USP em crise: Estudantes invadem reitoria e exigem cúpula de negociação com Cotrim

Manifestação na USP exige diálogo com reitor Aluísio Augusto Cotrim! Estudantes pressionam por melhorias no bandejão e PAPFE. Greve atinge três semanas

18/05/2026 13:40

2 min

USP em crise: Estudantes invadem reitoria e exigem cúpula de negociação com Cotrim
(Imagem de reprodução da internet).

Ocupação na USP Exige Negociação com Reitor

Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) realizaram uma manifestação na tarde da quinta-feira (7) na reitoria, buscando pressionar o reitor Aluísio Augusto Cotrim Segurado a abrir uma mesa de negociação. A ação faz parte de um movimento de greve que já ultrapassa as três semanas, com demandas por melhorias no bandejão, aumento do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE) para o valor do salário mínimo paulista e expansão dos programas de apoio aos estudantes.

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O Diretório Central dos Estudantes (DCE) justificou a ocupação como uma forma de exigir o fim da postura do reitor, que teria se mostrado recluso e evitado as negociações. A insatisfação dos estudantes se concentra na situação precária dos bandejões, que ainda apresentam problemas como “larvas” e no valor considerado insuficiente do PAPFE, atualmente limitado a R$27,00.

Histórico das Reuniões e Desacordos

As tentativas de diálogo entre a reitoria e os estudantes ocorreram ao longo da semana, com três reuniões realizadas. No entanto, as tratativas foram interrompidas após o encerramento dessas reuniões. A direção da instituição informou que houve avanços nas discussões, conforme reportado pelo Uol.

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Contudo, os estudantes permanecem inconformados com a decisão e continuam a mobilização.

Reitoria e Greve: Uma Paralisação Prolongada

A paralisação estudantil e de servidores da universidade teve início em 15 de abril e, até o momento, a reitoria chegou a um acordo com os funcionários. No entanto, segundo os estudantes, a instituição tem se mostrado resistente a atender às demandas dos universitários.

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A reportagem do Brasil de Fato buscou o posicionamento oficial da USP, mas até a publicação deste texto não houve resposta da universidade.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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