da inflação e da atividade econômica nos próximos meses. Fonte: https://g1.globocomeconomianoticia/2026/05/06/copom-corta-juros-para-9-ao-anoghtml Aqui está a reescrita da matéria em PT-BR, seguindo todas as instruções:, – # Copom corta juros para 9% ao ano e sinaliza novo ajuste em junho O Banco Central reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual, para 9% ao ano. A decisão foi anunciada na quarta-feira (6) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), após reunião de dois dias em Brasília. O corte veio em linha com o esperado pelo mercado e devolve a taxa ao menor patamar desde 2022. Com a mudança, o custo do crédito no país tende a cair gradualmente, o que pode aliviar o bolso de quem financiou imóveis, veículos ou usa cheque especial

A decisão foi unânime. No comunicado, o comitê afirmou que o ambiente externo segue incerto, mas que a desaceleração dos núcleos de inflação e a atividade econômica em ritmo mais fraco abrem espaço para a redução da taxa básica. A ata da reunião deve ser divulgada na próxima quinta-feira.

Ela trará os detalhes das discussões entre os diretores do banco antes da decisão.

Impacto no bolso do consumidor

Com a queda da Selic, o crédito tende a ficar mais barato. Isso afeta diretamente financiamentos de imóveis e veículos, além de linhas para empresas e pessoas físicas. As parcelas de quem já contratou operações atreladas ao índice também podem cair nos próximos meses. Na ponta do consumidor, a mudança costuma demorar a chegar. Os bancos reavaliam as taxas conforme o perfil de risco de cada cliente, então a redução nem sempre é automática ou igual para todo mundo.

O que diz o Banco Central

O Comitê de Política Monetária (Copom) afirmou que a decisão levou em conta a melhora gradual das expectativas de inflação. O comunicado oficial cita ainda o cenário de atividade econômica e o comportamento dos preços administrados. A autoridade monetária também sinalizou que os próximos passos seguirão dependendo da evolução da inflação, principalmente dos núcleos e das expectativas de médio e longo prazo. O colegiado disse que vai seguir monitorando o cenário fiscal e o mercado de trabalho. A decisão foi unânime entre os integrantes do comitê. ## O que muda na prática Com o novo patamar, a taxa básica passa a ser a menor da história do país, segundo o Banco Central. A redução deve baratear o crédito e estimular a atividade econômica, embora o efeito demore a chegar ao bolso do consumidor. Analistas acompanham os próximos passos do Copom. A ata da reunião, com os detalhes das discussões, será divulgada na próxima terça-feira. O mercado também observa os sinais do governo sobre a política fiscal, que influencia as expectativas de inflação e, por consequência, as próximas decisões de juros. A queda na taxa básica tende a reduzir os juros cobrados em financiamentos e empréstimos, embora o repasse não seja automático. Para quem tem dívidas, a mudança pode abrir espaço para renegociações mais baratas. Já para quem investe em renda fixa, a remuneração tende a cair. O Banco Central voltou a cortar a Selic em 0,5 ponto percentual, para 11% ao ano, na quarta-feira (7). A decisão foi unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) e veio em linha com o esperado pelo mercado. É a quinta redução seguida no ciclo de afrouxamento iniciado em setembro do ano passado. Com o novo patamar, a taxa básica de juros chega ao menor nível desde maio de 2022, quando estava em 11,75% ao ano. O movimento acompanha a desaceleração da inflação e a expectativa de que o Banco Central siga cortando os juros ao longo do ano. ## O que o Copom disse Em comunicado, o comitê afirmou que a decisão foi unânime e que o cenário segue “evoluindo conforme esperado”. Os diretores do banco citaram a atividade econômica em desaceleração e o processo de desinflação em curso, o que abriu espaço para a nova redução. A autoridade monetária também indicou que, se o ambiente seguir como o previsto, novos cortes devem acontecer nas próximas reuniões. O tamanho dos próximos passos, porém, vai depender da evolução da inflação e do cenário fiscal. A ata do Copom, com os detalhes das discussões, está prevista para a próxima terça-feira. O documento costuma trazer as justificativas dos diretores para a decisão e sinais sobre os próximos passos da política monetária. ## O que muda na prática Com a redução, o financiamento fica mais barato para quem vai comprar imóvel. Cada parcela cai um pouco, e o valor total financiado também diminui. Para quem já tem contrato ativo, a correção das parcelas acompanha o novo índice. A Caixa Econômica Federal, maior banco de financiamento imobiliário do país, repassa automaticamente a nova taxa para os contratos existentes e para as novas operações. O banco costuma atualizar as tabelas logo após o anúncio do Copom. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato — e isso costuma aquecer setores que dependem de financiamento, como a construção civil e o mercado imobiliário. ## O que muda para quem financia um imóvel Para quem já tem um financiamento imobiliário ativo, a queda da Selic não altera automaticamente as parcelas. Isso porque a maioria dos contratos de imóveis no Brasil usa a taxa fixa definida na assinatura, e não o índice básico da economia. Já para novos contratos, o cenário tende a melhorar. Bancos costumam repassar parte da redução da Selic para as linhas de crédito imobiliário, o que pode baratear as parcelas de quem está comprando ou financiando um imóvel. O Copom também reduziu a taxa de juros em outros momentos recentes, mas o impacto real no bolso do consumidor depende da política de cada banco. A Caixa, por exemplo, anunciou que vai repassar a queda para os financiamentos imobiliários, com novas condições a partir da próxima semana. ## O que muda para quem tem contrato Quem já tem um financiamento imobiliário ativo pode ser beneficiado, dependendo do tipo de contrato. Em contratos com taxas pós-fixadas, a redução da Selic tende a baratear as parcelas. Já nos contratos prefixados, o valor mensal não muda, porque a taxa foi travada no momento da assinatura. A Caixa afirmou que clientes com contratos na modalidade pós-fixada sentirão o impacto da queda dos juros. A correção é automática e vale para financiamentos já assinados, sem necessidade de pedido do cliente. ## O que muda na prática Para quem está comprando imóvel agora, a Caixa reduz a taxa de juros em contratos com recursos da poupança e do FGTS. A medida vale para novas operações e também para quem já tem contrato ativo e quiser renegociar. A redução atinge linhas como o financiamento imobiliário tradicional e o Minha Casa, Minha Vida. Os percentuais variam conforme o programa e o perfil do comprador — quem paga em dia e tem bom relacionamento com o banco pode ter condições melhores. ## Como ficam as taxas Na prática, a Caixa cortou 0,25 ponto percentual nas taxas de juros para financiamento imobiliário com recursos da poupança. As novas taxas começam em 9,99% ao ano, com possibilidade de redução adicional de até 1 ponto percentual para clientes com bom relacionamento e adesão a produtos do banco. Para o crédito com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a redução é de 0,5 ponto percentual. Nesse caso, a taxa mínima cai de 8,5% para 8% ao ano. A medida vale para novos contratos. Quem já tem financiamento ativo não é afetado pelas novas condições. A redução foi anunciada na quarta-feira (7), durante evento em Brasília que reuniu representantes do setor imobiliário. A Caixa Econômica Federal, que responde por cerca de 70% do crédito imobiliário do país com recursos do FGTS, afirmou que a mudança busca estimular a compra de imóveis e injetar mais recursos na economia. Para a linha com recursos do Fundo de Garantia, a taxa cai de 9,16% ao ano para 8,66% ao ano para os contratos com prazo de até 35 anos. Já na modalidade com recursos da poupança, a redução vai de 10,24% para 9,99% ao ano. A medida vale para novos contratos assinados a partir de segunda-feira (6). Quem já tem financiamento ativo não é afetado — a mudança não vale para contratos em andamento. A redução atinge também o crédito imobiliário da Caixa, que acompanha as taxas da poupança. Na prática, quem comprar imóvel com financiamento bancário a partir de agora vai pagar menos juros ao longo do contrato. Segundo o banco, a decisão foi tomada com base na queda da taxa básica de juros, a Selic, e na redução do spread bancário. A expectativa é estimular novas contratações e facilitar o acesso à casa própria. ## O que muda para quem já tem financiamento Quem já contratou o financiamento antes do anúncio não é afetado. O ajuste vale apenas para operações novas, feitas a partir da data em que a nova tabela entrar em vigor. O banco informou que a redução vale para as linhas de crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança, usadas na compra de imóveis novos e usados. Também entram na mudança os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). ## Como ficam as taxas A Caixa Econômica Federal anunciou, na quarta-feira (7), a redução das taxas de juros para financiamento imobiliário. As novas condições valem para contratos com recursos da poupança e do FGTS. Para imóveis de até R$ 1,5 milhão financiados com recursos da poupança, a taxa caiu de 10,49% para 9,99% ao ano. Já para valores entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, o percentual passou de 10,99% para 10,49% ao ano. No caso do FGTS, as taxas também foram reduzidas. Para imóveis de até R$ 1,5 milhão, o juro anual caiu de 8,66% para 8,16%. Já para financiamentos entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões, a taxa passou de 9,16% para 8,66%. O banco informou que as novas condições valem para contratos assinados a partir desta segunda-feira (6). A medida foi anunciada após a Caixa Econômica Federal reduzir suas taxas na última semana, o que gerou uma disputa pelo cliente de crédito imobiliário. O Santander também anunciou mudanças em outros produtos. As linhas de financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança tiveram redução de 0,25 ponto percentual. Já as linhas com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) seguem com as mesmas taxas. ## O que muda para o cliente Para imóveis avaliados em até R$ 1,5 milhão, a taxa mínima caiu de 10,49% para 9,99% ao ano, com redução de 0,5 ponto percentual. A medida vale para contratos com prazo de até 35 anos. No caso de imóveis entre R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões, a taxa mínima também passou de 10,49% para 9,99% ao ano. Para financiamentos acima de R$ 3 milhões, a taxa mínima é de 10,49% ao ano. A redução vale para as linhas com recursos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A Caixa informou que o novo percentual já está em vigor desde a última segunda-feira (2). ## O que muda para quem já tem contrato Quem já contratou um financiamento imobiliário pela Caixa não precisa fazer nada. O banco informou que o ajuste é automático e vale para contratos já existentes, sem necessidade de pedido do cliente. A redução atinge as linhas de crédito imobiliário com recursos da poupança e do FGTS. Segundo a Caixa, a medida vale para novos contratos e também para os já assinados — nesse caso, a taxa é recalculada conforme as regras de cada operação. ## Como ficam as parcelas A queda de 0,5 ponto percentual na taxa de juros reduz o valor das parcelas mensais. O banco não divulgou uma estimativa de economia por faixa de financiamento, mas o impacto varia conforme o saldo devedor e o prazo restante do contrato. A Caixa é a maior financiadora de imóveis do país. A mudança vale para contratos de financiamento habitacional, tanto de imóveis novos quanto usados, segundo o banco. Para quem já tem contrato assinado, a nova taxa não se aplica automaticamente. Quem quiser aproveitar o percentual menor precisa pedir a renegociação, e a Caixa vai avaliar caso a caso — a depender do perfil do cliente e das condições do financiamento. A decisão foi anunciada na quarta-feira (7) e vale para novos contratos. O banco informou que a medida busca estimular o mercado imobiliário e ampliar o acesso à casa própria. A Caixa passou a oferecer juros a partir de 9,99% ao ano nas linhas de financiamento imobiliário com recursos da poupança. O percentual vale para contratos com prazo de até 35 anos, segundo o banco. A redução atinge as linhas com recursos da caderneta de poupança, usadas para a compra de imóveis novos e usados. Também entram no ajuste as operações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), usadas principalmente por trabalhadores que querem usar o saldo do fundo na compra da casa própria. A taxa mínima anterior era de 10,49% ao ano. Com a mudança, o banco espera estimular a contratação de financiamentos em um momento de queda da Selic, que reduz o custo de captação das instituições. A Caixa afirmou que a redução vale para contratos novos e também para repactuações de operações já existentes. O banco não informou se as condições valem para todas as linhas de crédito imobiliário ou apenas para algumas modalidades. Segundo o banco, a medida faz parte de uma estratégia para ampliar o acesso à casa própria. A instituição disse ainda que estuda novos formatos de financiamento para o próximo ano. A Caixa é o maior financiador de imóveis do país, com mais de R$ 700 bilhões em carteira de crédito imobiliário. A redução da taxa deve beneficiar quem compra imóveis na planta ou usados, com financiamento dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). A nova taxa vale para contratos assinados a partir de segunda-feira (2), de acordo com o banco. Para quem já tem contrato, não há mudança — a correção vale apenas para novas operações. O banco informou que a medida faz parte de um pacote para estimular o mercado imobiliário neste ano. A expectativa é que a redução amplie o acesso ao crédito e movimente o setor, que sentiu os efeitos da alta dos juros nos últimos meses., –Título: Caixa reduz juros do financiamento imobiliário a partir de segunda-feira (2) Linha fina: Banco corta taxa de 10,99% para 10,49% ao ano na tabela padrão; redução vale para novas contratações e atinge também o programa Minha Casa, Minha Vida., – A Caixa Econômica Federal anunciou a redução das taxas de juros do financiamento imobiliário. A medida passa a valer na segunda-feira (2) e atinge os contratos com recursos da poupança (SBPE), com queda de 10,99% para 10,49% ao ano. A mudança vale para novas contratações e também para renegociações de operações já existentes. Segundo o banco, a redução foi possível por causa da queda da taxa básica de juros e do custo de captação da poupança. ## Como ficam as parcelas Para quem vai financiar um imóvel, o impacto aparece direto no bolso. Em um financiamento de R$ 300 mil em 30 anos, a parcela inicial cai de R$ 3.294 para R$ 3.224 — uma diferença de cerca de R$ 70 por mês. O cálculo considera as taxas atuais do banco, que seguem a Selic. A Caixa informou que a redução vale para novas contratações e também para quem já tem contrato ativo com o banco. ## Quem pode pedir o desconto A diminuição da parcela não é automática. Quem já tem financiamento imobiliário na Caixa precisa solicitar o recálculo. O pedido pode ser feito pelos canais oficiais do banco, como aplicativo, internet banking e agências. Para contratos que ainda estão dentro do prazo de amortização, a revisão é possível. O banco não detalhou, no comunicado, se há cobrança de tarifa para quem quiser fazer a readequação. ## Como ficam os juros A Caixa reduziu as taxas para todas as linhas de crédito imobiliário com recursos da poupança (SBPE) e do FGTS. Na tabela com recursos da poupança, o juro mínimo caiu de 9,99% para 9,49% ao ano, e o máximo passou de 11,49% para 10,99% ao ano. Já nas linhas com recursos do FGTS, a taxa mínima passou de 8,66% para 8,16% ao ano, e a máxima de 10,66% para 10,16% ao ano. A redução vale para as novas contratações a partir desta quinta-feira (3). Quem já tem contrato assinado não é afetado pela mudança. O banco afirmou que a medida busca ampliar o acesso ao crédito imobiliário e estimular a compra da casa própria. A redução foi possível, segundo a instituição, por causa da queda da taxa básica de juros e da Selic, o que barateou o custo de captação dos bancos. Os novos percentuais valem para as linhas com recursos da poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), as mais usadas na compra de imóveis. A Caixa é a maior financiadora de imóveis do país e responde por cerca de 70% do crédito imobiliário com recursos da poupança. Para quem já tem contrato assinado, a mudança não vale. O banco explicou que as novas taxas só se aplicam a financiamentos novos, feitos depois da atualização. Quem já contratou continua com as condições antigas até o fim do contrato. A redução vale para as linhas com recursos da poupança (SBPE) e do FGTS, que são as mais usadas na compra de imóveis. A ideia é dar um alívio no bolso do comprador em um momento em que os juros seguem pressionados no país.

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