TSE: segundo turno tem 1,12% de votos brancos e 2,12% de nulos, menos que no primeiro

Após a apuração das urnas no segundo turno das eleições, dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 1,12% dos eleitores que votaram no domingo (25) escolheram o branco, cerca de 1,4 milhão de pessoas. Outros 2,12% optaram pelo nulo, o que representa cerca de 2,7 milhões de votantes.
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Como se comparam as eleições gerais recentes
Na comparação com os segundos turnos dos últimos anos, o índice ficou abaixo do registrado em pleitos anteriores. O maior percentual recente de eleitores que escolheram essas opções apareceu em 2018, quando 2,14% votaram em branco, o equivalente a 2,4 milhões de pessoas, e 7,43% anularam o voto, cerca de 8,6 milhões do eleitorado daquele ano.
Em 2014, 1,71% dos eleitores votaram em branco, cerca de 1,9 milhão, e 4,63% anularam, o que equivale a 5,2 milhões. No segundo turno da última eleição presidencial, em 2022, foram registrados 1,43% de brancos, ou 1,7 milhão de votos, e 3,16% de nulos, cerca de 3,9 milhões.
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O movimento também aparece no primeiro turno deste ano. Na votação de 4 de outubro, 1,84% dos votantes escolheram o branco, cerca de 2,3 milhões, enquanto 2,93% anularam o voto, o que corresponde a 3,6 milhões de eleitores. Ou seja, nos dois casos o número caiu entre um turno e outro.
Qual é a diferença entre voto branco e nulo
Os dois tipos de voto são considerados inválidos, porque nenhum deles é contabilizado para eleger um candidato. A diferença está na forma como o eleitor invalida a escolha. Na prática, o impacto é a redução do total de votos válidos que um candidato precisa para ser eleito.
Segundo o TSE, os votos em branco e nulos servem apenas como “registro da insatisfação do eleitorado com os candidatos na disputa”.
O voto branco pode ser feito na urna eletrônica, por meio da tecla “branco”, e expressa a insatisfação do eleitor com os candidatos apresentados. Já o voto nulo é visto como um protesto contra todos os candidatos da disputa. Ele é computado quando o eleitor digita um número que não corresponde a nenhum candidato, como “00”, por exemplo.
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Redação Política
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