Buscas do ICE em casa de deputada crítica de Trump geram reação no Congresso

A Polícia Federal dos Estados Unidos e agentes de imigração cumpriram um mandado de busca na casa da deputada democrata Ilhan Omar, na região de Washington, na manhã desta quinta-feira (8). A informação foi confirmada pelo escritório da parlamentar.
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O mandado foi executado por agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), segundo a própria deputada. Omar, que representa Minnesota na Câmara, disse que o alvo da operação era um homem que trabalha com ela — e que já estaria em processo de obtenção de green card. “Esta manhã, agentes do ICE entraram na casa de uma funcionária minha.
Ela é a única provedora de sua casa. Seu marido está em prisão domiciliar por um incidente separado. Ela é uma pessoa trabalhadora e honesta. Estou profundamente preocupada com sua segurança”, afirmou a deputada em nota. A congressista também criticou a ação.
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Para ela, a abordagem “não tem a ver com segurança nacional”, e sim com uma tentativa de pressioná-la. “É por isso que estou pedindo uma reunião com o diretor do ICE hoje para entender o que está acontecendo”, disse. A situação ocorre em um momento de tensão entre o governo e o Judiciário.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na quinta-feira (5), um decreto que cria um grupo de trabalho para revisar a Lei de Anistia. A medida foi tomada depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, em fevereiro, que a lei não vale para casos de omissão de agentes públicos durante a ditadura militar (.
A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a prisão do defensor, ocorrida na quarta-feira (4) em Brasília. O caso também foi levado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que devem avaliar as circunstâncias da detenção.
A prisão do defensor público foi classificada como ilegal pela Defensoria Pública da União (DPU). Em nota, a instituição afirmou que a medida “viola o exercício da advocacia e as garantias constitucionais”. O defensor é natural de São Paulo e atua na área de direitos humanos.
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Ele foi detido durante uma audiência na qual o juiz responsável pelo caso determinou a prisão por desacato. A defesa já anunciou que vai recorrer. A ordem foi dada pelo juiz da 1ª Vara Federal de Rio Branco. O defensor público federal está em prisão preventiva desde a última segunda-feira (2), na Superintendência da Polícia Federal no Acre, em Rio Branco.
A prisão foi confirmada pela DPU (Defensoria Pública da União), que informou que ele passou por exame de corpo de delito e permanece em cela especial. O que motivou a prisão A Justiça Federal atendeu a um pedido da Polícia Federal. O defensor é investigado por suposto vazamento de informações sigilosas sobre operações da PF.
O caso corre sob sigilo, e a defesa ainda não se manifestou publicamente. A defesa do servidor afirma que ele não resistiu à prisão e que não há risco de fuga. Também diz que os fatos investigados ocorreram há mais de dez anos e que a prisão preventiva é desproporcional.
A Polícia Federal não detalhou as evidências que levaram à prisão. O inquérito segue em andamento, e a Justiça Federal do Distrito Federal vai decidir se mantém ou revoga a detenção. A defesa do servidor foi procurada para comentar, mas não respondeu até a publicação desta reportagem. ## O que diz a defesa Em nota, os advogados de [NOME] afirmaram que o pedido de prisão é desnecessário e que o servidor sempre colaborou com as investigações.
A defesa também disse que vai apresentar um pedido de revogação da prisão preventiva. ## Próximos passos A Justiça Federal deve analisar nos próximos dias o pedido da defesa. Até lá, o servidor permanece à disposição das autoridades., – ## Análise do texto fonte O texto fonte é uma notícia sobre a prisão de um servidor do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
O homem, que trabalhava como motorista, foi detido em flagrante por suspeita de envolvimento em um esquema de venda de sentenças. A operação foi batizada de “Operação Sisamnes”. O suspeito foi preso na terça-feira (4) em São Paulo, durante a 3ª fase da operação.
A Justiça do Rio de Janeiro expediu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. O funcionário do MPRJ atuava no setor de protocolo e é apontado como intermediário entre presos e integrantes da facção criminosa PCC. Ele é suspeito de receber propina para entregar documentos sigilosos do órgão.
A defesa do servidor afirmou que ele colabora com as investigações e que é inocente. A operação apura um esquema de venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A Polícia Federal cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em São Paulo, incluindo a casa do desembargador.
Também foram alvos o TJ-SP e a casa de um servidor do tribunal. A ação é da 5ª fase da Operação Sisamnes. O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o afastamento do desembargador e a quebra de sigilos fiscal e telefônico. O desembargador nega irregularidades.
A investigação apura suspeitas de venda de decisões judiciais. O esquema envolveria a venda de sentenças em troca de propinas. A apuração começou em 2023, a partir de relatório do Coaf sobre movimentações atípicas. O desembargador é alvo de um processo administrativo disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde 2023.
A suspeita é de participação em um esquema de venda de decisões. A defesa dele nega as acusações. A operação desta quarta-feira (7) é um desdobramento da Operação Terra Prometida, que investiga a venda de sentenças naquele tribunal. A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao magistrado e a outras pessoas investigadas.
O desembargador já responde a um processo administrativo disciplinar no CNJ. A investigação apura se ele teria recebido vantagens indevidas para favorecer interesses privados em decisões judiciais. Ainda não há decisão sobre o afastamento do magistrado.
O Tribunal de Justiça do Maranhão informou que acompanha o caso e que vai adotar as medidas cabíveis após tomar conhecimento oficial da operação. FONTE: TJMA afasta desembargador suspeito de vender sentenças O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) afastou das funções o desembargador Luiz Gonzaga Alves Filho, investigado por suspeita de venda de sentenças.
A decisão foi tomada na quarta-feira (7) pelo Órgão Especial do tribunal, que também determinou a suspensão do pagamento de salário do magistrado durante o período do afastamento. A medida foi tomada após o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) apresentar denúncia contra o desembargador.
A denúncia aponta irregularidades na concessão de decisões judiciais, com indícios de corrupção. O caso corre em sigilo na Justiça. O afastamento é preventivo e vale até a conclusão das investigações. Com a decisão, o desembargador fica proibido de exercer atividades judiciais e de frequentar os fóruns do estado.
A informação foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). A defesa do magistrado ainda não se manifestou publicamente sobre o caso. O TJ-MA também não informou se ele continuará recebendo salário durante o afastamento. O desembargador é acusado de vender decisões judiciais.
A investigação aponta que ele teria recebido propina para favorecer uma construtora em processos que tramitavam na Justiça. O caso veio à tona após uma operação do Ministério Público, que encontrou indícios de pagamentos em espécie e depósitos em contas de parentes.
A defesa do desembargador nega as acusações e afirma que vai apresentar provas de inocência. A investigação segue em sigilo. Agora escreva a matéria em PT-BR com base nas instruções acima. Não use “conforme o fonte” nem mencione este prompt.
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