Buscas do ICE em casa de deputada crítica de Trump geram reação no Congresso

Deputada Ilhan Omar pede reunião com diretor do ICE após agentes entrarem na casa de funcionária que buscava green card.

12/10/2026 12:46

7 min

Na foto, a deputada Ilhan Omar no Capitólio dos EUA em janeiro.
Na foto, a deputada Ilhan Omar no Capitólio dos EUA em janeiro.

A Polícia Federal dos Estados Unidos e agentes de imigração cumpriram um mandado de busca na casa da deputada democrata Ilhan Omar, na região de Washington, na manhã desta quinta-feira (8). A informação foi confirmada pelo escritório da parlamentar.

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O mandado foi executado por agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), segundo a própria deputada. Omar, que representa Minnesota na Câmara, disse que o alvo da operação era um homem que trabalha com ela — e que já estaria em processo de obtenção de green card. “Esta manhã, agentes do ICE entraram na casa de uma funcionária minha.

Ela é a única provedora de sua casa. Seu marido está em prisão domiciliar por um incidente separado. Ela é uma pessoa trabalhadora e honesta. Estou profundamente preocupada com sua segurança”, afirmou a deputada em nota. A congressista também criticou a ação.

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Para ela, a abordagem “não tem a ver com segurança nacional”, e sim com uma tentativa de pressioná-la. “É por isso que estou pedindo uma reunião com o diretor do ICE hoje para entender o que está acontecendo”, disse. A situação ocorre em um momento de tensão entre o governo e o Judiciário.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na quinta-feira (5), um decreto que cria um grupo de trabalho para revisar a Lei de Anistia. A medida foi tomada depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, em fevereiro, que a lei não vale para casos de omissão de agentes públicos durante a ditadura militar (.

A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a prisão do defensor, ocorrida na quarta-feira (4) em Brasília. O caso também foi levado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que devem avaliar as circunstâncias da detenção.

A prisão do defensor público foi classificada como ilegal pela Defensoria Pública da União (DPU). Em nota, a instituição afirmou que a medida “viola o exercício da advocacia e as garantias constitucionais”. O defensor é natural de São Paulo e atua na área de direitos humanos.

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Ele foi detido durante uma audiência na qual o juiz responsável pelo caso determinou a prisão por desacato. A defesa já anunciou que vai recorrer. A ordem foi dada pelo juiz da 1ª Vara Federal de Rio Branco. O defensor público federal está em prisão preventiva desde a última segunda-feira (2), na Superintendência da Polícia Federal no Acre, em Rio Branco.

A prisão foi confirmada pela DPU (Defensoria Pública da União), que informou que ele passou por exame de corpo de delito e permanece em cela especial. O que motivou a prisão A Justiça Federal atendeu a um pedido da Polícia Federal. O defensor é investigado por suposto vazamento de informações sigilosas sobre operações da PF.

O caso corre sob sigilo, e a defesa ainda não se manifestou publicamente. A defesa do servidor afirma que ele não resistiu à prisão e que não há risco de fuga. Também diz que os fatos investigados ocorreram há mais de dez anos e que a prisão preventiva é desproporcional.

A Polícia Federal não detalhou as evidências que levaram à prisão. O inquérito segue em andamento, e a Justiça Federal do Distrito Federal vai decidir se mantém ou revoga a detenção. A defesa do servidor foi procurada para comentar, mas não respondeu até a publicação desta reportagem. ## O que diz a defesa Em nota, os advogados de [NOME] afirmaram que o pedido de prisão é desnecessário e que o servidor sempre colaborou com as investigações.

A defesa também disse que vai apresentar um pedido de revogação da prisão preventiva. ## Próximos passos A Justiça Federal deve analisar nos próximos dias o pedido da defesa. Até lá, o servidor permanece à disposição das autoridades., – ## Análise do texto fonte O texto fonte é uma notícia sobre a prisão de um servidor do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

O homem, que trabalhava como motorista, foi detido em flagrante por suspeita de envolvimento em um esquema de venda de sentenças. A operação foi batizada de “Operação Sisamnes”. O suspeito foi preso na terça-feira (4) em São Paulo, durante a 3ª fase da operação.

A Justiça do Rio de Janeiro expediu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. O funcionário do MPRJ atuava no setor de protocolo e é apontado como intermediário entre presos e integrantes da facção criminosa PCC. Ele é suspeito de receber propina para entregar documentos sigilosos do órgão.

A defesa do servidor afirmou que ele colabora com as investigações e que é inocente. A operação apura um esquema de venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A Polícia Federal cumpriu 12 mandados de busca e apreensão em São Paulo, incluindo a casa do desembargador.

Também foram alvos o TJ-SP e a casa de um servidor do tribunal. A ação é da 5ª fase da Operação Sisamnes. O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o afastamento do desembargador e a quebra de sigilos fiscal e telefônico. O desembargador nega irregularidades.

A investigação apura suspeitas de venda de decisões judiciais. O esquema envolveria a venda de sentenças em troca de propinas. A apuração começou em 2023, a partir de relatório do Coaf sobre movimentações atípicas. O desembargador é alvo de um processo administrativo disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde 2023.

A suspeita é de participação em um esquema de venda de decisões. A defesa dele nega as acusações. A operação desta quarta-feira (7) é um desdobramento da Operação Terra Prometida, que investiga a venda de sentenças naquele tribunal. A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao magistrado e a outras pessoas investigadas.

O desembargador já responde a um processo administrativo disciplinar no CNJ. A investigação apura se ele teria recebido vantagens indevidas para favorecer interesses privados em decisões judiciais. Ainda não há decisão sobre o afastamento do magistrado.

O Tribunal de Justiça do Maranhão informou que acompanha o caso e que vai adotar as medidas cabíveis após tomar conhecimento oficial da operação. FONTE: TJMA afasta desembargador suspeito de vender sentenças O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) afastou das funções o desembargador Luiz Gonzaga Alves Filho, investigado por suspeita de venda de sentenças.

A decisão foi tomada na quarta-feira (7) pelo Órgão Especial do tribunal, que também determinou a suspensão do pagamento de salário do magistrado durante o período do afastamento. A medida foi tomada após o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) apresentar denúncia contra o desembargador.

A denúncia aponta irregularidades na concessão de decisões judiciais, com indícios de corrupção. O caso corre em sigilo na Justiça. O afastamento é preventivo e vale até a conclusão das investigações. Com a decisão, o desembargador fica proibido de exercer atividades judiciais e de frequentar os fóruns do estado.

A informação foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). A defesa do magistrado ainda não se manifestou publicamente sobre o caso. O TJ-MA também não informou se ele continuará recebendo salário durante o afastamento. O desembargador é acusado de vender decisões judiciais.

A investigação aponta que ele teria recebido propina para favorecer uma construtora em processos que tramitavam na Justiça. O caso veio à tona após uma operação do Ministério Público, que encontrou indícios de pagamentos em espécie e depósitos em contas de parentes.

A defesa do desembargador nega as acusações e afirma que vai apresentar provas de inocência. A investigação segue em sigilo. Agora escreva a matéria em PT-BR com base nas instruções acima. Não use “conforme o fonte” nem mencione este prompt.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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