Trump já gastou mais de US$ 300 milhões e prevê superar US$ 400 milhões nas Midterms

Os mais de US$ 400 milhões devem financiar publicidade, comícios e mobilização de eleitores até a votação de 3 de novembro de 2026.

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Presidente dos EUA, Donald Trump.

Donald Trump afirmou na terça-feira (20) que terá investido mais de US$ 400 milhões (equivalente a cerca de R$ 2 bilhões) para apoiar candidatos do Partido Republicano até as Midterms, marcadas para 3 de novembro.

O presidente dos Estados Unidos disse que mais de US$ 300 milhões já foram gastos em publicidade, contato com eleitores, comícios, mobilização e iniciativas de integridade eleitoral. A disputa é apresentada por Trump como a mais importante eleição de meio de mandato da história do país.

Trump diz que já gastou mais de US$ 300 milhões

Em publicação na Truth Social, Trump afirmou que decidiu investir o valor por acreditar no Partido Republicano, em suas políticas e em seus princípios. “Tenho o prazer de anunciar que, no contexto das Eleições de Meio de Mandato mais importantes da história do nosso país, investi (ou investirei) mais de 400 milhões de dólares até o dia da eleição”, escreveu.

O presidente disse que os recursos já aplicados financiaram publicidade, contato direto e indireto com eleitores, comícios e estruturas para os eventos. Também citou comícios virtuais, feitos por telefone ou internet, programas de mobilização de eleitores e ações de integridade eleitoral.

Trump afirmou ainda que tomou a decisão depois de acompanhar os violentos protestos na França e em outros países da Europa. Na segunda-feira (19), ele alegou que os Estados Unidos poderão ver cenas semelhantes às dos distúrbios nas manifestações europeias se os democratas vencerem a votação.

Presidente pede que eleitores votem como se ele estivesse na cédula

Trump tem descrito as Midterms de 2026 como “as Eleições de Meio de Mandato mais importantes” que o país já teve. Também pediu que os eleitores ajam como se ele próprio estivesse na cédula, sob o argumento de que a participação é maior quando ele é candidato.

O voto não é obrigatório nos EUA.

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A aprovação do presidente, porém, está em baixa. Pesquisa da Reuters Ipsos divulgada na segunda-feira apontou que cerca de 31% dos americanos aprovam seu desempenho.

O resultado representa uma queda de um ponto percentual em relação ao levantamento publicado duas semanas antes e é o menor índice registrado durante todo o mandato presidencial.

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