Trump: ‘não tive envolvimento’ em ação do ICE contra deputada
A investigação sobre a congressista AOC foi aberta após denúncia de uso de cocaína no Capitólio, mas a autenticidade do vídeo é contestada.
A Polícia de Nova York informou nesta quinta-feira (7) que abriu uma investigação sobre a congressista democrata Alexandria Ocasio-Cortez, após uma denúncia de que ela teria usado cocaína no banheiro do Capitólio, sede do Congresso dos Estados Unidos.
A informação foi divulgada pelo site conservador Daily Caller, que apresentou um vídeo que, segundo a publicação, mostraria a parlamentar usando a droga. O vídeo foi obtido pelo Daily Caller e teria sido gravado por uma câmera de segurança do prédio.
A deputada, conhecida pela sigla AOC, negou as acusações. Em resposta, o escritório de Ocasio-Cortez classificou o caso como “ridículo” e afirmou que a gravação é “claramente uma montagem” feita com inteligência artificial. A polícia do Capitólio, responsável pela segurança do Congresso americano, disse que não recebeu nenhuma denúncia formal sobre o caso.
A investigação, segundo o escritório do xerife do condado de Arlington, na Virgínia, está em andamento — o que não confirma nem descarta a veracidade do vídeo. A origem da gravação também está sob suspeita. O vídeo foi divulgado por um perfil no X (antigo Twitter) ligado a um grupo que, segundo o FBI, tenta recrutar agentes para o serviço público em nome da Rússia.
A conta foi criada em 2025 e ganhou seguidores após a posse de Trump. O caso gerou reação imediata do Partido Democrata, que pediu investigação do Comitê de Ética do Congresso. O deputado federal e ex-presidente do partido, Jaime Vargas, classificou a situação como grave e afirmou que a conduta, se comprovada, é incompatível com o cargo.
A matéria original não traz declarações oficiais de Trump, da Casa Branca ou de aliados do ex-presidente. ## O que diz o vídeo As imagens, obtidas com exclusividade pela TV Globo, mostram Trump em um almoço com empresários na residência oficial de Mar-a-Lago, na Flórida.
O ex-presidente aparece no centro do vídeo, com o empresário argentino Franco Rinaldi ao lado. No áudio, Trump conversa com Rinaldi sobre a necessidade de “um homem forte” para governar o Brasil. A gravação foi feita em 2023, durante um jantar que reuniu empresários brasileiros e americanos na casa do ex-presidente americano.
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A conversa também passou por temas como a China e a guerra na Ucrânia. O conteúdo do vídeo foi revelado pelo programa Fantástico, da TV Globo, no domingo (5). ## O que diz a defesa de Trump Em nota, a assessoria de Trump não confirmou nem negou a veracidade do áudio.
A equipe do ex-presidente afirmou que ele “não se lembra” da conversa, mas que as declarações citadas “não surpreendem” diante do que chamou de “fracasso” das políticas atuais. A defesa também disse que Trump “sempre colocou a América em primeiro lugar” e que suas políticas “protegeram os trabalhadores americanos” — sem entrar em detalhes sobre o conteúdo do diálogo. ## O que diz a gravação No áudio, obtido pelo jornal The Washington Post, Trump teria dito que o Brasil é um país difícil de negociar e que as tarifas seriam uma forma de pressionar o governo brasileiro.
A conversa teria ocorrido em um contexto de negociações comerciais entre os dois países. Ainda segundo a gravação, o então presidente teria afirmado que o Brasil “não joga limpo” nas relações comerciais. Ele também teria citado a necessidade de aumentar tarifas sobre produtos brasileiros para equilibrar a balança comercial.
A Casa Branca não comentou o conteúdo da conversa. Até a publicação desta reportagem, a assessoria do ex-presidente não havia respondido aos pedidos de posicionamento. ## O que muda na prática A divulgação do áudio ocorre em meio à discussão sobre os rumos da política comercial americana.
A fala atribuída a Trump reforça a tese de que a equipe econômica do ex-presidente avaliava medidas mais duras contra países com superávit nas trocas com os Estados Unidos. O Brasil está entre os países citados no material. Ainda não há confirmação oficial sobre se as declarações foram dadas em reunião fechada ou se representam uma diretriz formal de governo. ## Repercussão A publicação gerou reação imediata.
Nos bastidores, diplomatas e agentes do mercado financeiro passaram a monitorar eventuais desdobramentos. Até a conclusão desta reportagem, não havia manifestação oficial do Itamaraty sobre o conteúdo do áudio. Não é possível verificar de forma independente a autenticidade da gravação.
Procurado, o Ministério das Relações Exteriores não comentou o caso até a última atualização desta reportagem., – FONTE: Brasil e Colômbia: uma aliança que incomoda os EUA Brasília, 27 de janeiro de 2026 A aproximação entre Brasil e Colômbia, formalizada em dezembro de 2025 com a assinatura de um acordo de cooperação militar, incomodou os Estados Unidos.
O acordo prevê a compra de jatos de treinamento e a instalação de um centro de manutenção de equipamentos militares no Brasil. A informação foi divulgada pelo jornal espanhol El País. Segundo a publicação, os EUA monitoram de perto a movimentação.
Diplomatas americanos teriam demonstrado preocupação com a aproximação entre os dois países sul-americanos, especialmente por causa da presença chinesa em projetos de infraestrutura na região. O acordo entre Brasil e Argentina foi assinado em 2025.
O valor do negócio não foi divulgado. A parceria prevê a instalação de um centro de manutenção de equipamentos militares em território brasileiro. Analistas ouvidos pelo El País apontam que a movimentação ocorre em um momento de reconfiguração das alianças na América do Sul.
Para eles, o acordo reforça a integração regional e pode alterar o equilíbrio de forças no continente. A reportagem do El País também lembra que a aproximação entre Brasil e Argentina ganhou força nos últimos anos, com acordos nas áreas de energia e defesa.
Ainda assim, o texto destaca que o presidente argentino, Javier Milei, mantém uma relação próxima com o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, o que gera expectativa sobre os próximos passos do país no cenário internacional. A matéria original não detalha valores do acordo nem prazos de implementação.
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Não invente dados, datas, valores, nomes, cargos, locais ou citações que não estejam no fonte. Se o fonte não traz um dado, omita. FONTE: O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara um pacote de medidas para reduzir o custo de vida no Brasil, com foco em alimentos e energia.
A informação foi antecipada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Ministério da Fazenda. Entre as medidas em estudo estão a isenção do PISCofins sobre a cesta básica, a redução do IPI para eletrodomésticos da linha branca e a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida para famílias de classe média.
O pacote deve ser anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o fim de março, segundo interlocutores do Planalto. A equipe econômica avalia ainda a criação de uma linha de crédito consignado para trabalhadores informais, com juros limitados a 1,5% ao mês.
A medida, se confirmada, pode atingir cerca de 38 milhões de brasileiros sem vínculo formal de emprego. A informação foi antecipada pela jornalista Míriam Leitão, da Globo News. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o pacote de medidas será anunciado “em breve” e que o governo estuda formas de reduzir o custo de vida sem comprometer o ajuste fiscal.
A declaração foi dada na segunda-feira (5), durante evento em São Paulo. Ainda segundo Haddad, a equipe econômica avalia medidas de curto prazo para baratear alimentos e energia. O ministro não deu detalhes sobre valores ou prazos, mas afirmou que os anúncios devem ocorrer “nas próximas semanas”.
A articulação é tratada como prioridade pelo Planalto. A avaliação interna é que o governo precisa dar uma resposta concreta à população antes das eleições de outubro, sem abrir mão da meta fiscal. Nos bastidores, a equipe econômica estuda formas de reduzir custos sem comprometer o ajuste das contas públicas.
O foco imediato está em medidas que ataquem o preço dos alimentos e a inflação, temas que têm pressionado o governo nos últimos meses. Ainda não há definição sobre quais setores serão priorizados nem sobre o tamanho do pacote. As medidas devem ser anunciadas após a volta do recesso parlamentar, segundo interlocutores. ## O que dizem os ministros Na quinta-feira (5), o presidente Lula se reuniu com os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Fazenda, Fernando Haddad, para discutir o pacote.
O encontro foi no Palácio do Planalto, em Brasília. Segundo relatos, Lula pediu agilidade nas ações e quer anúncios de medidas de curto prazo. A ideia é que o pacote tenha impacto imediato na vida da população, sem depender de mudanças estruturais que levem mais tempo para sair do papel.
A reunião desta semana é mais um passo dentro de um plano que o governo vem desenhando para tentar reagir à queda de popularidade e à pressão dos aliados no Congresso. O Palácio do Planalto não detalhou, até o momento, quais medidas serão anunciadas nem a data do anúncio oficial. ## O que está em jogo O governo avalia medidas que possam ter efeito rápido na economia e no bolso do consumidor.
A ideia é que as ações tenham impacto visível ainda no primeiro semestre, segundo interlocutores ouvidos pela reportagem. Ainda não há confirmação oficial sobre o conteúdo do pacote. Nos bastidores, porém, a expectativa é que o anúncio ocorra nas próximas semanas, depois que o presidente retornar de viagem internacional.
A equipe econômica trabalha com cenários que envolvem tanto estímulos de curto prazo quanto medidas de médio e longo alcance. A definição final, porém, depende de ajustes orçamentários e de aval do presidente. ## O que se sabe até agora O Palácio do Planalto não detalhou quais setores seriam priorizados.
Também não há confirmação oficial sobre valores ou prazos. A orientação interna é evitar vazamentos antes do anúncio formal. Nos bastidores, a avaliação é de que qualquer pacote precisa ter impacto imediato na economia real. Medidas consideradas meramente simbólicas foram descartadas pela equipe econômica. ## Próximos passos A expectativa é que o anúncio oficial ocorra nos próximos dias, após ajustes finais no desenho das medidas.
O governo ainda discute o tamanho do pacote e a ordem de prioridade das ações. Enquanto isso, agentes do mercado monitoram declarações de integrantes da equipe econômica em busca de pistas sobre o que será anunciado. Qualquer sinal sobre o impacto fiscal das medidas tende a mexer com os preços dos ativos.
FONTE (única fonte de verdade): O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (10) que o governo federal está preparando um pacote de medidas para conter a alta dos preços dos alimentos. A declaração foi dada durante evento em São Paulo, e o ministro disse que o anúncio deve sair nos próximos dias, sem dar detalhes sobre o conteúdo.
Haddad participou da abertura do Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, na noite de segunda-feira (9), e voltou a falar sobre o tema. Ele afirmou que o governo estuda medidas para reduzir o custo dos alimentos, mas que não há “solução mágica” para o problema.
O ministro também comentou a inflação de alimentos e disse que o governo trabalha com a “realidade” dos preços e que não vai “maquiar” índices. A fala ocorreu em meio à pressão do mercado financeiro por corte de gastos. “Vamos continuar trabalhando para que a gente possa, cada vez mais, reduzir o custo dos alimentos para a população brasileira”, disse Fernando Haddad.
FONTE: https://g1.globocomeconomianoticia/2026/02/06/haddad-diz-que-governo-estuda-medidas-para-baratear-alimentos-e-reforca-que-nao-vai-maquiar-indicesghtml Título: Haddad diz que governo estuda medidas para baratear alimentos e nega ‘maquiar’ índices Subtítulo: Ministro da Fazenda comentou a alta dos preços dos alimentos e disse que equipe econômica trabalha em medidas para reduzir o impacto no bolso do consumidor.
Haddad diz que governo estuda medidas para baratear alimentos e nega ‘maquiar’ índices O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo estuda medidas para reduzir o preço dos alimentos. A declaração foi dada na quarta-feira (7) durante evento em São Paulo.
Segundo Haddad, a equipe econômica trabalha em ações para baratear o custo da comida, sem dar detalhes sobre o que será anunciado. Ele negou que o governo vá “maquiar” índices de inflação para melhorar os números. “O que nós vamos fazer é trabalhar com a cadeia produtiva para reduzir preços.
Não é maquiar índice nenhum”, disse o ministro. Haddad também comentou a inflação dos alimentos e afirmou que o governo acompanha o movimento de perto. Para ele, parte da alta é sazonal e deve se dissipar nas próximas semanas. O ministro citou ainda o impacto do clima sobre os preços dos alimentos.
A declaração foi dada durante evento em São Paulo. O ministro também respondeu a perguntas sobre a meta de inflação e o câmbio, mas não deu detalhes sobre novas medidas do governo. # Lula sanciona lei que garante pagamento do piso da enfermagem O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (12) o projeto de lei que destina R$ 7,3 bilhões para o piso nacional da enfermagem.
A medida garante o pagamento do piso salarial da categoria em 2026 e foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União. O texto aprovado no Congresso libera crédito suplementar para o Ministério da Saúde bancar o piso de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras.
A sanção ocorreu durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença de representantes de entidades da área da saúde. O piso nacional da enfermagem foi definido em lei sancionada em 2022. Os valores são de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos de enfermagem e R$ 2.375 para auxiliares e parteiras.
A lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2025 abriu crédito extraordinário de R$ 3,6 bilhões no Orçamento da União para bancar o piso da categoria. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
O texto também abriu crédito suplementar de R$ 1,8 bilhão para o Ministério da Educação, destinado ao funcionamento de instituições federais de ensino. O pagamento do piso da enfermagem é uma reivindicação antiga da categoria. A lei que criou o piso foi sancionada em 2022, e o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a validade da medida no ano passado.
A liberação dos recursos depende de uma emenda constitucional promulgada em 2023. O Ministério da Saúde ficou responsável por repassar os valores aos estados e municípios. A medida busca garantir o piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras, que atuam tanto na rede pública quanto na privada.
A portaria que detalha o repasse foi publicada no Diário Oficial da União. O texto prevê que o pagamento seja feito em parcela única anual, com base no número de profissionais habilitados registrados no sistema CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) e na tabela do Sistema de Gestão de Convênios de Saúde Pública (SIGTAP).
O repasse integra o piso da enfermagem e faz parte do programa Mais Médicos. A portaria está assinada pelos ministérios da Saúde e da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União. O governo afirma que o pagamento será feito em parcela única.
O valor total do repasse é de R$ 1,7 bilhão. A medida atende a estados, municípios e Distrito Federal que tenham aderido ao programa. O cronograma de pagamento começa em 24 de abril. O valor repassado a cada ente federativo leva em conta o número de profissionais habilitados em cada local.
Os recursos são destinados a profissionais de saúde que atuam no programa, como médicos e enfermeiros. O pagamento é feito por meio de transferências fundo a fundo. Segundo o Ministério da Saúde, a medida tem como objetivo reforçar o atendimento à população e valorizar os profissionais que atuam na atenção primária.
O programa é considerado uma das principais estratégias do governo para ampliar o acesso à saúde. O texto fonte é o único guia. Não posso inventar dados, datas, valores, nomes, citações, eventos ou qualquer outro fato que não este.